Desnotícias:Alemães agem como brasileiros e deixam para vencer as suecas no último minuto

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Olsen é inversamente proporcional ao Neuer: um é sempre atrasado, enquanto o outro é apenas um zagueiro.

Neste décimo dia de copa, tivemos um duelo que até as 15:30 de hoje parecia um jogo de despedida da Nazimanha versus uma Suécia que queria ir às oitavas para perder pro Brasil novamente numa copa do mundo. Esse teria sido o roteiro, claro... se os alemães não tivessem dado uma de brasileiros e vencido a partida no último minuto! Provavelmente o técnico Joachim Löw deve ter comido muita meleca e cheirado muito a bunda por causa da tensão do jogo.

Primeiro tempo[editar]

A Suécia jogou como campeã mundial, enquanto a Alemanha jogou feito uma Tunísia no primeiro tempo. De um lado, um time que chegava em frangalhos, comandado por um consultor de etiquetas contra um time que até hoje não tinha dado a mínima para as declarações de seu ex-jogador. Até hoje, porque no início do jogo a Suécia começou apostando naquela velha retranca que não passava nem água, enquanto que os alemães tocavam bola pra lá e pra cá, pra cima e pra baixo, jogando no 0-1-10, com o Nóia fazendo o papel de meia da equipe.

E foi assim até o momento em que um jogador alemão machucou o nariz sozinho e saiu para ser atendido, deixando o time com 11-1. Os suecos, que estavam em estado de epifania futebolística, resolveram ensinar os alemães a tocarem bola de maneira eficiente. Isso até os alemães aplicarem o estilo costarriquenho de contra-atacar, com o "Cross road" perdendo a bola no meio de campo e oferecendo um "contra-ataque do contra-ataque", ou melhor, uma tréplica a favor dos escandinavos. O contra-contra-ataque terminou com o Toivonen doando uma coberta ao goleiro alemão como forma de contribuir com a Campanha do Agasalho deste ano. Parabéns ao jogador.

Depois dessa, até a página de Jimmy Durmaz na Wikipedia foi vandalizada.

A partir daí a Suécia voltou a ser a Suécia, com os jogadores voltando para a formação tática 100-0-0, com todos os jogadores atrás do goleiro Mary-Kate Olsen. Nesta altura a disputa passou a ser um treino de campo reduzido para ambos os times. Para o time amarelão (que jogou de azulão na partida de hoje), tornou-se terminante proibido sair da pequena área.

Segundo tempo[editar]

Com o segundo tempo, só deu Nazilândia. Como não tinha uma defesa com Dante e David Luiz — se é que dá pra chamar isso de defesa —, o time sueco resistiu bem à velha Alemanha que não cansava de tocar bola de cabeça na área dos suecos.

Os alemães trocaram passes no início do segundo tempo até achar Reus, que cansado daquele lenga-lenga chutou logo pro gol, já que o irmão do Ashley não parecia grande coisa.

O que parecia ser uma supremacia alemã no campo sueco se tornou uma espécie de IV Reich no decorrer do segundo tempo, com a Alemanha fundando uma nova colônia do país na metade do campo que, antes mesmo da bola rolar, tinha sido escolhido no cara ou coroa pelos suecos.

A paciência de Ruimteng foi a primeira a acabar no time da Alemanha, pois ele resolveu dar uma tesoura no jogador da Suécia e foi expulso. Mas o milagre mesmo ocorreu aos 49', no último minuto do acréscimo, quando a Alemanha parecia aqueles times que sabem que a derrota é iminente e começam a dar chutão procurando o ataque. Foi graças ao jogador Durmaz que a Alemanha teve uma falta na entrada da área e conseguiu virar o jogo no ultimo segundo, o que causou infartos em vários torcedores beberrões das terras alemãs. O Kroos, que tinha errado (mais um) passe no primeiro tempo e que resultou num gol sueco, decidiu que queria bater e bateu. O goleiro pareceu ter medo da bola e a bola entrou, para tristeza de belíssimas suecas e para a completa euforia dos beberrões alemães que ainda estavam vivos. No fim, Alemanha 2x1 Suécia, uma notícia ruim para os brasileiros que esperavam pegar outra baba além das que já possui na fase de grupos.


Fontes[editar]