D. João V

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: D. João V.
Absolutismo top-fashion: Luis XIV da França e D. João V de Portugal. Cópia?? Estilo?? Gêmeos?? Moda?? Só conseguimos indentificar o rei português porque ele carrega um bacalhau em sua mão, enquanto o francês carrega um Petit gateau
D. João V de Bragança foi rei de Portugal no século dezesseis (ou dezasseis, como se chama na terrinha)

O cronista real, José Saramago que não era pago há 30 anos, contou a história do rei no livro Memorial do Convento. Só falou coisas ruins, é claro. Suspeita-se que Saramago não tenha participado da licitação para superfaturar as obras do convento de Mafra, e tenha se vingado escrevendo o livro.

D. João era um rei muito bacana, e havia desenvolvido um método fantástico para curar a dor de cabeça, ele participava de autos de fé da Inquisição. O cheirinho de carne queimada curava qualquer mal que o rei padecesse.

D. João foi um rei muito feliz. Ao contrário do Capitão Nascimento, D. João não punha nada na conta do papa, mas tudo na sua. Com o ápice da exploração de ouro e diamantes no Brasil, o rei esbanjava a rodo, gastando e gastando e gastando feliz da vida. Uma alegria só.

Foi no reinado de D. João que o brasileiro e santista Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão inventou a Passarola. Porém o padre enlouqueceu com os complicados trâmites de patente da coroa portuguesa. Os sábios portugueses da Real Academia de Lisboa questionaram o inventor genial se ele não poderia chumbar a passarola no chão, para evitar que ela caísse depois de levantar voo.


Precedido por
D. Pedro II
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Rei de Portugal e Algarves

1707 - 1750
Sucedido por
D. José I


v d e h
Grandes Padeiros de Portugal