Desnotícias:"Voltem que deu merda", diz Boris Johnson sobre os planos natalinos

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DICA Nº1: É UM PAÍS DA EUROPA

Exemplo de uma reação adversa à injeção da nova vacina (a cobaia era maior de 70 anos).

Em declaração oficial aos canais de imprensa, o primeiro-ministro do Reino Unido (e segundo cosplayer mais próximo de Donald Trump) Boris Johnson resolveu acabar com o Natal britânico deste ano, como todo bom político que faz determinada promessa brilhante, mas quando chega a hora H peida gostoso na farofa.

Segundo o próprio, o país não pode se dar ao luxo de expor o Papai Noel, que além de ser do grupo de risco é notavelmente um cidadão honorário, pois se o véio morrer de vez aí nunca mais vai ter celebração nos anos seguintes (ou talvez sim) e as crianças frustradas vão virar adultos frustrados. Papai Noel encontra-se no momento isolado, dentro de um cofre próximo da rainha e de outros seres mitológicos, e a localização exata é próxima a um iceberg cujo fundo é usado para conservar as vacinas da Pfizer (as únicas do mundo nas quais o inventor é mais frio e calculista que um matemático do Alaska).

Como o corongão resolveu bater de volta nessa aparentemente interminável situação de chove-não-molha, para os próximos dias espera-se que pubs e restaurantes adotem "voluntariamente" os serviços de entrega de bebidas, que funcionariam mais ou menos como um iFood da vida, porém somente com cachaça, uísque e derivados no cardápio.

Fontes[editar]