Deslistas:Bares e casas noturnas de Belém

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  • Solar Antique: Um lugar com nome de chiiiiiiiiiiiiic, onde a alta sociedade fazia suas festas, contudo sua comida não é nada agradável. O espaço reservado para dançar é menor que o estacionamento. Hoje em dia o lugar e dispintado sendo frequentado apenas por cabocos e mulher feia.
  • Café com Arte (ou Café com Emo): Belém não poderia deixar de ter seus lugares alternativos. Todo sábado e nos dias de Quarta Que Pariu (ô nome escroto!) está cheio de indies e pseudointelectuais naquele ambiente mínimo e quente que nem o inferno. O que salva o café é justamente algo que não está lá dentro, e sim na porta: a cerveja do tarzan. Barata e gelada, é o que vale a pena lá, o problema são os indies e pseudoindies que ficam em volta fumando seus cigarros de cravinho e ouvindo Bonde do Rolê.
  • Amnésia: o nome já diz tudo, as bichas inrustidas vão pra lá, se quebram com outras bichas e no outro dia dizem que não lembram de nada. É o pub GLS da cidade onde vemos vários indies-gays, emos-gays, lésbicas e os gays normais. Lá eles soltam a franga, encontram seus "amigos" e se amassam diante de todos ao som de músicas alternativas, ou melhor, música emo.
  • Malícia: Considerado o bar GLS mais apertado e quente do Brasil (tanto quanto o furico dos que lá frequentam). Não raro vemos (na verdade, não vemos) conhecidos por lá, normalmente se comendo no meio de uma muvuca no corredor para os banheiros os quais são dois e onde se forma uma fila maior que a do INSS em dia de pagamento de pensão e aposentados, começando na porta do local e terminando a um milímetro da maçaneta. As bebidas são caras, servidas pelos barmen suados sem camisa e sem graça. Localiza-se na rua GLS de Belém, Rui Barbosa, junto a outras do ramo.
  • Veneza: Outro bar GLS, esse um pouco mais "sofisticado". Lá é possível encontrar as bichas velhas, as sapatas quarentonas, além das cantoras (todas sapatas) que fazem você cantar por elas e te impregnam com fumaça de "erva". O banheiro é o lugar preferido para darem uns amassos ( as bibas ficam no corredor só uruservando)
  • New Lux Boate: Boate Gaaaayy uuuiii!! As bichas se rasgam!! Lá ninguém tem receio de soltar a franga. Travestis, lésbicas, transsexuais, gays, bisexuais, pansexuais, multisexuais, emos, indies e você são encontrados lá.
  • Ventura Bar: um lugar água com açúcar na bombante "rua da onda" Wandenkolk esquina com Boaventura. As mesas ficam apertadas umas entre as outras e ninguém se escuta. Como sempre chove em Belém, os espertalhões resolveram colocar uns toldos nas laterais ocasionando um efeito estufa dentro do bar. As más línguas dizem que ocorreram mortes por asfixiamento por causa dos fumantes que ali praticavam seu vício. Como não poderia deixar de ser, point de playboys acéfalos e também de patys sem dinheiro para o ser e metidas a pop, muitas delas ex-mães solteiras e empolgadas com a aprovação em algum concurso público em que o salário só dá pra ir pra São Luís no Carnaval e de caravana.
  • Templários: Quiseram fazer um local meio antiquado, com louças antigas, castiçais etc. Mas como sempre em Belém tudo acaba em caboquice resolveram cagalizar tudo colocando pagode para tocar nas terças feiras. No fim de semana rola umas bandas de quarentões roqueiros (como a Zona Rural) e alguns cabocos.
  • Café Taverna: Semelhante ao Café com Arte, com algumas diferenças que residem no fato de por exemplo de ser mais alugado pelos indies e emos para que possa fazer seus eventos. Uma casa velha na verdade, e como no Café com Arte o que salva é a cerveja vendida em um depósito ao lado, o que faz com que fique mais gente fora do que dentro.
  • Café Dalí que virou The Box: Mudaram só a faixada pros otários acharem que está totalmente diferente. Lugar apertado onde os playboys e as pattys vão fritar (literalmente) no trance. Os mesmos playboys e pattys que dizem gostar de trance são vistos no Parrilha escutando sertanejo todo o sábado.
  • APororoca: Bagaceira das grandes. Mulher feia, calor infernal e confusão são marcas registradas dessa casa. Os cabocos a adoram, já que quase todo fim-de-semana está tocando tecno brega e forró. Se você estiver sem dinheiro, cidade devagar, o point é lá, onde só sai desacompanhado quem quer.
  • Palco Mix: Casa recente em Belém, virou local noturno preferido dos agroboys de Paragobala, com seus tuítis, subiúfis e tum-tsts-tum-ts tocando alto os últimos sucessos de César Menotti & Fabiano em suas 4x4. Também tem dia de forró, sendo a predominância de cabocos muito superior neste dia e consequentemente de mulher feia também.
  • Trânsito: Localizado na esquina da onda - Senador Lemos com a Wandenkolk -, possui um nome que por enquanto é bem apropriado ao bar, que, ainda novo, vive engarrafado, principalmente aos sábados. Sua grande proximidade com o também recém-inaugurado Barcelona cria grande emputecimento e confusão em quem pretende estacionar perto para frequentar um dos lugares - ou também quem quer ir apenas ao Roxy Bar, no mesmo local. Do mesmo criador do Escritório (este, mais pé-sujo), ambos como trocadilhos infames para advogados enganarem suas esposas.
  • Barcelona: O não tão mais novo empreedimento de Belém,possui ainda uma boate anexada, a Prime.É mais uma tentativa frustrada de se igualar as casas noturnas do Sudeste do Brasil. Como tudo em Belém, está em seu ápice, com dias em que a porta do local mais parece o Círio de Nazaré.Também está localizado na esquina da onda.Um ponto positivo é o fato do lugar ser livre de cabocos, já que a entrada se resume ao mesmo valor gasto por eles em três meses de saídas noturnas. Logo a mágica acaba e o lugar acaba por promover festas meia-tigela de pagode arrasta-povo com o Jeito Inocente e/ou Sorriso Moleque (aliás, os nomes das bandas de pagode daqui são todos iguais entre si ou em relação às de fora, seguindo uma cadeia; exemplo: Jeito Inocente/Jeito Moleque/Sorriso Moleque/Sorriso Maroto) para não ficar no prejuízo.Como foi dito antes, tudo em Belem dra pouco. O Barcelona se sustenta hoje em dia pelas plocs que frequentam para tentar descolar um coroa rico.
  • New York City (NYC): Não passava de um Jurássico Mini-Galpão que os frequentadores chamam de boate. O lugar era pequeno (tente se esconder) e após as duas da manhã o calor era infernal (o povo derretia feito cera quente). Situado quase em frente ao Barcelona, do lado do Roxy Bar e perto do Trânsito. Aí já viu né, sem vaga pra estacionar, motoristas putos da vida e a playboyzada se fazendo dentro de umas BMW, Mercedes e "tunados". A boate é a "prima pobre" da esquina da onda, mas que lota igualmente as demais. Mas como Belém é a terra do "já teve", a tal boate fechou suas portas pela terceira vez. Vamos esperar qual o novo nome que eles vão colocar pra enganar os otários - em sua segunda encarnação, havia adotado o nome de Iguana.
  • São Nunca:Mais uma dor de cabeça para as vovós residentes na Almirante Wandenkolk,situado ao lado do Barcelona e perto de vários outros antros de perdição,como dizem as senhoras.Lá você senta e pede uma cerveja,mas os putos dos garçons trazem um balde.O Bar é mais uma oportunidade dos velhos casados,pipiros,viados e putinhas teens enganarem seus familiares dizendo que estão na igreja!
  • D'O Pará: reduto para aqueles que, estando na seca (financeira e/ou sexual), vão fazer programa de velho, neste lugar onde abundam mesas de sinuca (na verdade, elas são 90% do local), cerveja barata, desocupados e ares de boteco fedorento.
  • Mormaço: O lugar é cool. A estrutura não. Um lugar no coração do bairro da cidade-velha, e que faz jus ao nome de onde se encontra. Vem de outras épocas em que já teve uma fama de pequeno maconhodrómo, que é sustentada até hoje nos dias em que o reggae abunda como atração principal.
  • Zero 21: Com o nome que se refere ao DDD do Rio de Janeiro, o novo bar da Wandenkolk é uma cópia fiel dos pitorescos bares cariocas. Bem frequentado, pelo menos até a modinha em torno dele acabar, é ponto de encontro de descolados e de playboys, (afinal, todo boyzinho que se preze passa férias no Rio pelo menos uma vez ao ano e não se conforma de não morar lá) e o bar veio para acalentar a "mania carioca" da sociedade local.
  • Parrilla: Uma porcaria que ficou no lugar do Rango (outra porcaria que tocava pagode da pior categoria), que toca Sertanejo (modinha entre os playboys e pattys caipiras). Todos que vão lá nunca ouviram falar da dupla sertaneja que se apresenta, nunca tiraram leite da vaca mas vão de chapéu de peão e bota.
  • Palafita: Novo point de emos e indies, já que o Café com Arte agora é frequetado por "empolgados". Acontece uma tal de "Pogobol", uma festa escrota em um lugar escroto(!!), onde filhinhos-de-papai e bichinhas enrustidas emos e indies usam fantasias idiotas com o pretexto de pular, beber, fumar e soltar a franga.
  • Sil Vous Plait: Nova cafeteria da cidade, com adega e tabacaria agregadas. Excelente lugar, exceto pelo fato de o dono não vender cerveja por considerar "coisa de pobre" (pobres irlandeses e alemães que vendem cerveja...) e por ser um caboco metido a chic. O lugar é frequentado basicamente pelos classe-médias que pensam que são ricos e por jovens desocupados que vão fumar narguilê a custa de um esporro do dono.
  • Sarajevo: Depois de Liverpool, New York City, Barcelona (que já se chamou Casablanca) e Veneza, este é a nova casa-noturna com nome de alguma cidade que nada tem a ver com Belém - o finado Liverpool até tinha a sua explicação (já que era uma casa dedicada a receber shows cover de Beatles). Apesar de exaustiva propaganda na TV anunciando o nome correto do lugar, não se surpreenda se ouvir flanelinhas cabocos referindo-se à ele falando "Saragêvo".
  • Favela: Apesar do nome, é frequentado pela elite acefala local, cuja referencia à pobreza consiste em vasos sanitários utilizados como vasos para´plantas decorativas. Atualmente cumpre a trajetória de ascensão e queda de todos os lugares que bombam na cidade
  • Mirage: antiga "Zeppelin Club" que só mudou o nome mesmo. No começo era um lugar da elite, mas, como todas as boates belenenses, está decaindo, fazendo 92034328947893 cervejas por 1 real para poder manter o lugar.
  • Vegas: Localizada na Doca. Agora, a boate mais bem frequentada de belém. tocando funk e hip-hop. Só dá a Zelite de Bells (o que é ser dazelite em belém?).
  • Deja Vu: Um cubículo, mal da pra respirar. Já foi mais bem frequentada. As pessoas que iam pra lá agora vão pra vegas. Mas o lugar aos sabados e domingos continua cheio, agora, pelo povo da classe média.
  • Public Beer: pra conseguir entrar no local, necessariamente tem que chegar la bem cedo. Mesmo nível do favela, música boa, um ótimo lugar. (também frequentado geralmente pela elite.)
  • Louvre Club: a futura boate que, daqui a pouco, todo o povo que frequenta a Vegas vai pra lá. Porque em belém, quase nunca mais de 2 boates conseguem bombar.