Daocujá

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Daocujá
Até o modelo dessa foto quer daocujá.
Até o modelo dessa foto quer daocujá.
Classificação científica
Reino: Cunnilingus
Classe: Sodomia
Ordem: Luxúria
Família: KY
Espécies
  • C. analus

Cquote1.png Buraco é buraco... Cquote2.png
Antigo ditado árabe sobre daocujá

Essa mulher desejou daocujá e acabou sendo atacada por um vampiro turco.

O daocujá é a fruta milagrosa do Daoculigeiro, uma árvore nativa das estepes russas, da savana africana e dos desertos da Arábia. De origem grega, seu sabor exótico é apreciado desde a antiguidade, sendo consumida em saunas e atrás de arbustos e armários por pessoas que não lembram do Mário. A planta é de cultivo fácil, dando o ano inteiro, a não ser em períodos de menstruação.

História[editar]

Pesquisas arqueológicas revelaram que a fruta já era consumida durante a pré-história nas regiões mais remotas do planeta, como o Acre. O primeiro registro histórico do cultivo da planta foi encontrado em uma escultura em baixo-relevo na Mesopotâmia, datada dos ânus de ouro das antigas cidades do crescente fértil. Esses povos nômades do deserto, acostumados a uma vida árida como seu ambiente, queriam daocujá desesperadamente, mesmo com areia por cima, para gozar um breve momento de prazer em uma vida de sofrimentos sem fim.

O historiador romano Comus Teucus Agoras conta em seu livro A Vida Sexual dos Doze Césares que Júlio César, antes de ser imperador, costumava entrar na tenda dos centuriões à noite e pedir daocujá. Mais tarde, com o fim da república romana e o assassinato de César, Marco Antônio escapou para o Egito, onde a fruta era adorada como uma encarnação da deusa Ísis. Ele passou a exigir daocujá para Cleópatra todo dia, até durante o banho.

Com a queda do Império Romano e o fim do Império Bizantino, o vegetal passou para a clandestinidade na Idade Média, condenada pela Igreja Católica como a fruta original que Adão provou nos jardins do paraíso. Nessa época de grande repressão, apenas os coroinhas recebiam daocujá dos padres, exemplares que os monges abádes cultivavam secretamente em sua celas, quando ninguém estava olhando. Com o começo das grandes viagens marítimas e o início da Renascença, daocujá virou moda entre grandes artistas como Leonardo daocujá Vinci, Michelangelo e Tiririca.

Em 1865, o antropólogo inglês Richard Burton tornou-se o primeiro ocidental moderno a provar a fruta durante uma expedição à Bulgária, após conseguir daocujá para um grupo de jovens halterofilistas besuntados com óleo que estavam treinando em uma sauna local. Burton adorou o sabor exótico e picante, e passou a exigir daocujá para todas as pessoas que encontrava em suas viagens de exploração mundial.

O cientista Charles Darwin, famoso por ser um entusiasta da fruta, consumiu e catalogou centenas de variedades da planta que recebeu do mundo inteiro, de noite e de quatro dentro de um quarto escuro. Ele escreveu a respeito em seu livro clássico, Origem das Espécies: "A variedade africana é escura e tem carnes mais suculentas e abundantes. A variedade japonesa é amarela e extremamente rígida e inflexível, não cedendo facilmente a mordidas mais fortes, e apresentando um detalhe curioso - o sulco central na horizontal. A variedade alemã é extremamente pálida e murcha, com um botão cor-de-rosa no meio do sulco central."

Nos tempos atuais, a fruta ainda é cultivada no mundo inteiro, sendo muito popular nas cidades de Campinas e Pelotas.

Preparação[editar]

Não confunda o daocujá com o abaixaqui, uma fruta totalmente diferente.

A fruta deve ser comida crua e o mais rápido possível. Algumas precauções devem ser tomadas para evitar certos efeitos colaterais resultantes de seu consumo, como a ejaculação precoce e fissura anal. O uso de lubrificantes naturais como saliva e barras de manteiga não é recomendado. Chefes de cozinha de nível internacional pedem daocujá como ingrediente principal durante orgias, utilizando vaselina e expansores anais durante a preparação de pratos refinados com o vegetal. Daocujá, assim como a cocaína, é muito consumida nas festas da alta sociedade.

Cultivo[editar]

O pé de daoculigeiro deve ser plantado no meio de dois morros, em um buraco localizado exatamente no centro da depressão central. O agricultor deve usar uma máscara de oxigênio para evitar a inalação de gases tóxicos, e levar um rolo de papel higiênico para limpar o barro que existe dentro do buraco, que pode eventualmente sujar seu instrumento de trabalho.

Ver Também[editar]

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