Deslivros:Como criar o seu próprio jogo virtual

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Este deslivro é parte do acervo de desmanuais Nuclear-explosion.jpg

Virtualgame.jpg Como criar o seu próprio jogo virtual se trata de um jogo virtual (game)
Enquanto isso, Zidane entra em Trance.


ExclamationAlertStyle.jpg Leia nas entrelinhas! Este artigo contém piadas que você só vai enxergar se passar o mouse por cima dos links!


Depois de seguir a (des)instruções desse deslivro, é só deitar de boa e ficar faturando enquanto gamers idiotas brigam consigo mesmos para zerar a sua nova criação.
Você tentando criar o seu joguinho virtual

Cquote1.png Esse, eu agarantchio! Cquote2.png
Seu Crayson sobre Como criar seu próprio jogo virtual

Você, estúpido caro nerd, estudante desleixado ou gamer que passa horas e horas na frente do videogame tentando zerar aquele joguinho que mais da metade da população mundial nunca conseguiu chegar até o final, sabia que você nesse exato momento poderia estar ganhando muita grana ao invés de promover milhões de dólares para outro nerd que criou essa budega que até hoje tu tenta zerar mas não consegue? Não sabia? Tu és um n00b mesmo!

Nesse pequeno manual estaremos mostrando passo a passo do que você necessita para criar o seu próprio joguinho virtual, capaz de alienar milhares de crianças, adolescentes e até adultos que perderão boa parte de sua vida tentando passar de fase, babando na frente de um monitor e quem sabe até causando ataques cardíacos em alguns que nem sequer sair da introdução do jogo consegue. Siga nossos macetes e ganhe muito dinheiro sem sair de casa... ou não.

Tabela de conteúdo

[editar] Para qual console será feito

Antes de qualquer outra coisa, é preciso saber para que console você fará o seu jogo, os tipos de plataforma, produtora, financiamento e etc. Vale lembrar que se você for um daqueles nerds fominhas e que fica puxando o saco de tudo quanto é console, pode haver a possibilidade do seu joguinho ser lançado para todos os tipos de plataforma possíveis com direito até a versão pirata, ou provavelmente tomará um pé na bunda de todas elas (já que são todas rivais e odeiam pacificadores). Entre os tipos de consoles para os quais o seu jogo pode ser lançado temos os da:

Escolha uma dessas caixinhas e lance o teu joguinho
  • Cega – Outro que possui franquias famosas de menor fracasso também conhecido por seu tão famoso mascote Sonic the Hedgehog, um rato de gel que não sabe fazer outra coisa que não seja correr pra caralho e coletar anéis vibradores dourados alem de outros jogos de fama medíocre mediana como NiGHTS, Phantasy Star, Super Mário Monkey Ball e o falecido Porrada Boy Alex, o Kid. Entre os consoles mais conhecidos produzidos por esta encontram-se o Merda Drive, Merda System, Merda CD, Merda em Saturno, Merdacast e o único portátil criado pela mesma, o Tijolo Gear, todos já ausentes no mercado de hoje em dia. Se você estiver a fim de criar um jogo para alguns desse consoles, fique ciente que só menos da metade da população nerd que se declara 100% cego seguista é que vão correr que nem o Sonic atrás de seus jogos, já que ninguém mais atualmente vai se dar ao trabalho de comprar um Merda Drive no camelô.
  • Senna Sonny – O mais procurado para a criação de jogos hoje em dia por causa do seu tão famoso e idolatrado videogame considerado o melhor para 99% da população mundial: os PlayStations, principalmente o 2 e o 3, já que o 1 foi considerado uma droga muito mal feita. Na verdade, mesmo com o lançamento do PS3 (com gráficos 1000 vezes melhor), se você lançar um jogo para o PS2, seu bolsinho vai acarretar mais dindin que lançando para o 3, tudo graças ao famíngero guri retardado que pensa que Playstation 2 é o único videogame do mundo que aliena milhares com sua chata perguntinha Tem pra PlayStation 2?. Também é possível optar pelo portátil da empresa, o PSP, que diferente do DS se mostra bem menos fresco sem aquela viadagem de duas telas e uma canetinha pra ficar enfiando no cu. É a que possui uma garantia de menos fracasso que as demais, haja vista o sucesso de Crash, Spyro, Little Big Planet e o foderoso God of War.
  • Micro$oft – Certamente o que poderá te pagar melhor em relação as outras empresas, afinal seu chefão é ninguém mais que Bill Gates, apesar de ter o console com os comandos mais complicados de todos os tempos. Se o seu jogo for mais um daqueles de tiro em terceira pessoa fará muito mais sucesso que os de outros gêneros, já que sua franquia mais querida é a violenta série de Halo, uma combinação de ação, aventura, tiro, guerra, plataforma, tecnologia e ambientação plagiada de CS. Também podem entrar aqui os jogos direcionados para computadores, já que 99% da população mundial só compram PCs da Micro$$$$oft. Infelizmente esse modal não possui portáteis, apenas as X-Caixas são consideradas suficientes para a diversão, alegria e louvor dos caixistas, que passam dias tentando zerar Blue Dragon, Conker na Terceira Idade e Fifa 08, 09, 2010, 2011, 2012...
O único console que não irá fluir grana pra ti... ou não.
  • Arcade – Será a forma mais fácil e de menos custos possível para seu jogo fazer muito sucesso e você embolsar grana fácil. Seguindo o mesmo padrão de vida dos falidos trabalhadores da SNK e Konami, o melhor a fazer nesse tipo de console é investir em jogos de luta e muita porrada, como Street Fraude, The King of Frutas e Tem-quem, ou então de plataforma também com muita violência, sangue e figurantes morrendo pra tudo quanto é lado, como é o caso de Metal Slug. Há casos também em que você pode optar por um joguinho mais esportivo, como de futebol ou de corrida que também são muito comuns em árcades. Seguindo a grande maioria de jogos para fliperama (luta e porrada) é sempre preferível que alem de lutadores sarados e suados com músculos muito mais desenvolvidos e anabolizados que os de um personal-traning você invista em belíssimas gostosas hentais que ficam exibindo toda a sua sensualidade em cada golpe alem de fazerem poses bem provocantes a cada vitória, enchendo os gamers pobretões sem grana para comprar um videogame de tesão e hemorragia nasal.

Também há o caso de você não querer (ou até mesmo não poder) pagar pau pra uma dessas produtoras acima e preferir fazer um trabalho muito mal feito de amador no M.U.G.E.N. para download ou até mesmo criar um flash online num site próprio onde você só receberá uma miséria de salário por estúpidos gamers gordos viciados em internet que estão atrás de um joguinho sem importância para passar o tempo por não terem nada melhor pra fazer.

[editar] O enredo do jogo

Por mais besta, pobre e sem noção que o seu jogo seja, é de fundamental importância que ele tenha um enredo. Em geral esse enredo pode variar bastante dependendo do gênero do seu game; em jogos de ação, aventura, plataforma e RPG geralmente são utilizados um plágio de contos de fada como a princesinha que é sequestrada e tem que ser salva por um nobre cavaleiro, um encanador, um anão de jardim e por ai vai a criatividade, ou então é aquele estúpido clichê de um super vilão que tenta dominar o universo e só um herói pode impedi-lo com é em Metal Slug, Sonic, Crash e por ai vai (isso também pode ser utilizado em jogos de nave). Já em jogos de tiro, estratégia e survival horror têm que ter sempre aquela coisa de atentado terrorista ou ataque de zumbis onde você é um policial ou um soldado e junto com os demais do exército que tem impedir que a sua nação seja vencida ou dominada por essa desgraça. Já nos jogos de porrada e luta, tem sempre aquela história de um torneio onde uma galera é chamada para participar de muita briga e pancadaria onde no final só um será o melhor lutador. Em corridas você pode optar por uma formula 1 sem nenhuma história ou por um enredo no estilo de Velozes e Furiosos ou Need for Speed, onde um bando de caras fica fazendo um racha no meio da rua envolvendo muita grana e fugindo da polícia. Os únicos jogos em que não é necessário criar enredo são nos games de raciocínio, esporte (futebol, vôlei, basquete, tênis...) e nos simuladores, onde você vai forçar o jogador a criar sua própria história, ou seja, incentivará nerds a fazerem aquilo que você já deveria ter feito, mas que por mera preguiça não fez.

[editar] As personagens do jogo

Todo jogo virtual, com exceção unicamente daqueles de mesa que ganham versão virtual muito mal feita e aqueles baseados em brinquedinhos de Shopping Center (como o Pinball), tem que ter personagens que irão ser escolhidos, enfrentados ou simplesmente ignorados ao decorrer do jogo. Em geral são seis os tipos de qualificação para personagens de videogame:

[editar] Protagonista de jogos

Um protagonista sempre tem um ar de poderoso e desventurador (mesmo que lá no fundo seja apenas um mané) e é sempre a primeira opção jogável (se não a única).

É a personagem que você irá controlar durante todo o decorrer dessa budega. Pode haver mais de um a ser escolhido e controlado durante o jogo, consideradas personagens principais, mas o protagonista é sempre aquele que aparece bem no meio dos outros ou o primeiro a ser mostrado como escolha diante dos demais, dai você pode tirar um desses dois modelos pro teu joguinho de merda. Essas personagens são aparentemente os mais fodas dentre os outros (aparentemente, pois muitas vezes não possuem quase habilidade nenhuma e tem os piores ataques possíveis, mas como ele é o cara do jogo todo mundo o escolhe de primeira). Durante o decorrer do jogo ele terá de enfrentar vários inimigos (e humilhá-los da pior forma possível), interagir com alguns noobs do cenário, aparecerá em todos os flashs e vídeos do jogo e terá que usar todas as suas técnicas milenares para derrotar os chefões. Vale lembrar que em gêneros de corrida e nave o teu protagonista vais ser um carro ou um jatinho, e que jogos de gênero esportivo o protagonista fica variando para o tipo de personagem pra quem tu toca a bola (ou não) não possuem protagonista, já que trata-se de uma equipe/ time/ tribo/ gangue e não de um sujeito.

[editar] Ajudante de protagonista

Notem que enquanto o protagonista faz pose de mané, o ajudante só fica atrás observando o que é que vai rolar

É aquele sujeito sem muita importância que fica seguindo o protagonista pra tudo quanto é lado. Em alguns casos, como nos RPGs, pode haver dois ou mais ajudantes de protagonista, que ficam oferecendo ajudas fajutas e sem valor ao teu personagem ou talvez nem isso, já que grande parte dos casos ele nada mais é do que um inútil que só fica tentando ganhar um reconhecimento por atuar ao lado do cara do jogo. Vale lembrar que um ajudante de protagonista pode chegar a ser um personagem jogavel ou continuar sendo só uma mera pedra no sapato da personagem principal. A verdade é que o ajudante está no jogo mais para encher teu saco do que para te ajudar propriamente, haja vista a inutilidade de Tails, Yoshi, Diddy e Navi, que nem devia estar nessa lista de ajudantes, pois não passa de uma mera bolinha imprestável que nunca serviu de nada para o Link. Não confunda ajudante do protagonista com Modo 2 play, onde é possível jogar com o teu coleguinha tendo cada um com um controle em mãos, o que vocês escolhem para jogar são personagens importantes não estúpidos noobs irritantes e sem valor no quesito de jogabilidade.

[editar] Chefão

Todo chefão tem que ser fodão, independente do tipo de jogo que você vai criar

O ser mais fodão, odiado e poderoso em qualquer jogo virtual. É considerado a razão principal de tantos suicídios e ataques cardíacos em pobres adolescentes sofredores que viram suas noites tentando passar daquela maldita fase. Trata-se de um sujeito que na grande maioria das vezes é gigantesco, exageradamente musculoso com o dobro triplo quíntuplo dos poderes destinados ao protagonista e aparentemente invencível (como sempre apenas aparentemente, já que só o protagonista é que tem a capacidade de vencê-lo... ou não). Em jogos de plataforma, RPG, survival horror, nave e tiro, na maioria das vezes ele é representado por uma aberração da natureza incrivelmente cheia de armas ou poderes que te mata só no caso de você se encostar nele; já em games de luta e porrada, ele é representado como um lutador metido a machão e muito foderoso que esgota tua barra de life em menos de 5 segundos; em jogos de corrida é sempre um carrão do ano preto com nitro infinito e nos jogos esportivos é um time quebrador de canelas, braços, cabeças e que comprou o juiz. Eles sempre aparecem nos finais das fases esperando o protagonista passar por uma porrada de perigos só pra complicar ainda mais a vida do cidadão; há casos em que o chefão pode variar, como é o caso dos chefões rivais, que nada mais são do plágios dos chefões de luta, e os chefões você não pode comigo, que são aqueles que só começam a perder vida quando qualquer outra coisa que não seja os golpes da personagem jogável o atinja. Sem falar que quando o jogador já está cansado de matar inimigos comuns e só quer saber do chefão, a maioria das vezes o chefão invoca ajudantes para ajuda-lo, já que o mesmo pode ser foda só por causa dos ajudantes ou de um golpe especial. Resumindo, é aquele personagem que mais fará raiva aos gamers e os levará a ficar demorando dias, meses e anos só tentando vencê-lo pra ir pro próximo estágio.

[editar] Figurantes de jogos

Figurantes são sempre assim: eles são a grande maioria, mas só estão no jogo pra se fuder

São aqueles personagens sem importância alguma que aparecem ao fundo dos cenários fazendo porra nenhuma. É outro tipo de bagaço que varia bastante a depender do jogo no qual ele atua; em jogos de aventura, plataforma, luta, RPG, estratégia, corrida e simulador eles ficam atuando da forma mais secundária possível (se possível, nem se mexendo, só mostrando aquela cara de bunda o tempo todo) apenas fazendo volume do game, como é o caso do negão que toma um cruzado na abertura de street fighter; já em jogos de ação, porrada, tiro e survival horror, os figurante só aparecem não só para fazer volume mas também para deixar o jogo mais emocionante, pois estão aqui apenas para serem mortos, estraçalhados, estrangulados e estuprados pelos inimigos e chefões, já que o protagonista não chega pra botar ordem na casa, como é o caso do carinha verde de moto que morre logo no começo da primeira fase do Megaman X2; por fim em jogos de raciocínio e qualquer outro gênero esportivo, eles podem até ser jogáveis ou serem tão inúteis quanto no primeiro exemplo. Vale lembrar que eles são a grande maioria de personagens no jogo, seguido depois dos inimigos (que são o segundo maior grupo do jogo) até chegar à minoria (protagonista, ajudantes e chefões) que são os únicos que realmente prestam em toda essa joça.

[editar] Inimigos de Games

Os inimigos estão em todos os lados sempre fazendo a babaquice de sempre: DESTRUIÇÃÃÃOÕOO!!!

São aqueles caras super chatinhos que ficam tentando acabar contigo do início até o final das fases. Diferente dos figurantes de jogos, só a personagem jogavel pode matá-los, isso porque em 95% dos casos eles são os responsáveis pela morte dos figurantes. Em qualquer jogo eles irão aparecer sempre na forma de um neguinho, robozinho, monstrinho atirando (ou não) alguma bomba, poderzinho medíocre ou simplesmente sem fazer nada, já que há casos em que os inimigos tentam plagiar o chefão encostou morreu, mas assim como os figurantes eles só estão aqui com o objetivo de serem mortos. No que se dizem mais a respeito, os inimigos podem caminhar, mas só num determinado especo limitado da fase ou podem só ficar em um canto atirando alguma bugiganga no protagonista; também tem aqueles que são sempre uma caixinha de surpresas e que aparecem onde você menos espera acoxando teu personagem na primeira oportunidade. Depois dos chefões eles são a principal fonte de desespero dos gamers.

[editar] Sujeito utilizável

Olha só a carinha do sujeito; super animado para uma disputa contra o protagonista

Quase que uma mistura de figurante com inimigo, o sujeito utilizável é aquele personagem secundário que só aparece no jogo para desafiar o protagonista numa surubinha. Na verdade é aquele cidadão que tenta dar uma de rival, mas no final das contas é só um grande mané que só te faz perder mais tempo jogando pra adquirir alguma coisa valiosa (um prêmio ou qualquer outra bugiganga que ele tenha roubado de você), como é o caso de alguns noobs do jogo Super Mário 69 64, tipo aquele coelho amarelo que te rouba duas estrelas e aquele urubu que te rouba o chapéu. No final das contas, personagens desse tipo, após serem abusados, só servem mesmo para serem jogados fora que nem latinha de coca-cola no centro de reciclagem.

[editar] O gênero do jogo

Antes de criar o seu jogo, você deve saber noob qual será o gênero do mesmo, ou por acaso tu acha que todo jogo de videogame é só sair pulando, socando e correndo? Assim que você escolher o gênero do teu joguinho, dai é só cair na criação e fazer a merda que você quiser e bem der na tua cabeça (cheia de pornografia oca). Entre os principais gêneros de jogo virtuais temos:

[editar] Plataforma

Jogo de plataforma, o gênero mais lembrado quando se fala em videogame (mesmo que a graça do jogo seja só pular e correr).

É o caso mais comum e conhecido de jogos virtuais, já que aproximadamente 99% dos games existentes hoje em dia são de plataforma, e pelo amor de Odin, não confunda jogos de plataforma com tipos de plataforma, usada para denominar o tipo de console para o qual o jogo esta sendo lançado (essa plataforma não tem nada haver com a outra plataforma que aparece na qualificação do jogo). Esse gênero é uma mistura de ação, aventura suicidas, shounen e altas doses de anormalidade, ou seja, o que todo gamer gosta. Nele seu objetivo é sempre sair correndo e pulando por todo o cenário até chegar ao final do mesmo. Durante o jogo teu personagem sai batendo nos inimigos, quebrando caixinhas/ monitores/ baús e muitas vezes coletando moedas/ anéis/ pedras preciosas que ao atingirem um total de 100 lhe dão 1-Up; tem sempre alguns objetos que servem para serem jogados nos inimigos e itens localizados em lugares que ninguém pode alcançar se não estiver usando algum troço voador. Esse tipo de jogo possui um grande diferencial quanto ao quesito de jogabilidade, pois pode ser em 2D (onde a personagem só sabe seguir a fase em linha reta) ou em 3D (com uso e abuso de pixels bem maiores que a capacidade do teu HD, mas pelo menos deixa a personagem mais a vontade... ou não). Em todo caso é o tipo de gênero que todo mundo se lembra de cara, mesmo que não goste, haja vista os sucessos como Sonic the Hedgehog, Megaman, Super Mario, Crash Bandicoot e Rayman.

[editar] Luta

Se você apelar pra brigas de mulheres gostosas, o jogo fará muito mais sucesso que com lutadores bombados

Outro gênero que 95% dos nerds se lembram por terem perdido sua infância jogando fliperama. Jogos desse tipo são sempre marcados por muitos socos, chutes, estrangulamentos, sangue e técnicas milenares, onde seu objetivo é espancar o seu adversário até que a barra de energia do infeliz se esgote, sendo que o teu oponente não vai permitir isso e assim como você vai cair de porrada em tu com o mesmo objetivo. Jogos desse tipo são os melhores para inserir apelações hentais com lutadoras seminuas alem de levar crianças retardadas a resolverem seus problemas no método massaranduba já que eles são marcados por golpes que você aprende na escola (ou não), levando o teu personagem a tentar ser o melhor dentre todos os outros. Em geral são dois rounds por luta, a menos que tu resolva criar um game de luta no estilo de Kof onde as brigas são por gangues. Aqui a jogabilidade será sempre 2D, raramente 3D (muiiiiiiiiiiiito raramente, mesmo que o game seja totalmente feito em configuração 3D), tendo sempre aquela coisa que se você conseguir esmurrar seu oponente um determinado número de vezes pode conseguir soltar um secretão pra acabar logo com essa tabacudice. É mais um tipo de gênero que faz traz tanto lucro quanto o citado acima, como é o caso de Street Fighter, Soul Calibur, Fatal Fury e Mortal Kombat.

[editar] RPG

Coisas desse tipo são sempre consideradas "o bicho" para o público nerd

O gênero mais alarmante e viciante em qualquer jogo virtual, causador de retardamentos precoces, diarréias mentais e até casos de suicídios. São os jogos mais aclamados desde a criação desse gênero, onde você simplesmente inventa seu próprio conto de fadas começando a história com um carinha que sai mapa a fora, derrota alguns noobs, conhece outros carinhas que se juntam a ele (ou não), dai vão para um outro lugar onde ficam fazendo exatamente a mesma coisa umas mil vezes até finalmente encerrar essa putaria toda. A jogabilidade pode variar muito podendo ser estilo jogo de mesa versão digitalizada com cartas e dados (sim! É quase um cassino virtual), lutas por quadros de ataque (primeiro você ataca um idiota, depois esse idiota te ataca e por ai vai...) ou em tempo real (plagiando os games de plataforma). Aqui tanto faz você fazer o jogo num cenário 2D ou 3D pois tu sempre vais ver o neguinho num ângulo de cima passando por todo o cenário, por isso o gráfico não tem nenhuma importância. Esse é sem dúvida o tipo de gênero que mais irá engordar suas vendas e que a galera mais cobrará uma continuação (que pode ou não ter tudo haver com o primeiro jogo ou começar uma nova merda sem ligação nenhuma com a treta anterior), como pode ser visto em The Legend of Zelda, Chrono Trigger, Kingdom Hearts e a eterna série de Final Fantasy.

[editar] Estratégia

Capitão ensinando a seu novo recruta o conceito de estratégia antes que o jogo comece e você saia fazendo borrada

Outro gênero sem muita criatividade. Quase que um plágio dos jogos de RPG, os games de Estratégia se mostram bem mais chatos que qualquer outro gênero (vai por mim; somente nerds que gostam de jogos sem um pingo de emoção e que demoram pra caralho para serem zerados é que vão querer saber de comprar um troço desse tipo. Nesses jogos você se encontra num ambiente parecido com um cenário de RPG (dai a classificação como plágio e assim como esse gênero pouco importa se o gráfico é em 2D ou 3D) só que você controla um exército que irá invadir um reino/ nação/ vila/ periferia/ morro e por ai vai, ou sofrerá um ataque de um outro exército; dai o seu objetivo é derrotar o outro exército usando as melhores táticas para permanecer como o maior número de soldados, veículos e armas de extrema potência em mãos, pois logo você terá de enfrentar outros exércitos e por ai vai. Há casos incrivelmente mais cansativos e de fazer qualquer otário ficar 82 horas seguidas na frente do videogame tentando passar de uma mísera fase, que é quando alem de toda essa tabacudice já citada, o jogo lhe oferece a chance de você ainda montar o seu próprio reino (e é lego agora?) e cada nível ser tipo contando a história da humanidade, começando com os homens das cavernas, civilizações egípcias, grego-romanos, bárbaros, cavaleiros, piratas, soldados da 1º e 2º Guerra Mundial, polícia militar contemporânea até o ano em que os ciborgues lutam contra os alienígenas para ver quem vai dominar o mundo, o que só irá cooperar para o fanatismo e falta de vida social dos gamers que jogam essa porra, como é o caso de Age of Empires, Age of Mythology e Empire Heath.

[editar] Porrada

Beat'em up é sempre o dobre de pancadaria que pode ser visto em jogos de luta

É a mistura de plataforma com luta, ou na integra jogo de briga. Trata-se de um gênero que consiste em fazer a mesma coisa do que tu já faz em jogos de luta, só que aqui vem simplesmente uma porrada de inimigos (e até figurantes) em tua direção querendo te encher de pancada, e o teu objetivo é sair batendo em todo mundo que aparecer e seguir em frente até o final do corredor. Diferente do gênero luta, aqui os demais lutadores são extremamente tapados e morrem com cinco ou seis pancadas ou talvez com uma técnica milenar; claro que como sempre terá um chefão no final do corredor pra você ter que derrotar usando umas dez ou vinte técnicas especiais. É um dos tipos de jogos menos visados para criação no mercado gamístico hoje em dia, mas é outra ótima pedida para apelações de hentais com mulheres gostosas exibindo toda a sua beleza na exibição de golpes sensuais, razão porque pode ser um belo investimento, em especial para os nerds punheteiro que ficam procurando imagens de garotas inesistentes na internet, alem de fazer muito marmanjo achar que pode enfrentar uns dez caras que vier pra cima dele, tipo nos jogos de Cadillacs and Dinosaurs, Samurai Warriors e Alien Vs. Predator.

[editar] Nave

Shoot'em up se resume em duas palavras: Suruba espacial!

Gênero criado para pobres criancinhas infelizes que sempre quiseram pilotar um caça ou até uma daquelas naves de batalha de Jornada nas Estrelas. Trata-se de um jogo onde você tenta dar uma de personagem daqueles filmes de ficção cientifica que fica voando espaço a fora num jatinho particular atirando nos objetos, naves e qualquer outro troço que apareça em tua frente. Jogos desse tipo podem ser em primeira pessoa (onde você se sente dentro da nave e usando o joystike como se fosse o volante do jatinho) ou em terceira pessoa (onde você vê a nave pelo lado de fora, mas faz exatamente a mesma coisa que em primeira pessoa) tendo sempre que enfrentar uma nave-mãe-monstruosa como chefão. De certa forma pode ser até considerado um plágio dos jogos de tiro, mas como aqui você controla um furgão voador e tem que ficar se desviando de obstáculos para não virar lixo espacial, logo é considerado um gênero a parte, como pode ser visto em Star Fox, Fantasy Zone, Asteroids, Space Invaders e alguns jogos da série Star Wars.

[editar] Survival Horror

Survival Horror, bom pra quem gosta de ver sangue pra todo lado

Mais um gênero que nada mais é que uma mistura de tiro, ação, porrada e filme de terror. Trata-se de um gênero não recomendado para menores de 18 anos (embora não tenha hentais... ou não) e muito menos para pobres infelizes com problema de parada cardíaca, onde o jogo é completamente marcado por sangue espalhado em 99% de todos os cenários, vampiros procurando suas vítimas, lobisomens se transformando a meia noite, assassinos pisicóticos dando risadas diabólicas ou zumbis saindo de suas tumbas para comer cérebros humanos. Em geral o objetivo é sempre sair matando esses monstrengos ou ficar fugindo deles, sempre tendo figurantes sendo estraçalhados e chefões que mais parecem demônios (isso se já não forem). Resumindo é aquele jogo que só mesmo pessoas de sangue frio têm coragem pra encarar, tendo como exemplos disso Resident Evil, Doom e Fatal Frame.

[editar] Tiro

Em jogos desse tipo, o inimigo surge onde você menos espera

Os jogos que mais influenciam os jovens de hoje em dia a largarem os estudos e ingressarem na carreira de bandidagem nos morros do Rio e periferias de São Paulo. É um dos gêneros mais procurados para se passar um tempinho de folga na frente do monitor matando alguns pobres diabos pra tirar o stress do dia-a-dia, haja avista o grande número de adolescentes gordos e suados jogando CS em Lan Houses. O objetivo? Chega a ser quase uma piada explicar isso aqui, já que até você, idiota, sabe que a única coisa que realmente conta nos jogos de tiro é matar o máximo de noobs possíveis. Esse é mais um daqueles joguinhos que você pode escolher criar tanto em primeira pessoa (pra se sentir na pele do soldado/ traficante/ bandido/ terrorista vendo só a ponta da pistola aparecendo na tela) como em segunda pessoa (pra ficar vendo o cara que tu controla fazendo malabarismo enquanto fica atirando que nem um maníaco), já que o mercado está pouco se lixando se os gráficos são em 2D ou 3D, pois a única coisa que realmente conta aqui é barulho de tiro, pessoas caindo no chão, uma série de explosões e claro, sangue pra tudo quanto é lado. Prova disso são os sucessos de Counter-Strike, GTA e Metal Slug.

[editar] Esporte

Gênero exclusivo para pobres infelizes sem talento no campo com a bola mas com muito talento nos dedos segurando um joystike

Certamente o mais procurado por gamers que não são nerds e frustrados por não ganharem a pelada da esquina (não, não estamos falando daquela pelada da esquina que você nunca conseguiu comer, mas do jogo de futebol) vão tentar descontar isso nos videogames. Logo que se fala nesse gênero, a primeira coisa que vem de cara na cabeça das pessoas é futebol, mas não seja burro (ou pelo menos faça um esforço para não deixar a transparecer isso), pois graças a brilhante inovação do Wii, foi que os demais esportes, como tênis, vôlei, basquete, hockey, beisebol, golf e outros, tiveram vez no mercado gamístico e deixaram de ficar em segundo plano pra fazer terapia com velhinhos gagás e pessoas com o encéfalo reduzido. Aqui o objetivo é praticamente o mesmo de uma partida esportiva, ou seja, derrote, vença e se possível humilhe o teu adversário, sem mencionar que assim como tantos o gráfico não tem PN de influência na jogabilidade. Em ênfase geral é mais um daqueles gêneros que todo mundo generaliza logo pro futebol, haja avista o fanatismo de crianças, jovens e adultos por Fifa, Winning Eleven, NBA e até os clássico do brasileirão produzidos pela Konami, apesar de você poder também fazer um jogo desse gênero com super poderes como em Inzuma Eleven.

[editar] Corrida

Aqui não se vê nada mais do que a traseira de um carro em alta velocidade

O gênero favorito dos frenéticos, alucinados por adrenalina e que gostam mesmo é de pisar a mais de 8000 km/h numa pista de 40 km/h. Num estudo mais detalhista a respeito de gêneros, os jogos de corrida deviam estar inseridos na modalidade Esporte, só que ganhou um gênero a parte simplesmente porque não se trata unicamente daqueles jogos estilo Formula 1, Indy, GP Brasil e muito menos a Trunck, já que os games de corrida mais produzidos e vendidos hoje em dia são aqueles de racha, onde você aposta corridas escondido da polícia com malandros pra ver quem sabe usar e abusar mais do nitro, e para garantir mais emoção poder atropelar alguns figurantes que passam tranquilamente pela calçada, como é possível ver em jogos como Need for Speed, Gran Turismo, Midnight Club, Carmageddon e até alguns que contam com super poderes como F-Zero, Sonic Riders e Mario Kart. Em geral sempre se visam carros para estas competições, mas claro que você também pode substituí-los por motos, bikes, carroças, skates, pranchas de surf, lanchas, Jet-skis, carrinhos de mão, patins (ou só a velha corridinha a pé) e por ai vai, sendo que como sempre o objetivo é cruzar a linha de chegada em primeiro, tentando se sentir como um Ayrton Senna ou Shumacker, mas certamente na maior parte das vezes se sentindo um Rubinho. Em fim é o tipo de jogo que só mesmo quem ainda não tirou a carteira de motorista vai se arriscar a comprar.

[editar] Raciocínio

Analizou a situação? Agora siga o raciocínio

Outro tipo de joguinho que deixa qualquer um com o cérebro a flor da pele. Trata-se de um gênero onde quase sempre são joguinhos de cassino em versão virtual para nerds, noobs, gamers e derivados, como baralho, roleta, dominó, dama, xadrez e dai vem aquela lista sem fim. No entanto, se você está a fim de fazer um jogo de raciocínio que todos venham achar um pouco mais emocionante, você pode optar por fazer algo do tipo um carinha dentro de um labirinto cheio de perigos, um grupinho de skireds manes no qual cada um tem que entrar num casinha diferente sendo que sempre tem um trabolho te barrando em algum canto ou um barquinho que só agüenta um peso pequeno e você tem que jogar todo mundo pro outro lado sendo que tem sempre aquelas frescuras que P1 não pode ficar sozinho com P2 se não o pau come. A depender do nível de nerdisse, os joguinhos desse gênero podem te deixar tão ricassos quanto Silvio Santos, Bill Gates e o lendário Rei Salomão (ou não), haja avista o caso de sucessos de velharia tipo Pac-man, Bomberman e o pré-histórico Zeeg

[editar] Simulador

Num simulador basta deixar que os nerds reproduzam suas estúpidas vidas desgraçadas no mundinho virtual

Um gênero tão chato quando uma fusão de Estratégia, RPG e Raciocínio, pois nada mais é do que uma cópia muito mal feita da sua vida real miserável. Jogos desse tipo lhe garantem muito mais sucesso sem que você se esforce, já que consistem em fazer com que o jogador crie seu própria personagem bem como o seu habitat natural e seus conciliastes; se você é preguiçoso demais para tentar criar o seu próprio joguinho, ai está um ótimo gênero para você adotar para o desenvolvimento, ao ponto de viciar nerds bem mais intelectuais e ainda enchendo os bolsos de grana com o esforço desses jogando uma porra que nunca terá fim, basta ver o sucesso miserável da série de jogos The Sims. comoceriar jogo??? botinh@ mesmo vocÊ deve apenas sair daqui e continuar procurando criar jogo vitual bjs.. me obedeça não fique na b2tas

[editar] como você caga

muitos perguntão como vc caga? e eu respondo cagando quando alguem quer saber porque você caga você responde, eu cago por que como comida bom vocÊ quer saber por que eu estou falando isso? por que eu quero falar... mais alguma perguta? eu tenho uma, por que vocÊ esta lendo já sei a resposta é que vocÊ esta lendo por que você quer

[editar] A trilha sonora do jogo

Em parte todo jogo virtual deve ter uma trilha sonora, já que é isso que aumenta a adrenalina dos gamers fazendo-os ficar ainda mais animados e excitados com o controle em mãos. Trata-se daquela musiquinha, na maioria das vezes, muito, mas muuuuuuuuiiiiito chata mesmo que fica se repetindo por uma eternidade enquanto você não sair daquele sufoco. Assim como tantas outras bostas que cooperam para a alegria desses indivíduos que passam praticamente uma vida colada no videogame, a trilha sonora irá variar bastante a partir do gênero do jogo e também do tipo de fase; jogos de gênero ação, aventura, plataforma, luta, RPG e porrada possuem músicas estilo piano elétrico com batidas muito certinhas ou apelam para um rock nada leve para aumentar a emocão do jogador em querer realizar uma coisa muito louca durante o jogo; em jogos survival horror, é sempre uma musiquinha de suspense e estridente pra fazer qualquer otário se cagar de medo; no de corrida tem sempre um rock metaleiro bem pesado pra fazer o gamer sentir mais adrenalina enquanto corre pra caralho e nos de nave aquela musica clássica de Guerra nas Estrelas ou afins. Certos jogos como esportivos, estratégia, raciocínio e simuladores dispensam trilhas sonoras pelo fato de serem uma baita irritação para a seleção noob que gosta de total silêncio enquanto jogam essa bostinha, sendo que para dar mais realismo ao game, tem sempre o som da torcida organizada gritando, das explosões que ocorrem quando um reino está sofrendo ataque e outras besteiras que por mais insignificantes que sejam produzem ruídos, sem falar nos jogos que ainda tem aqueles vídeos de enredo que ficam passando nos intervalos do joguinho fazendo a maior zoada (ou não) e os clips de introdução onde mostram partes do jogo com uma banda tocando a canção tema, logo é de fundamental importância não esquecer isso na hora de fazer o teu jogo, já que ninguém compra produto feito pela metade, e o marketing agradece.

[editar] Clichês: o segredo para o sucesso

Se tem uma coisa que deixa qualquer jogo batido, mas ao mesmo tempo promove muito mais sucesso que outros denominados originais, são os clichês presentes nele, pois tem sempre aquele cenário que mais parece uma cópia de outro jogo, aquele personagem que se assemelha com outro que não tem nada haver com a série, ou aquele item que nada mais é do que um plágio de outro que aparece em um game já lançado; são estas as principais formas de clichê:

[editar] Nos cenários/ fases/ zonas

Primeira fase é sempre na floresta (parece que isso já virou foi lei)

Perceba que todo jogo tem quase sempre os mesmos planos de fundo e juntamente com este todos os obstáculos ou babaquices que todo mundo já está cansado de ver (ou pelo visto não); em jogos de esporte, estratégia, raciocínio, RPG e simulador é sempre exibido ambientes batidos como um campo/ mapa imenso onde apenas dentro dele rola toda uma suruba. Em jogos de plataforma, aventura, tiro, porrada e ação tem sempre as mesmas fases, onde tudo começa na floresta, depois vai pra cidade, em seguida pra umas ruínas e lá pro final do jogo é a fase dentro de um castelo sinistro, uma base militar ou até mesmo no inferno. Em jogos de luta tem sempre uma arena que é na cidade, numa igreja, no esgoto, numa usina nuclear e por ai vai até uma arena localizada no meio do nada onde a personagem enfrenta o chefão. Em jogos de nave o único ambiente que você verá do começo ao fim é o cu do universo e espaço sideral, enquanto que em jogos de corrida você pode colocar qualquer merda nas laterais (deserto, neve, colinas, prédios, vulcões em erupção) desde que tenha uma pista onde o sujeito estará restrito a andar. Claro que você pode sempre usar sua mente fértil para inventar uma fase que ninguém jamais pensaria em criar (tipo uma fase dentro de um ânus).

[editar] Nas personagens

No final das contas, as personagens nada mais são do que cópias baratas de outros

Se tem uma coisa que ninguém até hoje cansou de ver foi a criatividade na criação de personagens de videogames, então use e abuse dessas coisinhas; o protagonista pode ser simplesmente uma cópia barata do que é visto em animes: cabelo espetado, usando um boné ou até mesmo careca, físico musculoso, desengonçado ou até mesmo gordinho/ magrelo, de sexualidade masculina, feminina, desconhecida ou duvidosa (raros casos de viadagem assumida) usando sempre uma roupa vermelha ou azul; preto raramente. Já os ajudantes são sempre baixinhos toscos com uma roupa quase que amarelada que só sabe voar, planar ou ser usando como escudo contra inimigos que ficam atirando em tu. Todo chefão tem que ser gigantesco e monstruoso, repleto de armas, mil vezes mais bombado que qualquer outra personagem e extremamente psicótico e vingativo com muito mais poder e life que os outras personagens. Por fim todo inimigo de jogo não pode dar nenhum passo a mais que o local a ele destinado a ir, só tendo o direito de golpear e atirar no protagonista (ou não) e figurantes podem ser um ou três bonecos de polígonos repetidos mais de 8000 vezes e jogados nos cenários (ninguém vai dar bola pra eles mesmo...).

[editar] Nos itens/ veículos/ armadilhas

Eis um típico item para atrasar a morte do teu personagem

Parece que por ironia do destino, todos os jogos sempre contam com os mesmos itens seja em qual gênero for, e por mais incrível que pareça até para tentar disfarçar a coisa sempre sai do mesmo jeito: é sempre uma porção de moadas/anéis para se coletar onde completando 100 você ganha uma vida, monitores e caixas com super poderes, balões com bônus, coraçõezinhos que lhe dão 1-Up, plantas e fungos que lhe fazem aumentar sua barra de life ou de magia e as armas (revolver, metralhadora, martelo, espada, soqueira...) que são usadas para matar os inimigos mais rápido que o normal (mesmo que a personagem consiga matá-los num mero pulo). Nos veículos tem sempre em jogos de ação, aventura, plataforma, tiro, luta, porrada e survival horror em que possuem a famosa fase time attacked (ou fase do carrinho) que conta com a hora da personagem entrar num carro e sair correndo pra caralho numa pista, fugindo de alguma coisa ou destruindo algumas coisas (tipo matar figurantes atropelando-os), e também destruindo veículos (como em Street Fighter que você tem um minuto para deixar um carro completamente fudido). Já em jogos de corrida e nave (que já tem veículos fixos), só se faz aperfeiçoar a caranga ou o jatinho com peças tipo super turbo ou mais nitro. As armadilhas podem ser espinhos, raios lasers, portas esmagadoras ou até um tentáculo estuprador que te puxa pra um buraco infinito.

[editar] Besteiras adicionais

Até agora, seguindo todos os macetes e (des)instruções aqui ressaltados, você já pode ganhar muito dinheiro já que seu joguinho está basicamente pronto; sim! Eu disse basicamente! Pois para conseguir ter um jogo virtual completamente pronto são necessárias ainda algumas poucas idiotices que só estão presentes no game para surpreender ainda mais os gamers retardados que vão querer jogar essa babaquice:

Um estágio especial casa muito mais tensão e desespero quanto enfrentar um chefão
  • Bônus/ Special Stage – Todo jogo que se presa tem que ter uma fase/ arena/ cenário/ local especial onde seu único objetivo é ganhar pontos a mais, tipo 1-Up's, mais poder, um item de suprema importância ou quem sabe até um loanding adicional caso você morra (o que é muito mais provável do que você chegar ao fim do teu próprio jogo, a menos que tu seja um daqueles nerds que só zera jogo com chat). Esse Bônus só será destravado quando tu conseguir realizar algo simplesmente absurdo no jogo, tipo alcançar um objeto num lugar inalcançável, encontrar alguma coisa muito valiosa no decorrer do game ou realizar uma baliza com uma carreta. Isso não aparece muito em jogos de esporte, e quando aparece é uma coisinha muito insignificante como chutar pênaltis num gol cheio de pontinhos. Em fim é algo quase que indispensável para um bom jogo (ou não).
Se quiser pode usar o tradicional efeito da tela dividida pra não confundir as bolas
  • Modo 2 play/ Multiplay – Fundamental em quase todos os jogos (até mesmo em portáteis; como? Até hoje não se sabe... ), um jogo virtual tem que ter um modo que possibilite dois noobs indivíduos jogarem juntos o mesmo jogo, na mesma zona e na mesma situação, podendo ser para ajudar o teu coleguinha durante o game (como é nos jogos de plataforma, survival horror, porrada e RPGs) ou se candidatando a mais novo rival pé no saco dele (como geralmente acontece em jogos de esporte, luta, corrida, tiro e estratégia). Vale lembrar que a casos em que podem ser mais de duas pessoas com o controle na mão (a depender do número de entradas no videogame), podendo chegar a mais de 1000 jogadores num único game, promovendo assim o que a maioria dos gamers gostam.
  • Fase Secreta – Não confunda com Special Stage! Na fase secreta você encontra uma passagem secreta que te leva para uma área secreta ainda dentro da própria fase (tipo que nem nos jogos do Mário onde ele entra num cano que o leva para uma caverna com mais dificuldades do que ele já tinha visto lá fora). Fase como esta podem ser escondidas em alguma parede estranha de papel crepom, numa janelinha escura ou em um buraco localizado dentro de uma arvore, prédio e por ai vai a tua falta de criatividade pra isso.
As vezes, um mero soco pode vir a se tornar uma técnica milenar
  • Técnicas Milenares – Um jogo que presta (ou pelo menos que dá pros gastos) tem que ter personagens com capacidades e técnicas foras do normal, haja avista o Sonic com o Spin Dash, Mário com as bolas de fogo, o Ryu com o Hadouken, o Kirby com o cosplay, o Liu Kang com o Jululululululululululu, o Rayman com a Franja voadora e o Megaman com o canhão de plasma. Caso queira criar sua própria técnica milenar para os seus personagens, vá em frente e depois não venha chorando dizendo que fracassou o que será bem provável, mas se você é daqueles que não tem criatividade para criar suas próprias técnicas o que é mais que certo vindo de um otário como você pesquise por uma boa técnica aqui e faça como todo mundo: plagie.
  • Leis do videogame – Lembre-se que por mais idiota que o seu jogo seja, ele deve respeitar as leis de um jogo virtual, como se uma bomba for jogada em te e explodir você morre (a menos que tenha 1-Up), buracos infinitos sempre matam qualquer desgraçado que cair neles, um secretão arranca muito mais life que golpes normais, quem cruza a linha de chegada primeiro sempre vence a disputa e não é possível salvar jogo sem memory card.

[editar] Requisitos mínimos, mas de suma importância

A depender do gênero, nunca se esqueça de colocar no seu jogo...

[editar] O Last Story

Confronto com o último chefão, spoilers finais, ending e thanks for playing game.

É a última fase (completamente final) de um jogo. Há jogos que sempre terminam com o protagonista ferrando um chefão e ai todo mundo acha que depois que rolou um filminho fuleiro e uns créditos o jogo acaba, mas lá pro final aparece sempre uma mensagem dizendo que você não conseguiu fechar o jogo por total, só o final falciê, e que precisa catar tantos itens, fechar os níveis em menos de tanto tempo ou vencer todos os rounds sem perder uma única vez para chegar ao verdadeiro final do jogo. Nesse final, considerado o final original, os perigos aumentam ainda mais, os inimigos são tão foderosos quanto os chefões que você enfrentou anteriormente e o Final Boss é um ser incrivelmente fodão e aparentemente invencível, um zilhão de vezes mais caceteiro e poderoso que o último que você havia enfrentado. Depois de vencê-lo (se é que alguém até hoje conseguiu realizar tal prodígio sem usar chat) é que aparece o verdadeiro filminho final contando exatamente como é que essa merda acaba.

[editar] Buraco Infinito

Presente em quase todos os jogos, ele é o causador de mortes imediatas por deslizes, caso você erre o pulo de um bloquinho para o outro, entre num beco sem saída e não consiga frear a tempo ou até ser empurrado por um mané de uma altura absurda. Eles podem sempre variar como um buraquinho insignificante no chão, um precipício, um oceano ou até mesmo o próprio lago de fogo e enchofre. O jogo é seu! Você decide como vai fazer idiota!

[editar] Passagem Secreta

Muito utilizadas principalmente em jogos de ação, aventura, plataforma, RPG, porrada, tiro, survival horror e corrida. Podem ser feitas com um papelão velho a fim de facilitar o trabalho de encontrar, como se fosse uma parede falsa, ou simplesmente uma cerquinha muito mal feita e fudida bloqueando o teu caminho. Quase sempre já aparecem meio rachadas já te dando um sinal que por ali a coisa facilita (ou não), as vezes nem é de fato um caminho, mas só um quartinho velho com um item nada especial dentro. Se quiser pode inventar o teu próprio estilo de passagem secreta, desde que ninguém perceba que é uma passagem de primeira vista, se não... não é mais secreta, né gênio?

[editar] Password/ Memory Card

A opção por salvamento de fase por memory card rende muito mais grana pro teu bolso que colocando um estúpido password (pena que a galera que criava jogo no tempo da velha guarda não tinha esse brinquedinho antes)

Ao completar uma fase, você pode optar por dois sistemas de salvamento de jogo (prá o estúpido que for jogar o teu joguinho não ter que começar tudo do início caso venha a morrer ou perder): o primeiro método se chama Passaword (do Google tradutor: Passa os postes Passaporte) onde você deixa um código pro gamer pra ele decorar e digitar na tela de abertura quando for jogar de novo essa porqueira; já no segundo método, chamado Memory Card, você deixa o salvamento do jogo nas mãos dos babacas criadores de assessórios pra videogames, onde o nerd viciado no teu joguinho vai gastar ainda mais grana comprando um cartão de memória pra ficar salvando as fases, ou seja, mas grana pro teu bolso, então não seja retardado e adote o segundo método (ou não).

[editar] Finais de jogo

Um exemplo de segundo final, onde o protagonista se depara com um futuro completamente fudido e destruído por alguma coisa que você fez ou deixou de fazer

Por fim você criará os finais pro seu jogo. Finais? Sim! OS FINAIS! Se o teu jogo for mais um daqueles sem graças que todo mundo já sabe como termina, basta ter só um final mesmo e lucrar muito pouco com esse lixo; mas caso você crie um desses jogos de ação e aventura cheio de suspense, porradaria, adrenalina e suruba, é indicado que o teu jogo tenha mais de um final (um falciê, caso o noob feche o jogo da forma mais idiota possível, e outro original, onde só sendo ninja pra conseguir zerar o jogo por completo). Há casos também em que o jogo pode ter um final bom (onde tu zera o jogo como herói, de forma muito sem graça) ou mal (onde todo nerd quer sempre fechar dessa forma por achar mais fácil e bem mais foda), ou também você pode criar um jogo que tenha mais de 8000 finais, como é o caso Chrono Trigger que tem uma porrada de finais a depender de qualquer burrada que você faça ou deixa de fazer no jogo. Quanto mais finais, mais gamers vão se matar para adquirir o teu joguinho (mesmo que só fiquem restritos a um único final: o Game Over! MWAHAHAHAHAHA!).

v d e h
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