Dante Alighieri

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O Desentrevistas
possui uma entrevista com
Dante Alighieri

Cquote1.png O poeta não morreu, foi ao Inferno e voltou Cquote2.png
Barão Vermelho sobre Dante Alighieri
Cquote1.png Esse garoto esperto vai se meter em altas confusões, em uma aventura do outro mundo em busca de um grande amor, enfrentando desafios que até Deus duvida! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre Dante
Cquote1.png Gostamos dele. Cquote2.png
Sepultura sobre Dante Alighieri
Cquote1.png Eu não gosto de vocês! Cquote2.png
Dante sobre Sepultura

Dante em sua época de fama e fortuna.


Dante Alighieri, homossexual, sodomista de porcos, escritor, pedófilo e pizzaiolo italiano, entrou para os anais da História Universal como autor da Divina Comédia (que, apesar do nome, não é engraçada), obra em três volumes em forma de poesia que conta a história de sua viagem através do Inferno, do Purgatório e do Céu em busca da sua ninfeta musa inspiradora, Beatriz. Um filme baseado na obra, dirigido por Steven Spielberg, está previsto para ser lançado no ano que vem.

[editar] A tenra infância

Nascido em 1242 na cidade italiana de Ravioli, ao sul do Rio Sugo, Dante foi o sétimo filho de Panini e Porpetta Alighieri. Seu pai e seus irmãos mais velhos trabalhavam como coveiros (profissão que, na época, tinha um mercado de trabalho muito amplo devido à Peste Negra, que matava milhares por dia), mas o pequeno Dante não queria enterrar daquela maneira suas perspectivas de vida.

O Duque de Funghi perguntando à mãe de Dante que ela prefere o salame inteiro ou aos pouquinhos
Sua mãe (quero dizer, a mãe dele) entrou em contato com um grande amigo da família, Giovanni Inrabadore, Duque de Funghi, diretor da Escola Rigatoniana de Belas Artes, e solicitou-lhe uma bolsa, uma sacola, mesmo um porta-níqueis de estudo para o pequeno Dante. Levando em consideração o cordial relacionamento que mantinha com Porpetta, o Duque aceitou e permitiu que o pequeno Dante estudasse sem pagar nada. Sua mãe, entretanto, pagaria. E como. Para ela, não havia problema, já que tinha o costume de pagar direitinho para seu marido, seus amigos e toda a vizinhança.

Assim, em 1250, aos oito anos, o pequeno Dante...

Cquote1.png Você está repetindo demais essa história de "Pequeno Dante". Essa repetição é cansativa e se torna um chavão. Elimine isso. Cquote2.png
Professora de Redação de cursinho pré-vestibular sobre o estilo do autor deste texto

... perdão, Dante seguiu para a cidade vizinha de Rigatone, onde estudaria na Escola de Belas artes até completar 17 anos. Durante todo esse tempo, sempre foi um aluno aplicado e dedicado, com excelentes notas e desempenho impecável. Exatamente por isso, nunca teve amigos nem conseguiu pegar ninguém, tornando-se um intelectual recluso.

[editar] A melancólica fase adulta

A Torre de Pizza, mais um grande projeto Alighieri & Comeschanna
Ao completar 17 anos, Dante decidiu prestar vestibular para Arquitetura na Pontifícia Universidade Católica Apostólica Romana (PUCAR), pois sonhava em ser um grande construtor de palácios, castelos e toda espécie de atração turística europeia.

Por ser um excelente aluno, Dante passou de primeira no vestibular e dedicou-se seriamente aos estudos, a ponto de ser recrutado por seu professor Giuseppe Comeschanna, um dos mais importantes arquitetos da época, como desenhista-assistente. Entre as obras realizadas pela dupla, estão a Torre de Pizza Pisa, o Coliseu romano e o manilhamento de Veneza.

Depois de formado, Dante seguiu carreira como arquiteto. No entanto, apesar do sucesso e da fortuna acumulada em suas obras superfaturadas, Dante sentia que ainda lhe faltava alguma coisa. Deprimido, passou a faltar o trabalho, a beber e a jogar - enfim, começava a viver - mas nada daquilo era capaz de fazê-lo voltar a sorrir. Estava disposto a largar tudo e a voltar à sua cidade, mesmo que fosse para trabalhar como coveiro como seu pai e irmãos.

[editar] Beatriz e A Divina Comédia

Beatriz, a musa de Dante, na época em que despertou sua paixão
Beatriz, quando Dante a reencontrou

Deprimido, Dante costumava ir quase todo dia à mercearia que ficava em frente à sua casa para beber. Numa tarde quente de março, enquanto tomava uma cerveja com seu amigo Picolino, viu passar pela calçada aquela que seria o grande amor de sua vida: Beatriz. Acompanhada pelos pais (ela tinha então 13 anos), ela despertou em Dante uma ereção paixão tão forte que ele soube, naquele momento, que poderia voltar a ser feliz.

Por sua falta de experiência com o sexo oposto e por já ter passado dos 30, Dante não sabia exatamente como se aproximar de uma menina tantos anos mais jovem. Preferiu uma abordagem direta: assim que seus pais deixaram Beatriz no parquinho para brincar, ele chegou perto dela e disse em seu ouvido:

Cquote1.png Vem cá, neném, que te dou um picolé de carne. Cquote2.png
Dante sobre Beatriz
Visão esquemática do Inferno, com os círculos concêntricos e o Mal Maior no centro

Cquote1.png Vai pro Inferno, ô comédia. Cquote2.png
Beatriz respondeu.

Dante ficou parado por alguns momentos, sem ação. Depois, cego de paixão, sem nem pensar duas vezes, foi exatamente o que ele fez. Foi a uma agência de viagens em Roma e comprou um pacote para o Inferno, onde viveu as mais loucas aventuras com uma turminha da pesada que aprontava todas! Aproveitando que já estava metido na maior roubada, estendeu a viagem também ao Purgatório e ao Céu.

Ao final do passeio, que levou três anos, Dante resolveu transformar seu diário de viagem num livro, que chamou de Pé na Estrada A Divina Comédia em homenagem à sua musa Beatriz. Ele, coitado, acreditava que mulheres gostavam de intelectuais e foi à casa de sua amada com o livro debaixo do braço.

Chegando lá, bateu na porta e a própria Beatriz atendeu. Estava gorda, cansada, com os cabelos desgrenhados. Nada disso seria problema para ele, mas ainda havia algo pior: ela já havia se casado, com um pagodeiro jogador de futebol. A decepção foi demais para ele, que resolveu desistir de tudo de uma vez por todas e voltar para sua cidade natal trabalhar como coveiro, onde ficou trabalhando até sua morte, aos 69 anos, em um ataque cardíaco em decorrência de extremo esforço físico.

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