Pedro II do Brasil

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Nota: Para outros significados de D. Pedro II, ver D. Pedro II (desambiguação).
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D. Pedro II sobre Juan Manuel de Rosas

Cquote1.png Filho da puta!! Odeio você!!! Cquote2.png
Francisco Solano Lopez sobre D. Pedro II
Cquote1.png Despesa inútil é um furto a nação! Cquote2.png
D. Pedro II e uma de suas frases ignoradas pelos políticos corruptos atuais
Cquote1.png All your throne are belong to us Cquote2.png
Deodoro da Fonseca após a proclamação da república

Dom Pedro II, chamado O Nefelibata, (Feira de São Cristóvão, Rio de Janeiro, 2 de dezembro de 1825 — Paris, 5 de Dezembro de 1891), era linguísta, astrônomo, matemático, orquidófilo, escritor, parasitólogo e, nas horas vagas, entre um cochilo e outro, punheteiro pra porra e desenhador de pirocas. Seu nome completo era Pedro de Alcântara Machado Vantuil Didi Mocó Sanrisal Colesterol Chico Xavier Trindade de Paula Miguel Gabriel Lucas Leite Oliveira André Sousiani Rafael Isael Clodoel Jeanne Cristine Abi Ramia Marília de Dirceu Bragança e Habsburgo Paranhos Vellota Migolho Titaco Cruz Trombinni Sato Chacon Russo Lee Andriotti.

Biografia[editar]

Dom Pedro II. O pirralho que governou o Brasil.

O príncipe Pedro tornou-se órfão de mãe, pouco antes de nascer. Dom Pedro I nem deixou a defunta esfriar e logo importou da Europa a princesa D. Creusa de Leuchtembergchlastemburg. Aos cinco anos, o pequeno príncipe perdeu o pai e a madrasta (mas que cara azarado...), quando Pedro I saiu do Brasil e foi tirar o emprego de seu irmão em Portugal. Apesar de criado ao lado de suas irmãs, tutores e preceptores e ainda ter um irmão que era dessamaneira, era boiola . Sua rotina era marcada pela punheta , sexo e muita putaria. Tinha aulas de sânscrito, paleontologia, biblioteconomia, esperanto, flauta e mofologia, matérias indispensáveis para a formação de um futuro governante.

Quando Dom Pedro I saiu fugido, Pedro II tinha 5 anos e por isso estabeleceu-se no Brasil, país de bixes, uma forma de desgoverno provisória sob regentes, conhecida como Regência Latrina.

A Regência foi conturbada, além de ter sido confusa. Proclamado “di maior”, antecipadamente, em 23 de julho de 1840 ele foi coroado no ano seguinte. Era então, aos 15 anos, um jovem louro, alto, corpo atlético, sarado, de olhos azuis mas que, apesar disto, nunca mordeu a fronha nem agasalhou o croquete.

D. Pedro II iniciou um reinado que só terminou quando o Marechal de Odoro, entediado e sem ter o que fazer, resolveu proclamar a República, em 1889.

Pedro deu ao Brasil 69 49 anos de paz,refinamento e liberdade além de ótima munição aos chargistas da época, que adoravam a sua barba longa e desgrenhada, mas ainda assim era um bom velhinho, e se não fosse os plantadores de maconha café de São Paulo se metendo em tudo, teria concertado todas as merdas que seu pai tinha feito.

Para amenizar o tédio que se abateu sobre o país, durante o seu reinado, o Imperador pôde contar com a ajuda do anão-paraguaio Francisco Solano Lopez que, querendo exportar cocaína pelo porto de Santos, resolveu invadir o Brasil. Foi a Guerra do Paraguai, primeiro conflito do mundo a se utilizar do peido como arma de destruição em massa.

Filtro do face de Pedro II usado após o golpe de Deodoro da Fonseca.

Durante seu reinado, foi aberto o primeiro Bob’s; correu a primeira locomotiva movida a cachaça; foi instalado o camelódromo da Uruguaiana; inaugurado o Sambódromo e instituído o selinho gay e lésbico nos conventos.

O Imperador Nefelibata, ao cabo de tedioso reinado, expulso da pátria indiferente, levou consigo para o túmulo um travesseiro cheio de estrume genuinamente brasileiro, para se lembrar do cheiro da cidade do Rio de Janeiro.

Ver também[editar]

Precedido por
D. Pedro I
Imperador do Brasil
1841 - 1889
Sucedido por
Deodoro da Fonseca