A Divina Comédia - Paraíso - Canto XXIX

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Paraíso
Este deslivro pertence ao Paraíso de Dante.


O Canto XXIX continua narrando o Primeiro Móvel onde Beatriz compensa a pouca participação no Céu anterior, literalmente falando essa parte inteira mais um de seus sermões de lição de moral da catequese de Dante.

Análise do Canto[editar]

Discurso de Beatriz sobre a criação e natureza dos anjos - vv. 1-84

Adão e Eva sendo despejados do Jardim do Éden por inadimplência no pagamento do IPTU. Naqueles tempos os anjos que eram os fiscais da Receita, já que não haviam alá tantos humanos.

Beatriz inicia este capítulo fazendo o que sabe de melhor, olhar para o horizonte enquanto pensa na morte da bezerra. Só então esse breve lapso que ela volve-se para Dante e começa a falar igual uma matraca sem parar, poupando até que o Poeta faça a pergunta, já a respondendo sem precisar escutar a questão, como a própria Beatriz diz.

Beatriz fala como, onde e quando os anjos foram criados. Tudo começou quando Deus jogou Pokémon e achou maneiro aquele negócio de treinar, evoluir, e tal, e decidiu escrever um fanfic, e assim surgiu o universo. Numa época em que não existia nem antes nem depois da matéria perfeita ele criou os Nove Amores os quais dividiu os seres celestiais em três tipos, os quais poderiam evoluir a medida que fossem treinando.

Os anjos deveriam ficar ali regendo a ordem do universo, mas passou um tempo, os anjos eram meio abestalhados, felizes demais, e Deus começou a ficar entediado, era todo mundo muito feliz, todo mundo muito chapa, então ele decidiu criar o Homem (Adão e Eva), uma raça bem imbecil, para ele se entreter com as presepadas deles (nós), colocou lá uma árvore com uma maçã e só disse para não triscar nela. É óbvio que a única coisa que um maldito humano poderia fazer era desobedecer Deus, e foi então que Deus teve um lapso genial, Ele fez com que todos humanos não conhecessem a Sua existência, e pronto, agora ele tem diversão garantida pela eternidade.

É nessa época que alguns anjos caíram vítimas de maldita soberba, "como é possível Deus gostar desse lixo... Humanos!". Os outros continuam a desempenhar sua função alegres, girando e girando no Primeiro Móvel.

E Dante só queria perguntar qual era o sexo dos anjos...

Censuras à presunção humana - vv. 85-145

Beatriz então começa a dar o maior esporro na religiosidade da humanidade, diz que a preocupação filosófica caminha o homem para o caminho torto. Só fazem merda os homens, quase ninguém acredita em Deus, e os poucos que acreditam fazem isso de uma maneira toda errada e hipócrita, como se só acreditar Nele fosse o suficiente também.

Cristo não disse para sair contanto lorotas, nem para ficar gritando "GLÓOOOOOOOOORIA A DEEEUS!!!!!"

Atualmente é com estultices que os sacerdotes compõe seus sermões, apenas para arrecar dinheiro e criancinhas para seus fins particulares nefastos.

Só faltou Beatriz cuspir fogo nessa parte.

Paraíso
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