Dependência de Ross

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Esse artigo é uma seção da série geografia da Nova Zelândia

Dependência de Ross , a Antártica Zelandesa é o pedaço de pizza neo-zelandês da Antártica.

História[editar]

Scott Base, capital da Dependência de Ross, repare a cidade ao fundo.

A região foi descoberta pelo almirante, marinheiro de última viajem e louco esquecido pela história James Clark Ross, rival do mais ou menos conhecido Roald Amundsen.

A única habitação da região, a Scott Base é composta de duas tendas térmicas e três iglus habitadas por jornalistas do Globo Repórter produzindo algum tipo de documentário desinteressante ou por pesquisadores do Discovery Channel produzindo documentários mais decentes, porém igualmente desinteressantes.

A região de Ross é uma atração em virtude dos krakens que habitam seus mares, lulas colossais assassinas de 15 metros que parecem ter vindo de outro planeta e o gelo que é branco.

Geografia[editar]

A região de Ross é conhecida fisicamente por causa de varias peculiaridades.

Em sua região de terra gelo firme há diversos vulcões de gelo que no lugar de lava, fogo e fumaça, expele gelo e neve, parecendo algo vindo de um videogame.

O vulcão mais famoso é o Monte Terror das Criancinhas, único local na Antártica onde você morre de calor/queimado/incinerado.

Na região Zelandesa da Antártica se localiza a maior plataforma de gelo flutuante do mundo, a Plataforma de Gelo de Ross, melhor local no mundo para se jogar partidas de hóquei e praticar patinação de gelo.

Cultura[editar]

Como toda dependência neo-zelandesa que se preze, em Ross é praticado uma rotina de esportes super radicais para matar o tempo como Rúgbi na Neve, Bogiejump sem corda, Surf na Avalanche, Paraquedismo sem para-Quedas e Excursão ao Vulcão.