A Divina Comédia - Inferno - Canto XXVII

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Inferno
Este deslivro pertence ao Inferno de Dante.


O Canto XXVII continua narrando o Oitavo Fosso do Oitavo Círculo do Inferno que na verdade não passa de mais um capítulo para Dante dedurar as politicagens de Florença colocando como interlocutores gente que já morreu e limpando a barra dele.

Análise do Canto[editar]

Guido da Montefeltro - vv. 1-30

Dante usando os pecadores para acender seu cigarrinho do capeta para ter inspiração para escrever mais capítulos dessa história.

Virgílio comenta: "Observe e alegre sua alma, pois é aqui que estão também todos aqueles que em vida foram fãs de colorcore, emocore, gothic metal, pagode e qualquer outra dessas putices de merda, pois estes traíram a arte, e com seu gosto de péssima qualidade traíram todos aqueles com o qual aconselharam escutar estas bostas."

Ao que Ulisses se retira para misturar-se à multidão, outro espírito aproxima-se envolto naquele manto ígneo, demorou três parágrafos para começar a ser compreendido em meio àquelas chamas.

A condição política da Itália - vv. 31-57

Dante aproveita o fosso dos maus conselheiros e se dedica a neste segundo canto que ele descreve, para dar uma de X-9 e fazer algumas denúncias e futricas infundadas sobre os bastidores do cenário político de Florença e também das cidades italianas de Ravenna, Cervia, Forli, Rimini, Faenza e Imola, e tudo como se fosse o Guido da Montefeltro falando, a pessoa que neste canto de Dante toma o tempo.

A história de Guido - vv. 58-111

Guido da Montefeltro continua seu falatório, e começa a contar a sua história de vida: "Em vida espalhei intrigas, eu deixava a caixa de leite vazia na geladeira de propósito e dizia que tinha sido meu irmão, eu escrevia os roteiros das Pegadinhas Picantes, tantas foram minhas trollagens que até os confins da Terra alcançou a fama do meu engenho. Tornei-me frei na tentativa frustrada de meus crimes espiar, mas como a Justiça Divina das vestes não julga, quando o príncipe dos fariseus, sob meus conselhos, declarou guerra, não aos judeus ou sarracenos, mas contra os cristãos que jamais haviam cometido crimes tão bárbaros iguais ao de sitiar o sagrado Acre onde todos acreditam ser o lar do cálice sagrado, ó merda, este Acre é um que fica no Brasil não em Israel!"

A morte de Guido - vv. 112-136

Guido continua sua narrativa, desta vez em seu pós-morte: "Morri, e de minhas mãos acolheu-me São Francisco, e qual não foi minha amarga surpresa quando um negro demônio agarrou meu calcanhar dizendo 'Não o leves, não me faças injustiça! O lugar desse entre os meus foi apontado. Desde quando passou a vida a dar conselhos fraudulentos, tenho-o sob minhas fétidas asas. Não basta apenas arrepender-se e simultaneamente planejar o mal'. E assim na frente de Minos confessei, e ao redor de meu corpo oito vezes a cauda enrolou, e mordendo-a, sentenciou: 'É culpado dos crimes de espalhar intrigas e falsidades, mande-o para o fosso dos wikipedianos', e cá estou, entre aqueles que falsas verdades espalhou."

E assim, triste, Guido retirou-se, assim como Dante e Virgílio, rumo ao penúltimo fosso do oitavo círculo.

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