Damianópolis

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Damianópolis é um grande[1] buraco na Mesorregião do Sertão Baiano. Dirigida atualmente por Andréia Albertini, a maioria da população é de vacas e porcinas.

História[editar]

Paisagem catarinense damianopolina, recentemente afetada pelas chuvas que caem uma vez por ano ali.

Reza a lenda que este pobre curral foi começando em 1843, por escravos que fugiram da Bahia e encontraram o oásis para seus males: um grande roçado bom para plantar maconha e criar gado roubado.

Foi assim que se formou um novo povoado, chamado de Santa Catarina pelos moribundos habitantes locais, que em suas casas de barro forrado com capim tinha preguiça de pensar em um nome mais original, e colocaram o nome daquele estado lá do fundão do Brasil. Foram crescendo as atividades de pecuária e cereais (Goiás é assim mesmo), o que provocou ali o intenso tráfego de peões que após perceberem que estavam no cu do mundo, ficaram presos naquela dimensão e nunca mais acharam o caminho de volta.

Com isso Damianópolis foi ficando povoada. Até que abriram uma estrada de chão que tinha o objetivo de facilitar o tráfico de muamba paraguaia, e foi construída uma escola e uma capela, requisitos essenciais para o IBGE passar por ali e considerar aquela roça uma cidade. O que aconteceu em 1958, quando se desmembraram de Sítio d'Abadia, a principal cidade do sertão.

Geografia[editar]

Lá nem chove, e quando isso acontece é uma vez por ano e durante 2 horas, graças as macumbas da população, que possuem dotes nada comuns para realizarem feitiços.

População[editar]

Segundo o Instituto Datafoda-se, Damianópolis possui 3.112 habitantes .

Política[editar]

Melhor nem começar a falar nisso para poupar os leitores deste artigo de náuseas.

Cultura[editar]

Os 3000 e poucos habitantes damianopolinos possuem uma grave crise de identidade que os faz pensar que são catarinenses, mas isso não é verdade, pois lá não tem aquelas loiras gostosas, nem cerveja (apenas pinga).

Não podendo esquecer também os moradores que são um bando de desocupados que têm como ocupação falar da vida alheia, enquanto continuam com suas vidinhas miseráveis de não terem nada de produtivo para ocuparem suas mentes, portanto não menosprezem essa raça pois eles têm mestrado e doutorado em fofocas.

Referências

  1. Claro que essa currutela não é nada grande... apenas força de expressão.