A Divina Comédia - Paraíso - Canto IV

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Paraíso
Este deslivro pertence ao Paraíso de Dante.


O Canto IV continua narrando o Céu da Lua onde Beatriz faz mais revelações bombásticas sobre a lógica do Paraíso, batendo assim seu record mais uma vez, dessa vez ele preencheu quatro páginas inteiras, Dante realmente amava essa matraca ambulante[1].

Análise do Canto[editar]

Beatriz esclarece dúvidas de Dante acerca da justiça divina e da morada eterna dos bem-aventurados - vv. 1-117

Dante todo noiado voando com Beatriz pelo espaço sideral.

Como Dante ficou com cara de bunda, envergonhado em perguntar para não se passar por besta, Beatriz que não é boba nem nada acabou reparando no semblante de Dante e lhe respondendo as dúvidas sem nem precisar escutar a dúvida, dizendo: "Vejo que indaga-se sobre como pode alma bondosa não ter alcançado o alto do Paraíso por violência de terceiros. E para lhe responder isso peço que deixe a burrice de lado e ouça com atenção."

Beatriz inicia sua dissertação "O Paraíso não é como um videogame tal qual o Purgatório onde as almas buscam passar de fases subindo níveis, aqui todos gozam da mesma glória, apenas sentindo diferentes níveis do amor de Deus. Logo, vê-se que o Inferno é como um jogo de Superman 64 sem saída, enquanto o Purgatório assemelha-se a um jogo de Pokémon onde você vai subindo de level, e finalmente o Paraíso que é mais como Space Invaders devido a seu fator repetitivo, interminável e isonômico."

Beatriz não cansa a voz e continua: "Essa verdade é obtusa aos olhos mortais por que o ser humano aceita a realidade com os sentidos e não com o espírito, por isso anjos como Gabriel, Miguel e Rafael são esculpidos nas igrejas com feições humanas, mal sabendo todos eles que esses três anjos se assemelham mais a um conjunto de almôndegas voadoras em sua aparência original."

Mais explicações de Beatriz: "É por essa tua dúvida que foram induzidos a erro os antigos pagãos que ludibriados adoravam Mercúrio, Júpiter e Marte, que representam apenas uma centelha do que era Deus, e por isso hoje, todos eles ainda ardem no tédio do limbo ao lado dos alienígenas."

Está começando a ficar chato, os poucos leitores que resistiram continuar lendo o Paraíso estão começando a desistir, e Beatriz continua firme e forte nas explicações: "Aos olhos dos mortais a justiça divina parece injusta, mas hei de ressaltar que ela se dá através de um argumento de , não de perversidade herética, ou seja, a justiça divina não mede a merda que você criou, mede a merda que você raciocinou."

E só agora, depois de muito ensebar, Beatriz responde de fato as dúvidas de Dante "Assim sendo, ceder à violência é isentar sua vontade, e ignorar sua vontade é quebrar seus votos, e quebrar seus votos é filha-da-putagem, e filha-da-putagem não é digna de ultrapassar o Céu da Lua... Está compreendido!!?"

Nova dúvida de Dante - vv. 118-142

Dante fica ali pensando com seus botões, e formula mais uma pergunta (estúpida) "Seria permitido aos homens que romperam votos, suprir tal falta com a prática de obras pias que não pareçam insignificantes para equilibrar a balança da justiça divina?" e como resposta Beatriz voltou seus olhos pegando fogo, que quase causam um ataque cardíaco em Dante de tesão.

Como será mais um livro para responder tal questão, o canto terminou aqui, e a resposta fica para o próximo capítulo.

Paraíso
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  1. Beatriz matraca ambulante: Como na vida real Dante jamais trocou mais que duas frases com Beatriz, ele compensou essa carência toda na obra Divina Comédia, descrevendo Beatriz como uma verdadeira tagarela.


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