Desnotícias:Brasileiro deixa tudo para última hora, até fazer gols numa pobre Costa Rica

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SANTO DO PETISCO-HAMBURGER, Rruzia - Estádio Santo do Petemburgo

Esta sexta-feira de Copa começou com uma partida tão pegada que foi um verdadeiro treino para os atacantes do Brasil, com o time do Neymar dormindo no ataque da Costa Rica e o time hispânico com um esboço de defesa tentando desarmar Coutinho, Neymar, Douglas Costa e Marcelo, sem sucesso.

O Brasil jogou com bastante aplicação tática, especialmente Neymar, que continuou abaixo dos 100% exatamente como Tite o havia instruído, saindo inclusive da sua principal característica: o drible pra trás sem objetividade, tipo de lance que quase não foi visto no jogo. Durante boa parte do jogo o Brasil não somente dedicou-se a cavar faltas e pênaltis, como também juntou-se à torcida pra reclamar veementemente da arbitragem; ou seja, nada muito diferente do seu estilo de jogo tradicional.

O vislumbre de que um novo 7x1 está a caminho fica bem claro quando os jogadores do Brasil já se demonstram estar totalmente desequilibrados emocionalmente até mesmo jogando contra uma mera Costa Rica, seja xingando tudo e todos a todo momento, seja chorando copiosamente após o encerramento da partida.

Primeiro tempo[editar]

Até o Tite deu tilt e não resistiu simular uma falta.

O jogo começa com chutão pra lá e pra cá. O time do treinador da costa Rica, que parece mais com o pai de alguma protagonista de novela mexicana, mandou o time jogar na base do "passe la pelota para alguno brasileño e dejen los que veñam pra arriba". O jogo do time porto costarriquenho se resumia a passar a bola para o adversário e esperar na defesa; aliás, essa tática é aplicada por todas as seleções mais medíocres até agora. Por ter um bom[e nada além disso] goleiro, eles utilizaram a mesma estratégia usada nas escolinhas de futebol para crianças de 8-12 anos, aquela em que o goleiro joga com um atacante banheirista. Ou seja, é uma das poucas seleções a jogarem no 9-0-1. Nem o Menino Craque do time, Bryan Ruiz, jogou no meio de campo.

Fazendo jus a sua força, aos 12 minutos o Brasil proporcionou um ataque à limitadíssima seleção da Costa Pobre, que se sentiu tão à vontade naquele esboço de defesa brasileira quanto os alemães naquele jogo memorável. Para você ter uma ideia, aos 18 minutos a Bosta Rica tinha chegado três vezes no toque, enquanto que o time do Neymar só tinha chegado duas e com cobrança de falta.

Não demorou muito para o primeiro milagre: Jesus faz um gol sozinho na área aos 26 min, porém estava mais adiantado que o relógio de Londres, então não valeu. Depois desse lance, a seleção brasileira do Neymar passou a jogar em virtude do Peter Pan desse time, quando finalmente conseguiu roçar a retranca mal feita pela ex-colônia das espanholas. A formação do time costarriquenho mudou para aquela formação da moda que todos os times estão usando na copa, daí ficou nisso:

  1. Brasil atacando pelo lado direito
  2. Bola no Neymar
  3. Marcelo e Gabriel Jesus fazem nada
  4. Alguma coisa diferente
  5. Inversão pelo lado direito
  6. Willian perde a bola no lado direito
  7. Costa Rica esboça um contra-ataque
  8. Costa Rica perde a bola no ataque
  9. Volte ao passo 1.

Ao final do primeiro tempo, a Costa Rica voltou a ensinar ao Brasil como jogar taticamente bem, enquanto Neymar cavava faltas no ataque.

Segundo tempo[editar]

Coincidência? Acho que não.

Começou com o time costarriquenho quase marcando contra para o Brasil, com um recuo de bola de um suposto zagueiro no meio de um furdunço na pequena área. Aí o jogo passou a ter nenhum esquema tático, já que todos os jogadores costarriquenhos estavam dentro do próprio gol. A partida virou um treino de chute dos atacantes da CBF.

Aos 10 min, não satisfeito com a falta de gols do Brasil, o treinador da Costa Rica tira um atacante para colocar um meia, convidando assim o Brasil para encher a Costa Rica com um chá de gols. Apesar disso, o time brasileiro resolveu recusar o convite e quis jogar de igual para igual com o time da América Central.

Momento histórico da televisão brasileira[editar]

Em um dado momento no qual o jogo estava ficando chato, Galvão Bueno teve seu extraordinário momento de epifania e entendeu o motivo pelo qual o árbitro não marcava faltas contra o Neymar:

Cquote1.png Acho que o problema do juiz não estar marcando essas faltas é que o Neymar anda se jogando demais!
Galvão Bueno sobre entendendo o óbvio


Cquote1.png [...] né, Casagrande, acho que o problema é o Neymar se jogar muito! Cquote2.png
Galvão sobre o fato do árbitro não marcar faltas do piscinero brasileiro.

Um "time extremamente ofensivo" que não faz gol[editar]

Na metade do segundo tempo, o Tite, pela primeira vez na sua vida (outro fato histórico, aliás), colocou um time com Firmino e Gabriel Jesus, substituindo um volante (repito, um volante!) para a entrada do jogador do Liverpool. Após a troca o time roçou o gol costarriquenho de todas as três formas possíveis: primeiro com uma bola na trave e depois com duas chances claras para o Menino Craque brasileiro.

Neymar na partida foi aquele típico aluno no fundamental quando não quer ir a aula.

Ainda no meio do segundo tempo, Jesus dá um passe de letra para o Neymar que cava (mais um) penal, dado pelo árbitro. O tão pedido, aclamado e glorioso VAR, pela trupe das gordas velhas da Globo no jogo da Suíça, foi chamado. Só que o árbitro de vídeo refutou o árbitro de campo e cancelou o penal ao analisar e deduzir que o ato de esfregar a mão no peito do Neymar não é capaz de derrubar um homem, para a tristeza do corinthiano Tite, que pela primeira vez desde 2010 sentiu o gosto de estar do outro lado de uma "não marcação de pênalti".

Quando um costarriquenho caiu no chão tentando ganhar tempo, houve reclamação porque nenhum brasileiro estava afim de Fair Play, mas sim de fazer gol a qualquer custo. Neymar e Coutinho tomaram cartão para largar de choro e o jogo seguiu.

Assim que os dizeres 2T 40:00 apareceram no telão do estádio, o time de Bryan Ruiz resolveu que era a hora de fazer cera com tudo quanto era dividida, até que nos frigir dos ovos, justo aos 45:00, houve um rebuliço na área, Coutinho aparece ali para empurrar a bola para o gol e decretar a vitória brasileira de uma vez.

O árbitro deveria ter acabado o jogo. Mas é aí que a Costa Rica resolve fazer seu último contra-ataque (entenda-se por contra-ataque costarriquenho: entregar a bola para o Brasil atacar) e entregar de bandeja para que Douglas Costa passasse para o Menino Neymar deixar o dele, definindo assim o placar final do jogo. Com o gol, o atacante finalmente voltou às graças da torcida Brasileira. Apesar de Coutinho e Douglas Costas terem levado o time nas costas, o ainda Menino de 26 anos do Brasil será nomeado o cara do jogo e talvez, o cara que "jogou sozinho" quando se aposentar, assim como Ronaldo ficou conhecido no tempo em era o herói nacional de 2002.


Fontes[editar]