Descifras:Pra não Dizer que não Falei das Flores

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Este artigo fala de um HIT

É uma música chata, repetitiva e seu vizinho adora!!
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Para os fanáticos religiosos entre nós que escolhem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Pra não Dizer que não Falei das Flores.


Cquote1.png Tá, tá... você falou das flores, agora para de cantar esse lixo... Cquote2.png
Você sobre Geraldo Vandré

[editar] Sobre a música

Povo curtindo Geraldo Vandré enquanto gritam pelas Diretas Já nas ruas...

É uma das principais canções de viado comunista protesto, amplamente tocada e cantada nos tempos da Ditadura (uíí!), e por vagabundos estudantes em quebra-pau com a polícia e nas invasões de Reitorias nas universidades públicas. Também é muito apreciada pelos Sem Terras, em confronto com a Tropa de Choque, após quebrar a tua cidade, tua lavoura, comer tua mãe, tua irmã e tua bunda...

Sua execução foi proibida nos tempos da Ditadura, uma vez que os militares eram dotado de bom senso, na qual nem este lixo, como tantas outras porcarias não tocavam nas Rádios.

Na seqüência, será analisada cada verso desta famosa canção (EM VERMELHO COMUNISTA PORRA!!!)...

[editar] Letra

Letra Análise
Caminhando e cantando e seguindo a canção (Coisa de vagabundo,pois anda e assovia sem objetivo...)
Somos todos iguais braços dados ou não (Que gay isso...)
Nas escolas nas ruas, campos, construções (Lugares onde ninguém quer ficar...)
Caminhando e cantando e seguindo a canção (Mais vadiagem...)
---
Vem, vamos embora, que esperar não é saber, (Só para quem não sabe a hora do próximo ônibus...)
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer (Não é bem isso na fila do SUS, Previdência...)
Vem, vamos embora, que esperar não é saber, (Te chamam para fazer tumulto...)
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer (Mais repeteco de música ruim...)
---
Pelos campos há fome em grandes plantações (Se for de cana sim, mas se for de maçã, o boia fria morre de fome porque é burro...)
Pelas ruas marchando indecisos cordões (Depois de um "mé", até eu fico perdido...)
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão (Isso é para fugir do "borrachão da PM...)
E acreditam nas flores vencendo o canhão (Só Gandhi conseguiu isso. Já eu sairia correndo...)
---
Vem, vamos embora, que esperar não é saber, (Mais repeteco... Renderia um pagode...)
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. (Ainda mais repeteco, chegou no estágio do funk...)
---
Há soldados armados, amados ou não (Redundância isso, pois nenhum soldado enfrenta a multidão "no braço"...)
Quase todos perdidos de armas na mão (Perdido estarão se desobederecem seus superiores, ou seja, "borracha neles...)
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição (Alguém tem que manter a tradição...)
De morrer pela pátria e viver sem razão (Qual outra razão tem a existência do exército?)
---
Vem, vamos embora, que esperar não é saber, (Vai popozuda, é funk do Geraldão!)
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. (Vai popozuda, vai descendo até o chão...)
Vem, vamos embora, que esperar não é saber, (Rebola potranca, rebola de montão...)
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. (Rebola potranca, rebola até o chão! chão! chão!!!)
---
Somos todos soldados, armados ou não (As árvores também somos nozes...))
Caminhando e cantando e seguindo a canção (Por isso que a polícia descia a borracha nesse pessoal...)
Somos todos iguais braços dados ou não (Muito gay isso de passear de braços dados com qualquer um...)
Os amores na mente, as flores no chão (Isso foi o Clodovil quem escreveu...)
A certeza na frente, a história na mão (Já isso quem deu a ideia foi um vendedor de enciclopédia...)
Caminhando e cantando e seguindo a canção (Zzzzzzzzzz...)
Aprendendo e ensinando uma nova lição (Zzzzzzz...)
---
Vem, vamos embora, que esperar não é saber, (Haja saco...)
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. (Ponte que partiu! O cara só canta isso...)
Vem, vamos embora, que esperar não é saber, (Ok! Já entendí...)
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. (Já lí isso...)

[editar] Vídeo

Pra não Dizer que não Falei das Flores


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