Dante XXI

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Were-Only-in-It-for-the-Money.png Este artigo se trata de um álbum

E a Carla Perez já completou o dela com figurinhas da copa.

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A capa do disco, na imagem, é retratada uma outra versão de pintura original de Dante Alighieri, se você for comparar com a imagem original, verá que essa versão é uma merda.

Dante XXI é o décimo disco voador músical da banda brasileira de lixo metal Sepultura. É mais um desses álbum conceptuais para ganhar fãs metidos a intelectuais e ganhar umas boas críticas de supostos especialista, por é baseado na famosa obra de Dante Alighieri, a Divina Comédia, onde eles plagiam se baseiam no Inferno, Purgatório e Paraíso contados no livro, para criarem suas composições, dizem até que o álbum conseguiu ficar melhor que o próprio livro pois conseguia passar conhecimentos da literatura para metaleiros vagabundos. Esse foi o último álbum de Igor Cavalera na banda, pois ele viu que a parada não estava dando muito dinheiro, depois de sair da banda ele resolve criar marca de roupa e depois entrar numa outra banda de Max Cavalera, o Cavalera Conspiracy que é mais um desses projetos para vender disco e ganhar uns trocados. Ele foi substituído por Jean Dolabella nos discos seguintes. Também foi lançado pela SPV GmbH.

Informações do álbum[editar]

Dante XXI originalmente teria que se chamar Dante 69, mas o nome teve quer ser alterado, pois foi em 1969 que a avó do baixista Paulo Jr. morreu, o título foi alterado em respeito a memória da avó do integrante da banda. A banda lançou singles nesse álbum, além de um vídeo clipe, que com um pouco do [[suborno do dinheiro das vendas, conseguiu ganhar o prêmio de Melhor Edição de Vídeo do Ano.

Foram adicionados covers da banda super macho Judas Priest, pois a banda não tinha mais novas ideias para compor músicas, os covers ficaram tão ruins que nem todas as versões do disco apresentavam esses covers, e alguns vieram como faixa bônus. Além de gravar tributos para certas bandinhas dos anos 80 que ninguém conhece mais hoje.

A ideia original do álbum era plagiar o Metallica no em seu álbum ao vivo de metal sinfônico,e fazer um álbum conceitual sobre o filme Laranja Mecânica, só que nenhum dos integrantes já tinha visto o filme, só achavam que era um bom tema para fazer a banda pagar de intelectual, mas eles decidem deixar essa ideia para o próximo álbum, e fazem o disco com o tema da Divina Comédia já que uma groupie da banda já tinha lido o livro muito bem.

Recepção[editar]

Após o lançamento do álbum, críticos musicais afirmaram que esse era o melhor álbum com Derrick Green (eles falaram a mesma coisa no álbum anterior!), o álbum foi considerado mais um exemplo de lixo metathrash metal a todo vapor, e ainda puxou o saco do nego, comparando seu vocal com o de Max Cavalera! Era o de se esperar de depois dos altos subornos que a banda pagou para todos os editores de revista, produtores músicais e a puta que pariu. Esse álbum marca a volta da maior fase lixo thrash da banda. Afinal, novamente eles trairam o movimento do groove metal pra fazer uma graninha extra. Mas a capa do álbum foi criticada, chegando a ser comparado com modinhas de indie rock. Mas nem tudo foram somente flores! Esse álbum foi uma grande merda comercial, vendendo somente 2.300 cópias na primeira semana, 2.300 cópias não é nem metade dos seus irmãos, dizem que os integrantes passaram fome na época de lançamento dessa álbum. Felizmente ganhou um prêmio de consolação, um prêmio que não ganham desde o lançamento do Roots. O que fez eles ficarem felizes e mesmo assim gravar mais um álbum.

Formação[editar]

Os membros da formação, repare no sorriso irônico de Igor Cavalera

Faixas[editar]

Lost (Intro)[editar]

A abertura dessa grande obra música, como diz o nome, o objetivo é você se perder na música bem no começo.

Dark Wood of Error[editar]

Conta a história de um vibrador usado pelos membros da banda ainda na época da gravação do Bestial Devastation. Ele era preto, grande e grosso, como sugere o nome.

Convicted in Life[editar]

Uma música que protesta contra qualquer tipo de música depressiva, principalmente o DSBM. Fazendo os metaleiros abandonarem qualquer idéia de suicídio, coisa de emo.

City of Dis[editar]

Fala sobre uma cidade onde só vivem analfabetos de nível extremo, em vez de eles escreverem diz eles escreviam dis. Muitos usuários do orkut residiam nesta cidade.

False[editar]

Uma referência ao futuro sucesso de uma música de Valesca Popozuda, a tradução da música sugere amigos falsos e invejosos, logo entra a letra da música da grande pensadora contemporânea, "Beijinho no Ombro"!

Fighting On[editar]

Lembra a adolescência dos integrantes da banda, na época que eles gostavam de brincar de lutinha.

Limbo (Intro)[editar]

Outra introdução desnecessária, que por incrível que pareça, fica no meio do álbum.

Ostia[editar]

Uma breve manual de como fazer a primeira comunhão, para poder comer comer o pãozinho que o padre serve na missa.

Buried Words[editar]

Fala de um raríssimo caso, de palavras que sempre queriam ser mágicas durante sua infância. Elas gostavam de se enterrar vivas e se libertar, até que um dia o truque falhou e elas morreram soterradas.

Nuclear Seven[editar]

Essa canção serviu de influência para o grande número de bandas de thrash metal que iriam criar letras com o tema nuclear, mosh, beer, mosh, nuclear... criando assim um dos principais clichês do metal.

Repeating the Horror[editar]

Fala sobre um vício do baixista Paulo Xisto de assistir filmes de terror, até que um dia ele assistiu O Exorcista, ele gostou tanto que resolveu assistir de novo, assim ele "repetiu o terror".

Eunoé (Intro)[editar]

Mais uma "intro" no meio do álbum(ou no final), que só serve para encher linguiça.

Crown and Miter[editar]

Uma música que serve para ser tocada em locais onde estão ocorrendo emergências, pois o refrão dela é Há uma saída.

Primium Mobile (Intro)[editar]

Mais uma merda de intro a toa.

Still Flame[editar]

Uma musiquinha bem legal até, só que a letra dela é uma grande bosta.