A Divina Comédia - Paraíso - Canto V

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Paraíso
Este deslivro pertence ao Paraíso de Dante.


O Canto V continua narrando o finalzinho do Céu da Lua onde Beatriz continua dando mais explicações sobre explicações, e a ascensão à segunda esfera, o Céu de Mercúrio onde estão as almas dos gloriosos (não os botafoguenses).

Análise do Canto[editar]

A doutrina da santidade do voto - vv. 1-63

Beatriz inicia esse canto fazendo um facepalm para a pergunta feita por Dante no final do canto anterior, e então inicia a sua resposta, sempre longa e magnífica[1]: "A maior bênção dada aos humanos foi o livre-arbítrio, se você quiser ser um completo imbecil, se quiser ser um vagabundo, se quiser ser um ateu, se quiser ser um psicopata, se quiser ser um furry travesti, se quiser criar cópias baratas da Desciclopédia, vá em frente Deus não se importará, pois Ele te deu o livre-arbítrio, Ele lhe criou para você fazer o que der na sua telha. Logo, fazer um voto com Deus é resignar ao seu maior presente, o livre-arbítrio, o maior ato de altruísmo possível, e quebrar algo dessa grandeza, o que no universo poderia substituir isso?"

E assim Beatriz owna Dante mais uma vez. Concretizando o raciocínio: "Não te esqueças, a quebra de um voto será procedente se a permuta do objeto da troca for de igual ou maior valor, por isso jamais cometas a burrada de Jefté ou Agamenon."

Jefté foi um rei de Israel que após derrotar os amonitas fez um estúpido voto de sacrificar o primeiro que visse em seu retorno, vitorioso, da guerra. E qual foi a merda quando esta primeira pessoa foi sua própria filha. Ou então Agamenon, chefe da Grécia na época da Guerra de Troia, que para agradecer os deuses prometeu sacrificar o ser mais belo que nascesse aquele ano, e acabou tendo que colocar sua filha Efigênia na conta do papa. Para Beatriz seria mais prudente os dois admitirem terem prometido merda e não cumprirem os votos, do que sacrificar suas filhas, o que certamente não fez a mínima diferença para Deus, que os mandou para o Inferno.

Aviso aos cristãos - vv. 64-84

Jeremias e Bikudo Noiado apresentam a Dante os mil resplendores espíritos do Céu de Mercúrio cantando em coro "dark side of the moon".

Beatriz alerta: "Ó cristãos não sejam estúpidos acreditando que qualquer voto os eleve aos olhos divinos. O que vos elevais não é ficar subindo escadas de igreja esfolando os próprios joelhos, quando fazem isso Deus apenas dá um leve sorrisinho irônico pensando 'olha o que esses trouxas fazem', da mesma forma quando você jogando The Sims ri quando faz seu personagem se queimar na churrasqueira."

Ascensão ao Céu de Mercúrio - vv. 85-99

Ao som de Moon River Dante e Beatriz cheiram alguma coisa misteriosa que eram Gatinhos Espaciais, e assim conseguem voar, "We can fly!!" Exclama Dante todo dorgado, e assim ambos ascendem ao segundo dos Céus, Mercúrio, onde Dante vê mil rostos resplandescentes.

Um espírito fala ao Poeta - vv. 100-139

Como é de praxe, algum espírito diz "Bem vindo!" e Dante diz: "Quem é você!?" e o espírito conta a vida dele, do qual espantosamente sempre é algum italiano. Este que saudou Dante em Mercúrio não se chamava Guido, era o imperador romano Justiniano, e antes que ele pudesse falar algo de relevante, o canto acabou, ficando esta narrativa para o próximo.

Paraíso
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  1. resposta sempre longa e magnífica: Novamente, por na vida real nunca ter falado mais que três palavras com seu amor platônico Beatrice Portinari, Dante a narra em seu Poema falando pelos cotovelos para compensar essa falta.


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