Desnotícias:Carcerários brasileiros se revoltam e faz o papel que deveria ser o da polícia

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Visão do Inferno, Roraima

Uma onda de execuções a la ISIS tem tomando conta dos presídios brasileiros. Desde que o ano novo entrou em vigor, via MP promulgada pelo presidente Michael J. Temeroso, o numero de tretas entre colegas da profissão subiu mais de 1.234%, muitas delas motivadas pela concorrência entre grandes estatais brasileiras: o PCC, FDN e o CV. Os funcionários das empresas citadas veêm uma concorrência desleal no processo de licitação das biqueiras Brasil afora, e por isso, resolveram "resolver as diferenças" por meio do uso da força física.

Na passagem do ano novo, os moradores de um resort indígena resolveram fazer uma pequena confraternização (vulgo festinha) para comemorar a passagem de mais um ano, quando um dos detentos relou (passou a mão) na mulher de um outro detendo, o que pode ter motivado aquele "acidente pavoroso", segundo o que disse à nossa equipe um dos internos que não quis se identificar. A partir dali, o que se sucedeu foi uma cena gore que qualquer brasileiro médio imaginava que só acontecia em terras árabes.

Depois que saiu o resultado da suruba promovida pelo PCC e FDN no dia 0 entre o fim de dezembro e o início de janeiro que resultou numa polpuda Lotomania para a família de cada um dos envolvidos, os buon-vivants de "Boa" Vista, outro cu de mundo brasileiro, resolveram fazer a mesma coisa. Dessa vez sem muito envolvimento das estatais que promoveram o evento de Manaus, a festinha de Vista Ruim visava apenas a realização de um trabalho que deveria ser o da polícia.

Desde o surubaço que rolou em São Paulo, em 1992, nunca mais se ouviu falar em festanças de arromba como estas (ou simplesmente estamos mal informados, mas enfim...). Com o caso, fica a lição as forças policiais, para que participem da próxima festinha com vontade.


Fontes[editar]