D. Afonso IV

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe

Cquote1.png Você quis dizer: O Tolo Bravo Cquote2.png
Google sobre D. Afonso IV

Cquote1.png Ele matou os peixes que eu ia pescar... Cquote2.png
Pescador Português sobre D. Afonso IV
Cquote1.png Ele matou os meus pães... Cquote2.png
Padeiro Português sobre D. Afonso IV
Cquote1.png Ele matou o filho que eu ia fazer... antes mesmo de eu fazer ele... Cquote2.png
Quase Pai Português sobre D. Afonso IV

D. Afonso IV com a sua arma mortal, o arenque

D. Afonso IV foi o 7º padeiro rei de Portugal. Ele nasceu de uma Lis boa em Lisboa e morreu por causa de uma Lis boa na mesma cidade. Ele foi conhecido como o Tolo Bravo por combater com corpo, alma e um arenque os Cavaleiros que dizem Ni a Peste Negra.

Nascimento[editar]

Afonso nasceu do ventre de sua mãe, conhecida pelos íntimos (que não era D. Dinis I) como Lis. Seu suposto pai nunca gostou muito dele e quis lhe dar o nome de um cantor de música sertaneja, seu concorrente. A Rainha Santa Isabel (ou simplesmente Lis), princesa de Renato de Aragão, não gostou muito e resolveu dar-lhe o nome de Afonso.

Infância[editar]

Durante a sua infância, Afonso desenvolveu uma forma de raiva compulsiva por seu suposto irmão ilegítimo, D. Afonso Sanches, o qual gozava em todas as mulheres das vilas que saqueava de toda a atenção de seu pai.

Somente Sanches recebia uva no boquinha e palmadas na bunda quando fazia coisa errada. Afonso tinha uma imensa inveja, pois ele também queria levar palmadas na bundinha.

Adolescência[editar]

Um dos efeitos da luta de D. Afonso IV contra a Peste Negra

Em meio a várias crises de hormônios, ele chegou a fazer duelos mortais, com cabos de vassoura, com seu irmão bastardo. Durante a adolescência ele fazia de tudo para chamar a atenção de todo mundo e era super mimado pela sua mãe, a qual não gostava muito de Sanches.

Vida Adulta[editar]

Quando estava disposto a completar 24 anos, D. Afonso aplicou um golpe de estado e destituiu seu pai do poder. Um dia depois disso, ele ordenou que D. Afonso Sanches, seu irmão bastardo, enfrentasse uma perigosa jornada até Valhalla e trouxesse a mulher que Erik, o Viking matou, como presente de aniversário.

Como agora era um pau mandado vassalo, seu irmão obedeceu e nunca mais foi visto (provavelmente deve estar curtindo umas férias na Ilha Hy-Brazil). Contando o irmão como desaparecido, Afonso resolveu destituir a herança do mesmo.

Super popular na Europa, D. Afonso resolveu se casar com a princesa Beatriz do Castelo de Castela, e teve uma filha chamada Maria.

Sua filha se casou com Afonso IX de Castela e era muito maltratada. Ele a levava uma vez para a floresta a fim de fazer ela ouvir Ni, pois ela não sabia onde arranjar um arbusto e muito menos cortar a maior árvore da floresta com um arenque.

Afonso não gostou nada de ver sua filha sendo maltratada e resolveu atacar abertamente o reino de Castela, cortando todas as árvores do reino com um arenque, deixando o reino de Castela sem árvores, material indispensável para fazer o fundamento de castelos. Este fato o deixou conhecido como o Bravo.

D. Afonso estocou toda a madeira nos campos produtores de cereais de Portugal, o que provocou uma grande carência de cereais em Portugal por volta de 1343. Como se não bastasse, em 1347 a Itália chutou a Sardenha para longe de seu território, pois não aguentava mais o cheiro de peixe, e isto provocou um terremoto em Coimbra, afetando diretamente a economia de Portugal. Como se não bastasse, a Peste Negra se instaurou Portugal em 1348. Todos estes fatos se agravaram, pois D. Afonso pensava mais em aparecer na mídia do que governar o seu país.

Localização das Ilhas Periquitas Ilhas Canárias, descobertas por D. Afonso IV

Decidido a mostrar sua competência, ele resolveu atacar a peste negra. Ele ia matar todas as prováveis fontes da doença. Primeiro ele exterminou todos os peixes da costa lusitana utilizando apenas um arenque. Depois ele matou cortou todos os pães de Portugal utilizando outro arenque (pois o primeiro estava com a escama gasta). Depois ele atacou todos os filhos ainda não nascidos e aqueles que estavam para nascer (não me perguntem como ele fez isso). Por fim, ele atacou todos os bueiros das cidades, exterminando todos os ratos e acabando com a doença.

A fim de solucionar o problema do abalo sísmico de Coimbra, ele mandou uma expedição a fim de descobrir as Ilhas Periquitas Ilhas Canárias. O plano original era invadir a República Checa, porém descobriu-se que as prostitutas estavam esperando um ataque e resolveram tentar algo mais fácil.

Para solucionar o caso dos cereais, ele disse para a mídia: Eu não sabia de nada. E o fato caiu no esquecimento.

Velhice e Morte[editar]

Durante sua velhice, D. Afonso descobriu que sua mulher não estava mais tão bonita como era antigamente e resolveu ir para o puteiro, onde conheceu uma prostituta chamada Elisabeth, apelidada de Lis, Afonso, o Bravo, aguentou com todas as forças a mulher na cama, mas não conseguiu suportar e teve um ataque cardíaco fulminante.


Precedido por
D. Dinis I
Assassino Rei dos Peixes e Pães de Portugal
1325 - 1357
Sucedido por
D. Pedro I


v d e h
Grandes Padeiros de Portugal