A Divina Comédia - Inferno - Canto VII

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Inferno
Este deslivro pertence ao Inferno de Dante.


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Pluto fazendo filha da plutagens

O Canto VII narra o Quarto Círculo do Inferno cujo lar é dos avarentos, seres que passaram a vida inteira acumulando riquezas para morrerem assassinados por alguém procurando riquezas que serão assassinados por alguém procurando riquezas, e no final todo mundo vai para este mesmo buraco ir empurrar pedras.

Análise do Canto[editar]

Plutão - vv. 1-15

À entrada do quarto círculo infernal, estava Pluto, cujo papel é o de ser o deus dos mendigos, e pune os pedintes de esmola e flanelinhas, pedindo esmolas para eles eternamente. Pluto tenta amedrontar Dante falando algumas coisas numa língua infernal, mas Virgílio paga de machão outra vez e segue a viagem com Dante.

Os pródigos e avarentos - vv. 16-66

Os avarentos acumulam dinheiro no inferno para ver se conseguem comprar um daqueles produtos de aumento peniano oferecidos em spans na internet.

Ao adentrar o quarto círculo, Dante vislumbra milhões de almas carregando sacos de dinheiro para cima e para baixo numa montanha enquanto diziam "estou economizando para nunca gastar!". Dante tomado por piedade pergunta a seu guia: "Mestre, quem são estes?" e em resposta: "Estes são aqueles condenados a trabalho forçado sem direito a salário, FGTS, plano de saúde, vale transporte ou qualquer outro benefício, apenas o bolsa família, o que configura a punição mais apropriada para aqueles que em vida passaram apenas a trabalhar por dinheiro"[1].

Enquanto assistiam ao penoso augúrio, Dante reconhece entre a multidão Tio Patinhas e Julius, o pai de Chris, aproxima-te deste segundo e pergunta: "Ó alma que no inferno encontra sua punição, dizei-me se valeu a pena a fortuna acumulada em plano terreno?" Ao que responde Julius: "Desculpa, mas para cada palavra eu perco 2 centavos de esforço."

Divagações sobre a fortuna - vv. 67-99

Abismado, Dante pergunta à Virgílio qual o significado da fortuna, se não é natural dela usufruir, e assim Virgílio responde: "O dinheiro é uma felicidade humana abstracta; por isso aquele que já não é capaz de apreciar a verdadeira felicidade humana, dedica-se completamente a ele."

Descida pela margem do Estige - vv. 100-130

Seguindo o caminho, Dante e Virgílio chegam a um pântano tenebroso onde encontram vários lutadores de WWE e skinheads apanhando para as Meninas Superpoderosas sobre um fétido e escuro charco profundo. Dante não resiste: "Mestre, o que diabos é isso?" e escuta como resposta: "Aqui estão as almas dos irados, condenados

"WTF? Mas estamos no círculos dos avarentos, isso não ficou meio aleatório?". E Virgílio responde "Não enche, é assim e pronto"[2]

Inferno
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  1. É baseado nessa passagem que muitos pastores pregam o inferno para quem não doar o dízimo
  2. Este final do canto demonstra uma certa adaptação de última hora de Dante quando escreveu a Divina Comédia, quando esqueceu onde colocar os praticantes do pecado capital da ira, e então inseriu-os por aqui mesmo.


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