Deslistas:Bairros de Natal

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Não leia essa babaquice se você for um chato de galocha ou um turista pinéu.

Eis o Guia Crônico e Anacrônico dos Bairros de Natal/RN, com suas peculiaridades culturais, filosóficas e transexuais. Não deixe de ler se você é um turista aberto a conhecimento profundo da vida cotidiana do natalense, turistense e gringuense.

Leia, mas não deixe de vir, nossa economia está intrinsecamente relacionada com o seu $$dindin, caríssimo turista, já que praticamente não temos mais fábricas de porra nenhuma e nem outra fonte de produção que eu me lembre. Aproveite e venha conferir (você não quer que eu passe fome né?)

Tínhamos muitos bairros aprazíveis, até que veio a possibilidade de se financiar veículos automotores em 250 prestações, agora, cada pessoa aqui dirige um carro (com isso, não existe mais retorno, fazer o balão é coisa do passado, você só pode andar em linha reta ou arrudiar os quarteirões, tá um saco); além disso, fundaram um presídio federal em Momossossororó atraindo tudo que é de bandido gente boa para cá. Vejamos como anda a nossa famosa e bucólica qualidade de vida:

Tabela de conteúdo

[editar] Região Norte

Da grande Shock Casa Show, para os corajosos.

Zona Norte ou Zona Morte — Conhecido popularmente como ZONA. Por volta do ano 666, os Zonienses uniram-se ao redor do líder messiânico Luiz Almir (o Cacicão), e proclamaram a independência. Desde então, não se sabe ao certo as coisas que circulam por essa área. O indivíduo tem que ter um treinamento especial para chega lá, onde o povo é hostil. E se você fala isso na cara deles eles ficam hostilizados. O sistema de água e esgoto é todo baseado no Rio Potengi (que faz a fronteira com Natal), onde é despejado o esgoto na nascente, e eles utilizam a água da foz para banho. O líder messiânico disse que dessa forma ajudaria a reciclar os dejetos. Em suma, sabemos de boatos como roubos de botijão de gás, dizem que as pessoas já nascem com o destino de... pegar coisas alheias emprestadas, sem pedir emprestado e, claro, sem devolver, mas nada ainda é certo, nada é provado afinal, depois da independência, quem pisou lá nunca mais voltou... Desconfia-se de que são canibais. Se você aprender a andar por lá, está treinado para morar em qualquer cidade do Oriente Médio.

  • Pajuçara 2 — Bairro conhecido como por ter a favela do Dom Pedro ou perto da Lagoa dos Sapos. Quem mora la dá o cu todo dia.
  • Parque das Dunas (ou P.Q.D para os íntimos)— Um bairro muito interessante onde as menininhas, de 10 anos acima, já praticam o namoro. E não tem canto não, é atrás da creche, do lado do centro comunitário, atrás da igreja (de tanto haver atos libidinosos foi cercada), em qualquer canto. A praça do bairro já foi palco de vários crimes de homicídios a dedinhos em partes íntimas. Os jovens de 11 a 18 anos ainda em fase de formação mental entram em torcidas organizadas e saem por aí cantando cantigas ridículas com o batidão de teclado horrível.Vale ainda ressaltar seus dois pontos turísticos, durante os longos períodos de chuva, a "Lagoa da Borboleta" (também conhecido como Buraco de Micarla) e a "Lagoa do Brasil Novo", que enchem de beleza e alegria os dias chuvosos dos moradores.
  • Igapó — Gentílico: os Cão. Os Cão são um povo que vive no mangue, tomam banho de lama preta e só comem caranguejo.
  • Panatis — A parte rica da Zona Norte, onde os leite com pêra (filhinhos de papai) e idosos habitam. Também conhecida como a Zona Sul da Zona Norte.

[editar] Região Leste

Tem bairros preferidos pela esnobreza papa-gerimum (Petrópolis, Tirol) e ex-bairros periféricos comerciais (e furdunçais, como Alecrim), além da antiga e prostibulástica cidade (Ribeira), onde havia o Grande Hotel, hoje pátio de Justiçamentos (que decadência).

  • Alecrim — Foi o local escolhido, para ser a morada de Lúcifer, quando fundou o Halloween. É atualmente o bairro-feira do interior que roubou o título da Feira da Sulanca de Caruaru. Lá tem de tudo, você pode comprar desde produtos de procedência garantida made in China e Paraguay até uma AK-47. É o lugar para onde você manda sua mulher quando ela estoura o cartão no shopping. Não vou nem dizer qual é a alta concentração.
Jovens num fim de semana ensolarado na Ribeira
  • Ribeira — Primeiro bairro da cidade, enquanto Natal, com muitos casarões velhos, que dizem ser patrimônio histórico. Nos fins de semana, é refúgio de adolescentes vestidos de preto, momento de socialização sagrada dos descendentes de Latan, O Galado. Depois que impediram as construções novas sob alegação de tombamento das antigas e o bairro se tornou reduto de maconheiros, prostíbulos e mecânicos, o Grande Satã marido da Viúva se arrependeu e agora estão querendo empurrar umas famílias desavisadas para lá de novo. É conhecida como a Bagdá de Natal. Dava muito Pinta maconheiro nas festas por lá (quando fecham a rua Chile); agora dá mais maconheiro não pinta mesmo. Alta concentração de almas perdidas.
  • Cidade Alta — Possui este nome porque esteve em alta no mercado imobiliário. Em decadência. Era o antigo Centro da Cidade, antes do Midway entrar em funcionamento. Com muitos comércios e nenhum lugar para estacionar, tem um aprazível ambiente, com muitos calçadões e sem nenhuma árvore . Quando a galera quer pegar um bronze, vai fazer as compras por lá. Alta concentração de mal de Parkinson e Alzheimer.
  • Tirol — Bairro antigo de Natal, novo e atual "Centro da Cidade" (Shopping). É o mais diversificado: o senso comprovou, onde tem o maior contingente de veados pessoas que optaram pelo comportamento sexual diferenciado. Tem o seu valor. O número de veículos supera o de moradores do resto da cidade. Todo mundo vai passear no Shopping e fazer cooper no Bosque dos Namorados. É conhecido por ter um grave problema social: é o bairro mais difícil de se tirar o carro da garagem. Lá é onde todo mundo se encontra, desde os que moram no NEM até os que moram em Petrópolis e dizem que nunca vão no Shopping pois é popular (mas volta e meia você os encontra lá), passando pelo pessoal do interior que vem ver como anda a civilização. Tem também uma universidade duvidosa que fica com a maior parte dos rendimentos dos pais e mães da cidade. O Bosque dos Namorados (ou "Parque das Dunas" para o turista - quem foi mesmo o imbecil iluminado que mudou o nome do local?), com sua incrível circunferência de 900m, é o principal parque da cidade, e, claro, tiveram que, agora, interditar a rua da frente para o pessoal fazer cooper. Fato curioso: natalense não chia (chiar é falar com uma carambola na boca), mas o jovem com menos de 30 anos que mora desde Petrópolis, passando por Tirol, Lagoa Nova, Candelária, Capim Macio, e Ponta Negra chia. Há que ser feito um estudo antropológico-abigobelístico para aprofundar-se neste aspecto sub-cultural.
  • Petrópolis — Lugar de reunião dos maconheiros filiados com a Petrobrás. O bairro com a maior concentração de moradores cornos. É considerada a Meca das Patys e Plays (a maioria vagabundos filhos de políticos ou coisa parecida...) pois tem as lojas mais caras da cidade. Quem é visto comprando em suas lojas ganha status entre eles próprios. Lugar com ruas largas, projetadas pelo arquiteto grego Gigi de Bulungo no início do século XX, ótimas para fazer um cooperzitcho, menos das 06:00h às 21:00h, quando as ruas estão lotadas de SUV's em alta velô e picapes que nunca foram à estrada. Tem aí o maior índice de roubo de correntinhas de ouro de velhinhas e playboyzões per capita. Os prédios tem severas restrições a barulho, a qualquer dia e hora, devido a atenção dada a convalescença da maioria de seus moradores: senhores e senhoras mais para lá do que pra cá. Há também um número record de consultórios médicos, que cobram caro, atendem na velocidade do SUS e deixam passar na frente os pacientes que pagam à vista o preço cheio. Tem também a Praça Cívica, lugar que ninguém que possua status frequenta para não ficar mal visto, a não ser quando vai levar seu netinho para rapida e ludicamente lhe mostrar o lugar por onde tanto passou quando jovem, antes de ser tomado por bêbados, drogados e marginais. Segundo a esnobreza, a Afonso Pena é o Leblon de Natal. Tem também o maior índice de pedradas em vitrenes.
  • Barro Vermelho — Cheio de lojas de carro e funerárias. Ninguém sabe dizer exatamente onde começa e onde termina. É onde fica uma ruma de prédios voltados para o baldo (córrego malcheiroso), próximo a Cidade da Criança (parque que está em reforma há dezoito anos).
  • Lagoa Seca — Continuação urbana de Lagoa Nova, mas lá falta água. Quando chove, fica conhecida como Lagoa Cheia. É meio Alecrim, com mais estilo (se isso é possível). Alta concentração de retirantes.
  • Rocas — Bairro com os cabarés mais antigos da cidade e importador das profissionais do sexo mais famosas como "Garganta Profunda" e "Boca de Veludo". Se você estiver disposto a testar sua resistência imunológica é só entrar no cabaré "Ponto de Encontro": lá você terá a verdadeira visão do inferno. Existe uma lenda de um rapaz que foi levado à força para perder sua virgindade por lá. Após o evento ele jurou jamais fazer sexo outra vez. Sua fé chegou a tal ponto que hoje ele é venerado por alguns como "Jesus". Também é conhecida por contar a maior concentração de talentos culturais e manifestações artísticas. O mais conhecido produtor de eventos é Carlos Volu, pedagogo e e chef de cozinha. Vale a pena conhecê-lo.
Criança carente de Mãe Luiza brincando com seu pai.
  • Mãe Luiza — Alta concentração de pó. Favela de luxo com vista pro mar, considerada a Rocinha potiguar. É comum ver SUVs subindo a ladeira (ou são dos comerciantes de pó, que dizer ser de milho cozido, ou são dos filhos dos condôminos de luxo dos bairros circunvizinhos - Petrópolis e Tirol - indo dar uma narigada da venta seca enquanto seus padres patrísticos suam la testa para dar rapadura e o patrístico arrotar caviar). Com forte expansão, derrubou quase o resto da mata atlântica que separava a cidade das dunas, e teria sido maior se não fosse a força de vontade da memorável Véia Nonó, Dona das Empregadas Domésticas e do resto da mata atlântica.
  • Santos Reis — Se acha importante por ter sido base militar na Segunda Guerra, mas na verdade é um reduto perigosíssimo de "Pintas Reis" (daí o nome)... É um pedaço de terra ligada às rocas pelo Canto do Mangue e ligada à Praia do Forte pelos esgotos da Petrobrás. É lá onde mora o Pinta-Mor, chefe da Banda Grafith, líder dos pintas... Reza a lenda que ele veio na caravela de Cabral. Os Pintas Reis dividem hoje território com rockeiros (emos) que andam de preto e cabelo grande. Se acham importantes por terem a balsa e por serem o pé da ponte Forte-Redinha. É o beco de passagem do 47 e tem a festinha dos barquinhos de amendoim murcho.
  • Areia Preta — Escondida debaixo de Mãe Luiza, no início da Via Costeira. Com muitos prédios de luxo, onde a maioria do alto escalão reside, olhando para o mar, de costas para o povo, para ver coisa melhor do que a bagunça que eles fazem lá atrás. A maior parte dos apês tem 1200m2 e custam 10,5kk, pagos nebulosamente com salários de 15k. Vez por outra um destes ilustres moradores sai em capas de jornais como suspeitos em escândalos escandalosíssimos. É também rota para os motéis que ficam subindo Mãe Luiza, onde boa parte dos jovens de elite da cidade vão trepar nos fins de semana. Boa parte das jovens de segundo grau perderam a virgindade lá, em Areia Preta, que devia, em homenagem, passar a se chamar Areia Preta Molhada Viscosa e Gozada.
  • Praia do Meio — Ou Praia dos Artistas. Fica ao lado da Praia do Forte. Onde ocorrerá a Fan Fest na Copa 2014. Só dá catrevagem mulheres com poucos atributos de beleza latente, puta que pariu como é que a FIFA foi fazer uma merda uma coisa fabulosa dessas. Conhecida pelos seus redemoinhos que vez por outra levam um ou outro para um mergulho profundo e infinito. Fica lá a Ponta do Morcego, lugar com uma vista fabulosa, restaurantes de primeira, e onde construíram uma ponte para os fi duma puta despossuídos ficarem perturbando e ameaçando pedindo esmola a clientela.
  • Alto da Getúlio Vargas — Alta concentração da esnobreza. Tecnicamente é Petrópolis, mas na prática, é um local diferenciado. Ninguém mora em menos de 750m2. Não há mais de três habitantes por unidade habitacional. Há pelo menos cinco empregados para cada duas pessoas residentes. Todos andam em carros blindados a kevlar, com motoristas e seguranças armados. Os caciques todos moram lá. É o que tem grana e não tá nem aí porque pode pagar por tudo isso. Lá fica também a melhor sede de órgão público do estado e de todos os estados que conheço: a sede imponente do TCE, com vista para o mar. Foi o modo que arranjaram para enfeitiçar o ânimo dos conselheiros na análise das contas das prefeiturecas e governecos.

[editar] Região Oeste

Cuidado com esta região, é pra cabra macho ou mulher de bigode

  • Quintas — Escolhido bairro do ano pela Associação dos Bandidos Potiguares, é o lugar perfeito para fazer seu pimpolho tornar-se um meliante em potencial. Suspeita-se que seja devido a proximidade com a favela do Japão.
  • Bom Pastor — Também conhecido como Mereto. O pastor peguntou: Cquote1.png Oque você acha desse Bairro? Cquote2.png E o fiel respondeu: Cquote1.png Bom, pastor... Cquote2.png
  • Cidade da Esperança — Bairro que tem a esperança de ser desenvolvido e ter casas boas. Existe uma habitação de mafiosos (OS MARIAS GAYS) (torcedores do América de Natal) e quem curte a Gangay do ABC vai la dar o cu pelo menos uma vez na semana.
  • Felipe Camarão — Ou FC para os íntimos. Desse bairro dá medo de descrever. Famoso pelos tiroteios sempre pontuais das 6:30 e das 21:00 horas. Reza a lenda que uma vez o batalhão do BOPE entrou em Felipe Camarão. O fato é que no outro dia o governo realizou um novo concurso pra polícia militar em caráter emergencial. O modo de se encontrar um endereço neste bairro se modificou conforme os acontecimentos que por lá ocorriam, ou seja, os moradores citam os endereços conforme o acontecimento ocorrido naquele lugar; Exemplo, alguém pergunta a um morador de FC: Cquote1.png Onde você mora? Cquote2.png Ele responde: Cquote1.png Logo ali onde mataram 3 ontem. Cquote2.png O pessoal do jardim América, conjunto anexado a Felipe Camarão, sonham que moram em Cidade da Esperança para ver se valoriza o local ou pelo menos os amigos tem coragem de ir visitar.
  • Planalto — Alta concentração de mulher de bigode. Não existe no Google Maps. Fica entre a criminalidade de Cidade Nova e o deserto e ruas esquisitas de Cidade-Satélite, ou seja, lugarzinho horroroso tranquilo de se morar.
  • Cidade Nova — É o bairro onde tem mais viados por metro quadrado, ou seja, a maior parte da população desse bairro é torcedora do Mekinha.
  • Guarapes — É um bairro tão sinistro que as pessoas só lembram dele quando morre alguém à bala! Bairro muito visado por posseiro e todo tipo de "mundiça" interessado em invadir terreno alheio.

[editar] Região Sul

A nova classe média e parte da esnobreza e dos estribados moram aqui, que é por onde andam os turistas.

  • Candelária — Não era nada, chegou o Natal Shopping e aí ficou chique. Mais conhecida pelos seus novos empreendimentos de luxo, onde geeks, pseudoposers, gays, patricinhas e mauricinhos gays de conversível e alguns usuários de entorpecentes moram. É um dos bairros mais caros do Norte/Nordeste – somente perdendo para o País de Mossoró, Pajuçara, e São Miguel do Gostoso. Faz o link entre a zona da cidade e a zona da praia. Tem bares antigos, pra galera do forró, e novos, perto do túnel, dos mané reggaêiro, gente de dreadlocks e congêneres nightclubskatewatchs. Localiza-se neste bairro o chamado Bairro Latino, onde todo dia tem festa no apê com santinhas ensandecidas peitudas. Alta concentração de lombrados inveterados.
  • Campus UFRN — Alta concentração de nerds, festas e orgias. Após anos de estudo em escolas particulares, chegou a vez de passar no vestibular para vagabundar passar uns anos tranquilos sem a perturbação dos pais, ganhar um carro financiado, sem pagar mensalidade, tentar comer a maior quantidade de mocinhas inocentes possível faz-me rir, fazer que está assistindo aula, fazer uma monografia sem sentido, já que o abigobel não sabe porra nenhuma e no final ganhar um diploma. Reiou-se, agora começa o enfrentamento do mercado de trabalho, será que fomos preparados?. Nos cursos de Humanas onde 85% dos professores não dão mais que dez aulas por semestre, pois não existe ponto eletrônico onde a cobrança é menor, os estudantes vivem nos bares ao redor do Campus (como no famigerado Bar do Tomas). Os da Tecnológica, mais estressados (pois não querem sair derrubando pontes por aí) passam o tempo querendo comer as meninas dos cursos biomédicos. Os de Medicina acham que tem buceta de ouro mais importância que os outros, pois estudaram mais e terão vagas mais garantidas em postos de trabalho, já que é um mercado que foi restringido calculadamente e inversamente proporcional ao aumento da população brasileira e por isso mesmo tem gente vindo da Colômbia com diploma para poucos e por isso os consultórios estão cheios e com muita fila. Os de educação física passam o tempo jogando bola e os que não tem grana e estão fudidos tem que gingar pois um livro hoje está custando o clítores da xereca os olhos da cara. Alta concentração de pegação.
  • Capim Macio — Alta concentração da galera GLBT. Tem muitas vacas no pasto, e muito conhecida por ser o lugar onde os gringos despejam seus dólares e euros amassados, lavados e financiados. Muito conhecido também por ter grande concentração de travecos se oferecendo nas esquinas e praças. Pratica-se à luz da noite a arte de fumar o cachimbo da fumaça preta. Com novos e grandes condomínios de luxo, tem um grande e disputado calçadão na Engenheiro Roberto Freire, onde as pessoas gostam de ir para se arriscar um pouco, testar a própria sorte e engolir fumaça de escape. A Grande Atração do bairro era o Clube de Aeromodelismo, que ocupava pequena faixa de areia na lateral do calçadão, mas que as autoridades que não tinham porra nenhuma para fazer resolveram embargá-lo por conta da grande devastação que os aeroplanos estavam promovendo na mata atlântica, com rasantes endiabrados sob a mata seca puta merda, podre. Ficou sem lazer, a não ser pelos motéis usados ensandecidamente pelo grupo que gosta de dar o forévis GLBT. Contudo, tem chiques restaurantes inimigos da conta poupança. O quilo está tão caro em Natal que a população natalense tá engordando, trocando o almoço por uma lapa de rapadura.
  • Cidade-Satélite — Um dos "melhores" bairros de Natal faz-me rir – mas o aluguel não sai por menos de R$900,00. Quando você chegou no final de Candelária, e acha que a cidade está acabando e o resto é zona rural, ande mais uns 25Km mato adentro que você chega lá.
  • Lagoa Nova — Alta concentração Tubarões. Bairro rico de quem trabalha muito e passa as férias na Praia. Toda vez que chove, a lagoa enche, por isso o nome do bairro. É onde ocorre o Carnatal, quando aparece a Lagoa de Xixi. Suas largas ruas são usadas pela galera que trabalha com furtamentos em outros bairros, seguindo em direção a Felipe Camarão. Devido a Copa do Mundo, que ocorrerá se conseguirem terminar a Arena das Dunas (cuja obra que começou a dois anos da Copa2014 vive em greve pois os peões perceberam o desespero da cambada e agora estão aumentando dignamente seus rendimentos), ninguém vende uma casa ou apartamento por menos de dois milhões de reais, pois diz a lenda que na época da Copa turistas enlouquecidos com a boniteza do lugar irão se mudar para a localidade comprando tudo em todo canto, mostrando peitos e bundas, e trocando a Holanda e Dinamarca por Natal, no que o natalense fará o caminho inverso. Tem os restaurantes com o quilo mais caro do nordeste, pelo menos uns 150 contos o quilo. Tem um dos três hospitais particulares que vive lotado – os outros dois vivem lotados em Tirol(agora um bando de besta passou a chamar “no Tirol”). Não faz bem passar mal em Natal, pois os médicos só estão aceitando pagamento à vista para quitar seus apês de luxo, coisa esnobre. Tem o Bar mais seguro da cidade, fica em frente ao BOPE. E a lanchonete reúne a g a l e r a. Mas, a FIFA já avisou, na Copa só a Bud pode. O resto “num pode”.
  • Morro Branco — Bairro que busca a independência de Nova Descoberta. Alta concentração de areia.
  • Nova Descoberta — Bairro deslocado que devia estar em qualquer outra zona furdunçal da cidade. Sua população é de 49% de pintas e maconheiros, 50% de putas e viados e 1% de pessoas que não deveriam estar morando lá... Possuem um dialeto próprio.
Jovens de Ponta Negra numa lombra habitual
  • Ponta Negra ou o Ponto da Nêga — O famoso trinômio Bares-Praia-Puteiro. Tem um governo próprio que libera o uso de drogas e cuida bem dos canteiros. A caixa d'água "Disco Voador" fica neste bairro (inclusive, é até ponto de referência de um tal açaí!). Vê-se muitos turistas vindos da Suécia escaldando no sol quente. Ficam mais vermelhos que pomba cansada boneca no ferro quente. Antigamente tinham as barracas de praia, para onde todo mundo ia e o ambiente era familiar (comia-se lambuseiramente um carangueiro quebrado na hora, delícia). Tiraram as barracas para ficar bonitinha a orla e só sobrou muquifumbo dando o boreguis para turista. Quando o foguete apita é pó e pedra comendo solta na Vila. O turismo GLBT só não é maior do que em Copacabana. Tem uma grande quantidade de gringos lavando euro e comendo traveco empreendedores. E pensar que o Papa ficou hospedado, em sua visita a cidade, praticamente onde hoje é o antro da pornochanchada papa-gerimum. Por outro lado, tem a parte de cima da Engenheiro, com restaurantes muito chiques onde só dá pra ir logo que se recebe o salário, pois no fim do mês você vai ficar pendurado. Tem também o outros mais chiques ainda, no início da Costeira, para quem quiser se endividar para impressionar a gostosa da namorada. A orla principal lá de baixo é o point das putas de luxo madames profissionais da libidinagem e dos caras e moças de dreadlocks, vendendo bijus falsos para quitar com a boca. Lá na orla, lá embaixo, onde a galera se lombra com vodka barata e baseado nas areias da praia. Quantas garotas engravidaram por ali? Alta concentração de lombrados.
  • Neópolis — Bairro de classe média e do encontro do baixo clero das máfias papa-gerimuns. Dentro de Neópolis tem o Jiqui, emendando com NEM. É o antigo bairro periférico da cidade, que tem uma grande avenida, a Airton Senna, onde você poderá encontrar os melhores sebosões da cidade, logo, é o bairro com a maior concentração em diarréia. Por esse motivo, os esgotos vivem estourando. É, digamos, um bairro furdunçal, um emaranhado de boas casas e vielas. Às vezes o Poder Público chega perto daí. Tem um jogo do bicho ao lado da delegacia. Alta concentração de banheiros químicos.
  • Pirangi — Lugar dos “cabacim de ouro”.
  • San Valle — O nome antigo era Pitimbú, devido a alta concentração de timbús e preás. O nome oficial agora é PRINCIPADOS UNIDOS DO SAN VALLE (PUSN), bairro de riquinhos playboys que estudam no CEI, cheio de mansões e pit bulls. (Quem mora lá é o povo que tem dinheiro e não quer se expor, e ainda tem a cara de pau de dizer que é pobre). Não tem lá muita coisa, pois esqueceram de calçar as ruas.
  • Via Costeira — É o nosso autódromo legalizado. Fora os hotéis que já existem,ninguém mais pode construir por lá e as praias são particulares. Você só passará por lá se estiver hospedado ou para ver a vista de carro. Fica entre Areia Preta e Ponta Negra, coisa chique.
  • Presídio de Segurança Máxima de Alcaçuz — Não fica em Natal, mas é como se ficasse. Teoricamente fica em Nísia Floresta. Mas todo mês a galera de lá, uns 50 por vez, desce a serra para visitar os comércios da cidade com fé e interagir com os habitantes da cidade, pegar uma grana emprestada a fundo perdido, levando uns carros pro conserto sem dizer onde fica a oficina. A cidade mudou muito desde então, desde que esse bairro entrou na moda e passou a ser o preferido da galera com currículo diferenciado. E tem mais, as portas deste bairro sempre estão abertas. Trânsito livre. Está na moda e em alta no mercado, e ainda fica na Zona Sul.

[editar] Bairros suspeitos de não serem bairros ou que não são bairros mesmo

Aqui tem todo o tipo de prezepada.

  • Nova Parnamirim ou NEM — Está em alta no mercado. Não pertence nem a Natal e nem a Parnamirim. É um Estado Independente, está em uma guerra constante. Desde a emancipação da zona, NEM luta contra os PRINCIPADOS UNIDOS DO SAN VALLE, em busca de dominar a região rica em petróleo, para saciar a sede do Sultão de NEM (que ate hoje, NEM sua mãe viu seu rosto). Com a alta do preço dos imóveis ocorrida desde 2006, a famosa bolha imobiliária, o jovem natalense de classe média está indo morar no NEM. Já o jovem natalense endividado está ficando na cidade mesmo. As três principais ruas do NEM são a Maria Lacerda Montenegro, sem arborização, canteiros, ou iluminação, a Abel Cabral, que ainda consegue ser pior, e a Airton Senna, que vem de Neópolis, onde, lá no final dela, numa área entre Cidade Verde e Jiqui, ficam localizados condomínios fechados de alto luxo, da galera endinheirada que esqueceu de perguntar se a farmácia entregava Delivery. NEM está ficando tão populoso que áreas periféricas a NEM já começam a ser ocupadas. É o chamado NEMNÉM. Quando alguém inventa de ir morar por lá a reação vem em cadeia: Nhém! Com muitos jovens, não podia ser diferente: alta concentração de forró, pancadão e muita pegação.
  • COOPHAB — Anexo de Nova Parnamirim, também conhecida como "far far away" serviu de inspiração para a cidade de "Tão Tão Distante" do filme Shrek 2. Disputada ferrenhamente por tropas de Natal e de seu quintal (Parnamirim), vive abandonada nas mãos dos mercenários das Bestas (alternativos, piruas) que fazem a linha COOPHAB-Centro e COOPHAB-Rodoviária, que trabalham quando querem, aonde querem e se quiserem.
  • Emaús — Escondido no meio do matagal, só sabe que chegou por lá ao avistar sua gigante passarela vede. Você só irá nesse "bairro" quando morrer.
  • Jadim América — Bairro que....., primeiro que nem bairro é, é um conjunto habitacional. Ninguém nunca ouviu falar naquele lugar; é um curinga, uma fase bônus, uma raridade. Não adianta procurar: não vai encontrar, mas que tem mulher boa lá isso tem!
  • Mirassol — Bairro anexo de Capim Macio, pacato, pra não dizer deserto, onde a qualquer momento podem aparecer caras pedindo seu celular. Os moradores desse bairro deserto são bravos e destemidos, acostumados com a violência local causada pelo "atratívio" do Colegio FLOCA e da pracinha onde se encontram plantas, pedras e jogos de azar.
  • Nova Cidade — Não é ainda um bairro, é apenas o município (composto por 4 ruas e 7 travessas, 6 becos, 17 vilas, 1 condomínio) da Cidade da Esperança. Todos os moradores de Nova Cidade correm sempre para a Cidade da Esperança (o Alecrim da Zona Oeste) para comprar pães, remédios, sapatos, roupas de fim de ano, dentre outros. Não existe no mapa de Natal e nem em qualquer registro da Prefeitura ou dos correios. Só é conhecido pelos motoristas da linha de ônibus 36 e do circular 576, o famoso "CATA-CORNO"... e como tem! O projeto de bairro também é abrigo de figuras pitorescas tipo "Supermoura" (eterno candidato a vereador em Natal). Um dos principais pontos turísticos é o morro que divide Cidade nova/Nova Cidade, onde os visitantes podem encontrar uma população com dialeto próprio, que fala: "pobrema" (problema), "tauba"(tábua), "largaticha" (lagartixa), "paralipípu" (paralelepípedo), "tóchico" (tóxico)... esse último é o que não falta por lá.
  • Nova Natal — Bairro mais multicultural da cidade, formado por sua maioria de índios multicoloridos, Pintas e de baixa renda, Nova Natal se tornou o bairro menos querido da cidade, onde se encontra grande tráfico de drogas até uma feira livre fedorenta. Existem apenas duas formas de ir até lá: ou em um trem da época da guerra fria, ou em ônibus condicionados a sardinhas humanas, os famigerados 03 e 28.
  • Panatis — Bairro conhecido por ser a zona sul da zona norte de Natal.
  • Parque dos Coqueiros — Conhecido também como Parque dos Cocôzeiros, é um mais ou menos, só tem come quieto. Também bastante conhecido pelas suas ruas com verdadeiras lagoas. As casas são todas iguais e a única coisa que fizeram por lá foi um hospital... Tem como grande ponto turístico o BURRACO DE WILMA, obra inacabada que é verdadeiro criadouro de sapos e muriçocas; é bastante utilizado por pessoas de índole sã para simples orgias e consumo de coisas proibidas, uma verdadeira "Holanda". Se você quer chegar no famoso PC pegue o 77 ou o 70 e divirta-se sendo encoxado – sempre aparecem algumas grávidas a cada viagem! E ainda tem o famoso e glorioso "RATO DE PRAIA", que era um trailer abandonado que se localizava nas proximidades da UFAJ (UNIVERSIDADE FEDERAL ANA JÚLIA), e que era o ponto de encontro para a orgia: uma putaria grande de todas as classes sexuais, homens, mulheres, viados, sapatão... uma putaria grande....
  • Santarém — Ponto sem definição da Zona Norte, cortado pela Av. Itapetinga e pequenos riachos de esgoto que cortam o belo visual das casas de conjunto. Dominado pela "máfia", vive em constantes guerras com o seu vizinho Soledade II – que é domínio da "gang".
  • Soledade II — Tem a Festa de Santana, que é muito massa! E só! Fora da época de festa, é um solene pé no saco!
  • Vale Dourado — Também conhecida como a maior favela da Zona Norte ou como Vale da Morte. Lar de todos os orcs que conseguiram fugir de Frodo e sua turma. Se seu carro foi roubado, procure primeiro por lá!
  • Cidade Praia — Entre a maior favela da Zona Norte (Vale Dourado) e a Ponta Negra da Zona Norte (Santarém), é conhecido também como Pantanal. É ponto de encontro de trombadinhas. Abriga ainda pessoas de bem... foi o primeiro lugar a cultuar uma linha de trem pois todas as casas são ao redor da linha do trem – embora sendo a quilômetros de distancia da estação! Se seu carro não estiver no Vale Dourado está aí.
  • Alvorada IV — Não se conhece ninguém que more lá, nunca pessoa alguma foi até esse lugar e mesmo assim existe uma linha de ônibus que promete levar o passageiro até a ALVORADA IV, mesmo sem existir a Alvorada I, II ou III. Dizem ser um portal para um mundo dos sonhos onde corre uma cachoeira, o céu é cor de rosa e a vegetação é virgem.
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ARTIGO COMPLEMENTAR
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Não entende esse artigo? Acha que é humor privado? Então antes de fazer alguma besteira nesta página, leia o artigo Natal (Rio Grande do Norte) para ter sentido, e volte aqui para entender e achar engraçado (ou não).
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