Dahlia Gillespie

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Dahlia Gillespie (Inferno, 24 de Dozembro de 1820 - Acre, 11 de Onzembro de 1969) é uma das principais sacerdotisas de Samael, este que nada mais é do que o cramunhão com um nome mais bonitinho. Para não dizer que ela fica louvando Satanás Samael a todo instante, nas horas vagas, ela cuida de sua loja de antiguidades, onde a única coisa antiga que não está a venda é ela mesma. Para provar que é leal a seu mestre, Dahlia estava disposta a oferecer a própria filha, Alessa Gillespie, em sacrifício, mas não conseguiu, pois como ela é uma assassina terrivelmente lenta com uma arma extremamente ineficiente, a garota teve tempo de dividir a própria alma em duas, enviando parte de seus poderes e a sua bondade para Tangamandápio, onde estes se materializaram e ganharam o nome de Cheryl Mason. Com apenas metade dos poderes, Alessa não pôde ser sacrificada, e Dahlia teve que esperar mais 100 anos para completar o ritual em honra a seu mestre.

História[editar]

Dahlia em um ritual em homenagem a seu mestre, Samael.

Filha de Harry Houdini e Dona Clotilde, Dahlia teve uma infância relativamente tranquila, se desconsiderarmos o fato de que, todos os dias, ela tinha que se esconder em uma plantação de abóboras para não ser queimada viva em praça pública pelos caçadores de bruxas comandados por Van Helsing. Recebendo a tutoria de seus pais, Dahlia foi introduzida ainda cedo no mundo da magia negra. Com apenas cinco anos de idade, ela já sabia como usar o mortal olhar de bruxa. Com sete anos, ela aprendeu como manter o equilíbrio em cima de uma vassoura. Com dez anos, em um ritual que envolveu o sacrifício de 300 crianças, Dahlia finalmente foi apresentada à Samael, àquele que seria o seu guia espiritual durante toda a sua longa vida.

Após ler o livro de Necronomicon que estava servindo para escorar a estante de seu quarto, Dahlia aprendeu feitiços poderosos, que poderiam ser úteis para matar milhares de pessoas e agradar à seu mestre. Porém, antes de começar a fazer sacrifícios humanos, Dahlia notou que precisava aprender a se defender, principalmente, das demais bruxas, pois elas também gostavam de fazer sacrifícios em nome de seus mestres, e não gostavam de concorrência, principalmente porque as crianças estavam cada vez mais raras. Então, para resolver este problema, Dahlia matriculou-se em Hogwarts, onde recebeu tutoria especial de Severo Snape, que ensinou-lhe todos os segredos de defesa contra a arte das trevas. Após seis meses de curso intensivo, Dahlia finalmente estava preparada para entrar definitivamente no mundo dos rituais e dos sacrifícios, tudo em nome de sua diversão seu mestre.

Depois de alguns anos matando qualquer um que aparecia em sua frente, estripando, comendo a carne humana, usando os órgãos dos defuntos como chaveiros e vendendo os ossos como souvenires em sua loja de antiguidades, Dahlia percebeu que aquilo não lhe dava mais prazer. Por ser uma psicopata desequilibrada, ela estava sempre sozinha. Para resolver este problema, Dahlia resolveu finalmente reviver o seu mestre, cuja alma estava selada nos confins do tártaro. Para realizar o ritual de ressurreição, Dahlia precisava apenas de duas coisas: Uma criança com poderes psíquicos fantásticos e um idiota para ajudá-la a fazer as preparações para o ritual. Arranjar o idiota foi a parte mais fácil, pois na cidadezinha caipira de Silent Hill tinha tantos que dava até pra escolher. Já a criança com poderes psíquicos foi mais difícil, pois não nascem muitas nos dias de hoje... Para resolver este problemão, Dahlia, após muito pensar, percebeu que a única opção era fazer um sacrifício pessoal e moral, deixando que o poderoso Fábio Puentes a emprenhasse. Nove meses após ter realizado o ato e vomitado, Dahlia finalmente ganhou sua recompensa, Alessa Gillespie, uma criança que herdara os poderes de seu pai, e era tão poderosa quanto o próprio Samael, se não mais.

Livro de cabeceira de Dahlia.

O único problema é que Alessa não estava muito a fim de ser estripada, torturada, carbonizada e servida como sacrifício. Então, mesmo ainda jovem, a garota conseguiu utilizar as habilidades que herdara do pai para dividir sua alma em duas, enviando metade de sua força e a totalidade de sua bondade para uma cidadezinha interiorana denominada Tangamandápio, onde essa parte da alma materializou-se e recebeu o nome de Cheryl Mason. Com apenas metade de sua força chucknórrica, Alessa não pôde ser oferecida em sacrifício, então, Dahlia resolveu criar sua filha normalmente, como se fosse uma criança comum, e apenas esperar que a outra metade da alma da garota retornasse para Silent Hill, coisa que ela tinha certeza que aconteceria cedo ou tarde.

Agora, Alessa teve a oportunidade de viver como uma pessoa normal, pelo menos por alguns anos. Alessa não era gordinha, nem magrinha, nem feinha, nem míope e nem são-paulina, que são os motivos mais comuns para zoação, mas mesmo assim, os seus coleguinhas de classe arranjaram um jeito de cometer bullying, chamando-a de macumbeira, apenas porque ela conseguia mover objetos com a força da mente, algo super comum e natural. Mesmo sabendo que isso era puramente inveja, pois Alessa já tinha feito essa leitura mental, ela sentia-se excluída (até porque, de fato, era), e começou a entrar em depressão. Percebendo que os poderes de sua filhinha querida estavam cada vez mais poderosos, Dahlia resolveu fazer um ritual em homenagem à Onan, o braço-direito de Samael, para transformar a garota em uma nova Rosemary, emprenhando-a com o filho do cramunhão. Aparentemente o ritual deu certo, e, para liberar a criança-demônio do útero de sua filha que ainda nem tinha tido sua primeira menstruação, Dahlia trancou Alessa na casa da família, e tacou fogo em tudo. Por possuir poderes foderosos de proteção contra as artes das trevas, herdados da própria Dahlia, Alessa não morreu, mas ficou completamente queimada e desfigurada. Ninguém viu o rosto da garota depois do acidente, mas dizem as más línguas que Jason Voorhees vomitou e ficou traumatizado quando viu ela, e depois desse dia, ele teve que passar no psicólogo duas vezes por semana.

Percebendo que seu plano de libertar o filho do cramunhão falhou miseravelmente, pois sua filha raquítica era mais poderosa do que aparentava, Dahlia resolveu salvar a garota, e apenas esperar pelo dia em que a outra metade da alma dela voltasse para Silent Hill. Como Alessa estava com um pé e quatro dedos na cova, e provavelmente morreria dali a três minutos no máximo, Dahlia foi obrigada a usar uma de suas magias ocultas aprendidas com o Mr. M para salvá-la. Mas nem isso foi suficiente. Então, para recuperar Alessa, Dahlia levou-a para o Alchemilla Hospital, onde ela foi tratada pela equipe de Michael Kaufmann, composta pela sua melhor enfermeira e amante Lisa Garland e por um outro mané que ninguém conhece. No princípio, Kaufmann não queria cuidar da garota, pois era óbvio que ela só estava viva por obra de magia negra, mas após uma longa conversa com Dahlia, Kaufmann acabou cedendo, por livre e espontânea ameaça e suborno.

Durante o período em que ficou sendo torturada tratada no subsolo do Alchemilla Hospital, Alessa desenvolveu uma medo incontrolável de médicos e enfermeiras, pois todos os funcionários de lá eram estagiários, que receberam seu primeiro treinamento no SUS. Dahlia achava que esse medo de sua filha era normal, afinal, toda criança tem medo de injeção. O que ela não imaginava é que, mais tarde, esse medo se materializaria, e receberia os apelidos carinhosos de Puppet Nurse e Puppet Doctor. Bem, mas isso não é importante. O que importa é que, depois de internar permanentemente a filha no Alchemilla Hospital, Dahlia finalmente sossegou. Deixando um pouco de lado as macumbas em geral, ela passou a se dedicar exclusivamente a sua lojinha de antiguidades, onde ela vende, inclusive, um relógio que ela ganhou de seu primeiro namorado, Lancelot.

Pós-Caos[editar]

Dahlia pedindo uma esmolinha na Avenida Paulista.

Ninguém sabe o que Dahlia estava fazendo quando os monstros invadiram Silent Hill e comeram todo mundo. Talvez ela estivesse puxando um ronco, como Michael Kaufmann. Ou talvez ela estivesse escondida debaixo de uma mesa, como Lisa Garland. Ou talvez nem mesmo as criaturas quiseram comê-la, pois a carne dela já está em estado de putrefação, e lhes daria uma bela dor de barriga. Bem, teorias a parte, como ela sobreviveu não importa, o que interessa é que ela ficou viva, pois vaso ruim não quebra tão cedo.

Percebendo que Silent Hill agora era uma cidadezinha-fantasma, Dahlia começou a vagar sem rumo pelas ruas, apenas apreciando o trabalho bem-feito de seu mestre Samael. Depois de algumas horas apreciando o caos e a destruição, Dahlia resolveu ir para a igreja, para quebrar algumas estátuas de Jesus Cristo e agradar ainda mais a seu mestre. Porém, quando estava prestes a quebrar a primeira e maior estátua, que estava atrás do altar, Dahlia é surpreendida, ou não, pela chegada de Harry Mason, um escritor fracassado que estava procurando pela sua filha Cheryl Mason, que estava brincando de pique-esconde na cidade e, coincidentemente, ou não, era a outra metade da alma de Alessa. Sem saber o que falar, já que era naturalmente anti-social, Dahlia ficou nervosa, e disse um monte de besteiras sem sentido para Harry, que deixaram o protagonista ainda mais confuso sobre o que fazer. Mas para não dizer que Dahlia não fez nada de útil nesse primeiro encontro com Harry, ela entregou para ele o Flauros, um objeto mágico abençoado por Satã Samael, que tem o poder de quebrar as forças do mal. Depois disso, ela entrou no banheiro da igreja, e não saiu mais de lá, pois provavelmente estava com a via aberta.

Mais pra frente, no melhor estilo Mestre dos Magos, Dahlia aparece do nada para Harry Mason no Alchemilla Hospital. Como ela conseguiu atravessar a cidade infestada de monstros ninguém sabe, e ninguém quer saber. Enfim, no hospital, Dahlia disse mais um monte de besteiras sem valor que, ao invés de ajudarem, confundiram ainda mais a cabeça de Harry. Depois disso, ela desapareceu no ar, sabe-se lá como. Mas para não perder o costume, depois de algumas horas ela reaparece do nada, dessa vez em um barco, onde ela finalmente diz algo útil, mais precisamente os lugares quentes que Harry e Cybil deveriam investigar. Após dar essa informação, Dahlia desaparece outra vez, pra variar. Depois disso, após Harry usar o Flauros para anular os foderosos poderes psíquicos de Alessa, Dahlia faz mais uma de suas aparições misteriosas, dessa vez bem rápida, pois Dahlia apenas deu umas palmadas na bunda de sua filha travessa e a levou para a dimensão do Acre, provavelmente para torturá-la castigá-la pelas malcriações.

Após Harry e Cybil invadirem a dimensão do Acre apenas com a cara e com a coragem, Dahlia reaparece pela última vez, dando algumas chineladas em sua filha Alessa, cuja alma já tinha se unido novamente com Cheryl Mason. Agora que a garota estava com os poderes completos, Dahlia começou a fazer o ritual de libertação do cramunhão, mas antes de concluí-lo, ela foi baleada por Michael Kaufmann (que ninguém sabe como entrou na dimensão do Acre), pois o médico não estava nada satisfeito com a miséria que tinha recebido pelos seus serviços. Dahlia nem estava muito preocupada em morrer, pois já estava velha mesmo, e Samael tinha lhe prometido um terreninho no paraíso, com jardim amplo, banheiro com hidromassagem e piscina olímpica. O que Dahlia não esperava é que Kaufmann ainda estivesse guardando uma amostra de Aglaophotis, uma droga poderosa capaz de abortar a ressurreição do cramunhão. Se o demônio não nascesse, Dahlia não receberia a sua recompensa, e ao invés de viver paraíso, ela acabaria ardendo no fogo do inferno para todo o sempre, amém. Após Kaufmann tacar a droga em Alessa, o filho do demônio realmente foi abortado, porém, mas, entretanto, todavia, o próprio Samael decidiu fazer uma aparição, para matar todos aqueles vermes insolentes. Quando viu o seu mestre, Dahlia ficou toda assanhada, e exigiu as recompensas que lhe tinham sido prometidas, porém, Samael não estava muito a fim de badalação, e apenas tacou fogo em Dahlia, que ardeu em chamas até a morte.

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