Desnotícias:Chineses inventam o teste anal para COVID-19

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PEQUIM, China

Em uma ação extremamente controversa, o governo chinês começou a impor testes anais de COVID-19 aos seus habitantes, após uma experiência com tal método em uma escola de Pequim ser instigada devido à detecção de novos surtos em alguns locais e a proximidade do ano novo lunar. De acordo com as autoridades, tal tipo de teste é mais eficaz para detectar o vírus do que o tradicional cotonete enfiado na garganta, fato este que foi verificado após alguns pacientes terem testado positivo após testes convencionais com resultados negativos. A CCTV reporta que a medida está a ser imposta a viajantes vindos do exterior, que obrigatoriamente têm que aguentar o cotonete no rabo. Pessoas que já fizeram o teste por este reportaram pouca ou nenhuma dor física, mas sequelas graves na saúde mental.

A posição na qual o teste é performado. Outras posições podem funcionar, mas com alterações nos resultados do teste

Segundo Cheng Sinzan, do Centro de Pesquisas Shi Rei Du Kuo, maior especialista chinês em doenças, o vírus sobrevive mais tempo em vias anais do que em vias bucais. No entanto, Jin Chonshu, reitor da Faculdade de Medicina da Universidade de Wuhan, discorda, já que o vírus é contraído por vias respiratórias e não digestivas, e mandou o inventor do método enfiar a zaragatoa no cu.

Além dos testes anais, o governo determinou a expansão da Cidade Proibida de Pequim, colocando a cidade inteira dentro de tal património cultural da humanidade. Pessoas vindas de áreas com altas significativas nos casos estão proibidas de entrar na capital.

É esperado que este método seja testado no Brasil em breve, começando em grupos pequenos em Campinas. No Rio Grande do Sul, a procura por este tipo de teste sobrecarregou a rede pública de saúde, gerando filas de horas para testar, e alguns mercados já estão reportando falta de cotonetes, com alguns pedindo cotonetes maiores e mais longos específicos para este tipo de teste.

O teste anal também apresenta seus perigos. Aqui vemos uma enfermeira se protegendo dos gases venenosos gerados por tal método

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