Danganronpa 2: Goodbye Despair

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Virtualgame.jpg Danganronpa 2: Goodbye Despair é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Joe Mushashi acaba com Zeed.


Danganronpa 2: Tchau tchau, desespero!
Danganronpa 2 cover.jpg

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Oscar Niemeyer
Publicador Datafolha
Ano 2012 DC
Gênero Xeroq Rolmes, Simulador de Namorico com Waifus
Plataformas PSP, PSVIta e Steam Exclusivo do Zeebo
Avaliação contra-indicado em casos de suspeita de dengue.
Idade para jogar Qualquer uma

Danganronpa 2: Sayonara Zetsubou Sens- ... Opa, história errada. Danganronpa 2: Goodbye Despair é o segundo jogo da série de jogos dos personagens feitos de papelão igual à torcida de jogos de futebol, Danganronpa. Dessa vez o jogo conta a história de 16 estudantes que foram parar em uma ilha no meio do nada para tirar férias forçadas do mundo real enquanto constroem laços de amizade e outras viadagens... Essa seria a sinopse do jogo, porém o urso do capeta aparece na ilha e resolve dar uma palavra de apoio dizendo que, assim como no primeiro jogo, quem matar outra pessoa sem ser descoberto poderá sair do local enquanto o resto se fode.

História[editar]

Midna é humana! ALERTA DE SPOILER GAMÍSTICO!

Este artigo gamístico pode conter spoilers que revoltam os nerds, como o fato de que:
Thomas McCall fica com Marisa no final!

Portanto, leia com cuidado.

Uma profunda introdução

No inicio do jogo somos apresentados ao fudido protagonista da história, Hajime Hinata, um personagem genérico que foi aceito na Academia Pica Pico da Esperança, onde só os fodões são aceitos e todas essas bostas que todo mundo já sabe, porém ele magicamente é teletransportado do portão da escola até uma sala de aula com o restante dos alunos e do nada aparece uma coelha que mais parece um urso rosa chamada Usami e diz que está todo mundo indo tirar férias sem consentimento de seus pais em uma ilha ao norte do Acre, onde terão que não fazer porra nenhuma, apenas virar amiguinhos e viver tranquilamente, mas aconteceu totalmente o contrário, todo mundo fica paranoico, tentam construir jangada pra sair da ilha, consertar avião e a porra toda até chegarem à conclusão de que estavam presos naquela porra e simplesmente aceitam isso vivendo tranquilamente, menos o protagonista que é um reclamão do caralho.

Cópia descarada!

Todo mundo estava aproveitando suas férias forçadas tranquilamente, até que... Do nada Monokuma aparece na ilha com vários pokemons lendários que usam metralhadoras e leva Usami no cartório pra mudar seu nome pra Monomi enquanto assume o controle da porra toda dizendo que as memórias dos palhaços foram apagadas e ele revelaria a verdade se todo mundo se matasse, mas ninguém leva essa porra a sério... Até ver um fuckin temporizador em algo que supostamente seria uma bomba, ai todo mundo começa a se cagar de medo e ignoram o objetivo principal que era eles se tornarem coleguinhas, porém Byakuya, com um espírito de gordo tentando parecer legal, assume a liderança e diz que vai fazer um churrasco pra todo mundo ficar de boa.

Mikan Tsumiki tropeçando mais uma vez... Fanservice? Não tem nada disso aqui!

Capítulo 1: Crime ocorre, nada acontece, feijoada churrasco![editar]

Pra mostrar que é um líder super confiante e passar a mão em todo mundo durante uma revista, a versão gorda do Togami organiza um churrasco no meio de uma casinha abandonada que havia na ilha, o que poderia dar errado? O único problema era que o lugar estava pior que seu quarto, então Nagito sugere um sorteio pra escolher o fudido que ia fazer a faxina no local, que acaba sendo o próprio Nagito, isso que é sorte hein?

Antes do churrasco, o gordo pede pra todo mundo ser assediado por ele sem reclamações pois ele deveria procurar por possíveis armas escondidas e evitar que alguma merda aconteça, no meio disso ele percebe que há um espeto de churrasco faltando na lista de utensílios de tortura cozinha do cozinheiro gordo Teruteru Hanamura, mas ignora isso e leva os facões embora. No meio do churrasco acontece um apagão e a super enfermeira de fanservice usa sua incrível habilidade de tropeçar em posições constrangedoras e o leitão aparece morto em baixo da mesa e todo mundo começa a pensar "Quem diabos carregaria aquele gordo até ali?". Após tal tragédia, todo mundo sai procurando pistas pra ver quem matou a foca em baixo da mesa, sendo os principais suspeitos o chihuahua da yakuza que tinha dado um chilique e não compareceu ao churrasco e Pico Picuinha que estava cagando durante o assassinato. No meio das investigações, os pseudo-detetives vêem que o lugar é tão fudido que há lacunas no piso e supõem que o assassino furou Byakuya por baixo (ui!).

Togami gordo (interpretado pelo Gugu) após tropeçar com um copo de Nesquik e acabar entalado em baixo da mesa.

Meia hora de blablabla, investigações e acusações, finalmente chega o momento do primeiro julgamento de classe onde todo mundo deve expor seus argumentos pra provar ser inocente e não tomar na jabiraca. Primeiro os alunos discutem pra saber se Peko estava realmente cagando, o que é provado pelo fato da porta do banheiro estar trancada durante o assassinato. Após isso eles começam a discutir o cheiro da merda, intensidade da cagada e se a caganeira foi causada por laxante, mas logo desistem. Depois de um debate super útil, a conversa começa a mudar e todo mundo suspeita de Nagito, que estava limpando o barraco, e é revelado que ele planejou a porra toda, mas no fim não matou ninguém. Como todos sabem, gordo só faz gordice, e sabendo disso, o único suspeito que sobra é o cozinheiro gordo que, sabendo do plano de Nagito de matar alguém aleatório com uma faca escondida em baixo da mesa, tenta matá-lo por baixo do piso, porém o gordo líder tira um óculos de visão noturna de dentro do cu resolvendo bancar o herói salvando todo mundo e acaba sendo empalado com um espeto de churrasco no lugar de Nagito, parabéns Teruteru! Você matou a pessoa errada e foi descoberto! Após isso rola a execução onde o mini gordo vira churrasco e todo mundo comemora (ou não). O que aprendemos com tudo isso?

  • Estar cagando é o melhor álibi
  • Gordo só faz gordice
  • Gordo que tenta parecer legal só se fode
  • Quem com ferro fere, com ferro será ferido (?)

Capítulo 2: E os assassinatos continuam...[editar]

Após o assassinato de Togami e a execução de Teruteru, todo mundo fica triste pra caralho, mas devemos sempre seguir em frente, certo? Ignorando o fato de que os alunos amarraram Nagito com uma corda porque ele ficou maluco, Monokuma lança seu novo jogo baseado em fatos reais! Uma novel interativa com gráficos de Ps1 que é toda cagada e cheia de mensagens subliminares, por isso os alunos resolvem não jogar essa porra com medo de terem um ataque epilético durante a gameplay.

Bem... sempre tem uns filhos da puta pra fazer as merdas e desencadear uma sequência de merdas maior ainda. Fuyuhiko (aka yakuza viadão) resolve zerar aquela porra e acaba ganhando a recompensa de primeiro trouxa a desvendar o mistério do jogo que é um envelope cheio de fotos de cadáveres e por acaso também tem a foto do cadáver de sua irmãzinha (lembrando que todo mundo sofreu lavagem cerebral e não lembra de porra nenhuma), o que faz o mafioso começar a fazer várias teorias da conspiração ligando cada personagem do jogo a um aluno da turma. Ignorando esses fatos irrelevantes, o mecânico stalker que não tinha nada melhor para fazer, convida o protagonista para ir à praia pra por acaso esbarrar com as vadias da turma e acabar sendo convidado (tudo calculado) e no meio de tudo isso ele vê Hiyoko correndo igual uma doente mental, mas isso ela já é, então eles seguem até a casa de praia até que... Puta que pariu aconteceu mais um assassinato, e agora? A infeliz da vez foi Mahiru que levou uma porrada com um taco de beisebol na cabeça, assim como uma das personagens da novel do Monokuma, o que deixa todo mundo paranóico e iniciam-se as investigações.

Pulando as partes da investigação que são um saco, todo mundo vai pro tribunal e começa mais uma sessão de acusações, subornos, chantagens e outras merdas. Primeiro todo mundo se questiona o porque de Hiyoko ter sido vista saindo correndo durante o dia, será que ela também estava com diarréia? Não, ela não estava, mas acabou cagando nas calças quando viu o corpo de Mahiru e saiu correndo pra se limpar enquanto pensava "Fudeu!". Depois de iniciar o debate novamente com uma conversa de merda, todo mundo começa a desconfiar de Fuyuhiko que era uma bixa louca que só falava em matar os outros, mas no fim Peko confessa tudo enquanto tem um ataque esquizofrênico fingindo ser uma serial killer, deixando claro também que era escrava sexual de Fuyuhiko e havia matado a pessoa mais sensata da turma só de zoas. No fim ocorre a execução, onde Fuyuhiko e Peko são estuprados por 30 samurais negões, mas o mafioso viado sobrevive e é levado de ambulância até um hospício hospital próximo que (também) é dirigido pelo urso mais empreendedor da atualidade, terminando assim o capítulo dois, sobrando apenas malucos na ilha agora.

Capítulo 3: Mosquito da dengue e um filme cheio de mensagens subliminares[editar]

Nova forma de Nekomaru, não é o Tanaka mas virou Gundam mas que merda ein.

Na falta de ideia pra fazer todo mundo se matar, Monokuma produz dessa vez um filme cheio de mensagens subliminares e de brinde surge uma doença transmitida por mosquitos convenientemente invisíveis que se espalha pela ilha e faz parte dos azarados virarem doentes mentais, então Hyouko fica paranoica e manda isolar todo mundo no hospital pra não contrair aids. No meio de várias merdas, Nekomaru é acertado por um míssil (não me pergunte o porque) e Monokuma faz seu trabalho heróico novamente salvando mais um cidadão, porém devido aos ferimentos, Nekomaru só aparece no fim do capítulo. Ignorando as merdas irrelevantes, ocorre um assassinato duplo entre Hyouko e aquela roqueira com problemas de cabeça, agora resta ao protagonista resolver tudo sozinho novamente.

O Brasil A terceira ilha.

Iniciando as investigações como de costume, acontece a mesma merda de sempre: todo mundo no local do crime, é realizada a autópsia feita pela enfermeira fanservice, várias descobertas que te fazem começar a suspeitar de todo mundo e vamos a mais um julgamento de classe. Ignorando qualquer explicação, uma sequência de fatos é jogada na sua cara e todas as pistas começam a apontar para Mikan que no fim assume que fez merda porque acabou recuperando todas as memórias. Meia hora de conversa fiada e a execução é iniciada, onde Mikan é mandada para a lua como castigo. E agora? Como fica o fanservice do jogo? Triste, não? Mas calma, pode ter ocorrido duas mortes e a principal fonte de ecchi ter sido executada, mas também aconteceram coisas boas como Nekomaru voltando do tratamento pós-míssil... E ele volta como um Transformer... Afinal, onde isso é uma coisa boa? Quem liga pra esse cara?

Capítulo 4: Afinal, Ultimate Robôs sonham com Relógios?[editar]

Nesse capítulo, os filhos da puta estudantes restantes descobrem que tem uma ilha agora com um Hópi Hari da vida e decidem que é uma boa ideia ir todo mundo na Montanha-Russa. Enquanto isso, o Monokuma construiu uma casa de frutas que seria agora o novo motivo dos assassinatos.

Depois do emocionante passeio de montanha-russa, o grupo logo se espalha para explorar a ilha. Depois de mais simulador de namoro e merdas infinitas, o protagonista e o seu hárem de mulheres(Incluindo o Nagito) e os homens sobreviventes entram em um outro brinquedo(Aqueles trens que andam por cavernas e lugares escuros) onde encontraram um livro de segredos da Academia devidamente escondido escancarado no trem. Depois dessa pegadinha muito óbvia do Monokuma, todo mundo recebe um gás que faz dormir e então morrem faz o que o gás pediu para fazer:Dormir.

Os estudantes logo aparecem naquela casa de Frutas que o Monokuma fez, e logo eles fazem aquelas perguntas bestas, com aquela viadagem de: Ai, onde estamos?, O que fazemos aqui? Monokuma então aparece na frente de todo mundo e explica o motivo da vez: Todo mundo morre de fome se não matarem ninguém. Todos ficam chocados com o que houve, mas um deles diz que com o poder da amizade eles podem vencer tudo e etc. Depois do protagonista tentar com o Transformer Nekomaru, inútilmente, abrir a Torre daquela merda, finalmente desistem e decidem entender do que aquela torre era feita. Existia também uma Sala do Jigsaw que basicamente você tinha que fazer uns enigmas igual Zero Escape e você ganharia um prêmio por isso, sabendo qual seria a Arma Suprema que poderia derrotar qualquer um. [[Arquivo:NagitoGun1.jpg|right|thumb|200px|Nagito brincando de Roleta-Russa

Após Hajime ficar com fome, tentar sair de lá, e de mais outras certas viadagens e muito texto, finalmente eles decidem pegar os quartos para dormir. Nagito foi o primeiro a pegar o quarto de Luxo (Por que ele é um puta sortudo) e Gundham foi o outro. Depois, ficou com outros personagens que ninguém liga. Hajime então fica sem quartos, fazendo com que ele vá para o lugar das Meninas (que ficava em outro lugar), para dormir lá. Porém, até os roteiristas sabiam que Hajime só queria um surubão com as meninas, por isso o colocaram lá.

Depois de umas merdas irrelevantes, um assassinato ocorre e dessa vez era o Nekomaru Robô, que morreu na torre de Uva do lugar. Porém, por coincidência o elevador da Torre De Uva ficou preso e não era possível mudar de sala, ficando todo mundo encurralado. Inclusive o protagonista.

Nesse momento, começamos a controlar o Nagito que estava na Casa de Morango, e provavelmente não sabia porra nenhuma do assassinato. Se sabia, foi por causa do Kazuichi Dentes-de-Tubarão Soda. Ele decidiu ir naquela merda de Sala do Jigsaw do Zero Escape, por que só ele era capaz disso e etc. Entrando lá, vai ficar por sua própria conta descobrir como descobrir a senha do lugar para sair de lá. Ou, se você for burro o suficiente e não conseguir resolver, pode simplesmente pegar a resposta com a Monomi(O Nagito que vai falar, não a Monomi) e você pode avançar na história.

Depois de resolver os enigmas, Nagito brinca de Roleta-Russa com um revólver com com 5 Ballas balas na arma. Monokuma explicou que era apenas com uma bala, mas o próprio Monokuma chamou ele de Burro por que fez errado(Ele sobreviveu graças a sorte dele). Depois de um pequeno momento de tensão, Nagito finalmente entra na tão esperada sala e descobre a arma secreta(Que é basicamente o próprio lugar que eles estão que é a arma). Não só isso, como Nagito ganhou um livro do resumo da "Hope's Peak" por que ganhou o desafio no mais hardcore possível.

Depois de voltarmos a visão do Hajime, por uns 3 segundos, Hajime e a Chiaki suspeitam do porquê o Nagito aparecer na Casa de Uva se era para ele estar na Casa de Morango.

Pulando a investigação, que se resumiu ao Nagito chamando todo mundo de filho da puta e guiando todos, eles vão para a Class Trial. Que foi metade da trial Nagito xingando Hajime, suspeitando do mesmo. Depois de provarem que Gundham pode ter sido o assassino, Sonia fica putinha e tenta dizer que não, ele não é. No fim, Gundham é o assassino do caso por conta de um erro no álibi dele.

Personagens[editar]

  • Hajime Hinata: é o protagonista da vez. Ele é um tsundere compulsivo e veste roupas normais. O seu talento é... hum... inicialmente desconhecemos, mas com o avançar da história percebemos que o superpoder talento de Hajime é pegador bissexual nenhum.

Durante o jogo Hajime tem que lidar com os ataques de demência de Nagito.

Como o jogo resume-se num simulador de hentai namoro, Hajime tem que passar o tempo com muitos personagens, alguns deles bonitos e gostosos e outros apenas chatos e insuportáveis.

No final é revelado que Hajime tem uma versão emo chamado Izuru Kamukura, que é basicamente o bichão mesmo.

  • Nagito Komaeda: é o antagonista da história. De início ele aparente ser bonzinho, mas depois de um mindbreak, ele enlouquece de vez.

Ele é tipo um Makoto versão gostoso e inteligente, ele tem um fetiche estranho por esperança, tem demência e cancro, e tem a mesma voz e talento.

Nagito tem uma paixão platónica (supostamente) por Hajime, mas ele tenta esconder parecendo um louco obcecado. (típico tsundere)

  • Chiaki Nanami: é a típica waifu do jogo, ela é basicamente um grande fan-service. Ela tem o talento de traidora gamer, ela gosta de basicamente todos os jogos, mas em especial jogos BL e Danganronpa 2 jogos da era dos dinossauros.

Ela tenta roubar o Hajime de Nagito muitas vezes (mentira, Hajime é que vem ter com ela), mas no final nenhum dos dois ganhou.

  • Byakuya Togami: é um mauricinho arrogante... mentira, este não é o mesmo do primeiro jogo (ou não). É o aparente personagem gordo do jogo, mas ao contrário do anterior, este tem um QI bem mais elevado, sendo um dos personagens bem mais sábios do jogo.

Ele tenta criar uma ditadura, mas acaba sendo morto por "engano".

Mais tarde é revelado que ele era algum fanboy cosplayer que se podia disfarçar em qualquer um.

  • Sonia Esquece Nevermind: é a princesa do jogo. Ela não é patricinha como qualquer outra princesa, mas ela não é virgem (é a piada do jogo, literalmente).

Ela é constantemente assediada por Teruteru e por Kazuichi. Apesar de ser bondosa, ela é bem obscura. Gosto de ocultismo, ela é uma cópia descarada dos Nirvana, e... acho que não vale a pena explicar o sobrenome, né?

  • Gundham Tanaka: outro louco, apesar deste ser apenas um excêntrico sem amigos. É o típico personagem que é melhor tomar cuidado, porque fica óbvio que fez algum pacto com o Diabo.

Ele tem quatro hamsters, que por sinal são bem mal-desenhados fofos! O que atrai a Sonia. (então pronto... vocês já estão a entender o triângulo amoroso, certo?) Fez um pacto com o diabo e gosta de se isolar dos outros.

Tem o talento de ser princesa da Disney e zoófilo.

  • Kazuichi Coca-Cola Soda: é o típico personagem chato de cada jogo, o visual é o melhor de todos, mas a personalidade é das piores. É um típico frustrado, que gosta da Sonia, mas ela não lhe dá bola. É óbvio que existe um triângulo amoroso entre Sonia, Gundham e Kazuichi, sendo que... não é preciso explicar como é).

Ele na grande parte do jogo está fazendo porra nenhuma. Ele tem o talento de mecânica e de gritar como uma vadia desafinada.

  • Fuyuhiko Kuzuryu: tem o talento de baby face mafioso, basicamente ele só controla toda a Yakuza. Apesar da cara de anjo e a altura do Chucky, ele tem uma personalidade bem rude e costuma tratar todos por algum palavrão genérico.

Mais para a frente, com a morte de Peko (a sua namoradinha), ele vira mais amigável e começa a tratar todos bem.

  • Peko Pekoyama: é uma espadachim albina, que obviamente não trabalha para o Fuyuhiko, ela é bem rígida, mas é uma personagem bem okay. Realmente não tem muito que dizer sobre ela.
  • Mikan Tsumuki: ela é a Super Estudante do Ensino Médio Nível Fan-Service Enfermeira. Ela tem o incrível poder de tropeçar igual aos personagens dos filmes de terror dos anos noventa, só que cai em posições que digamos, não lhe favorecem.

Ela é tímida e bonitinha, costumando-se atirar para todos fazendo-se de inocente.

  • Mahiru Koizumi: uma machista que tem o talento de ser lésbica postar boas fotos no facebook (mentira quem usa isso hoje em dia?) instagram. Ela costuma ser bem rígida com os garotos mas ninguém dá a mínima para ela. Ela é a mais normal do grupo (e a mais esquecida).
  • Hiyoko Saionji: basicamente a cabra do grupo, ela é uma criança que conseguiu se infiltrar com todos, ela é uma dançarina tradicional (do Japão, ora) que normalmente é rodeada por pedófilos lolicons. Costuma fazer bullying com Mikan e às vezes com o resto do grupo. Ela tem uma queda por Mahiru, mas a garota é hetero demais e não repara.
  • Ibuki Mioda: a tagarela e referência a K-On! e assim como no anime ela faz porcaria nenhuma durante o jogo todo, excepto ser útil no primeiro caso e ser adorávelmente engraçada, e chata.

Ela é também uma óbvia referência a Avril Lavigne, até porque ela também tem problemas de identidade.

  • Teruteru Hanamura: é o pervertido do grupo, ele é aquele típico personagem que chama "gostosa" a uma mulher e diz que é elogio, assim como o Kazuichi. Fica óbvio que é pansexual durante o jogo, até porque às vezes ele se atira para o Hajime.
  • Akane Owari: atleta super peituda do jogo, ela é tipo uma Aoi Asahina com menos cérebro e mais corpo.

Basicamente ela faz nada de coisas úteis no jogo.

Uma curiosidade é que ela era para ser a traidora do jogo. (Tipo a Tsumugi do terceiro jogo)

A maior parte das conversas dele envolve merda.

  • Usami/Monomi: é a mascote da vez. Ela não é do desespero, mas é do lado esperança. Ela fica dizendo babaquices como: "Love-Love" ou coisas de garotas mágicas, uns negócios sem sentido.

Inicialmente ninguém confiava em Usami, excepto a Chiaki.

  • Monokuma: e finalmente, o grandioso e único: Monokuma. O urso do desespero, e filósofo que faz referência a qualquer coisa a qualquer momento, aparece novamente para estragar a rotina de paixão e amor de Hajime e os outros, mesmo assim eles continuam a conversar como se nada tivesse acontecido, mesmo depois da morte de alguns de seus colegas.

Desta vez o mastermind era... isso mesmo: Junko Enoshima, mas desta vez era só a Inteligência Artificial dela, até porque o poder de analisar tudo dá-te clarividência.

Jogabilidade[editar]

Apesar de ser uma visual novel, o jogo não se resume apenas em ler textos... Na verdade se resume nisso ai sim, porém tem alguns diferenciais como poder falar com as pessoas no seu tempo livre, tendo que andar mais de 50 quilômetros para encontrar alguém, pois geralmente todo mundo está na puta que pariu... E sabe pra que você conversa com as pessoas em seu tempo livre? Pra coletar fragmentos de viadagem esperança, o que não serve pra porra nenhuma, e de brinde você ganha informações da pessoa pois o protagonista é um stalker maníaco profissional. Essas informações também não servem pra porra nenhuma, já que geralmente os personagens stalkeados acabam morrendo, então a melhor alternativa é tacar o foda-se pra isso e ler essas informações na internet, que gasta menos tempo. Não podemos deixar de citar o fato de que o jogo tem um contador de passos que serve pra "evoluir" a versão Pokémon de Monomi que você carrega no seu aparelho de última geração. Essa versão Pokémon de Monomi se chama Shitmi, e a medida em que você vai andando, essa bosta ambulante vai crescendo, até o ponto de se enforcar com uma corda, muito útil, não é mesmo?

Ainda falando da jogabilidade (que se resume em textinhos...), tem a parte do julgamento de classe em que uma conversa chata pra caralho onde todo mundo apresenta fatos e argumentos é transformada numa batalha de ofensas em que você deve provar a qualquer custo que sua opinião vale mais que a de todo mundo. Ah, sobre a jogabilidade, voltando ao assunto, durante o julgamento você vai montar quebra-cabeças, jogar Fruit Ninja usando as falas dos outros como alvo, andar de skate numa pista mental onde as respostas para todos os problemas da humanidade se encontram e é assim que funciona um julgamento em Danganronpa 2.

Ver Também[editar]