Desnotícias:Croácia vence no final e livra Islândia de ser humilhada numa eventual oitavas-de-final

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O time da Croácia veio para esse jogo apenas para cumprir tabela e treinar um pouco, sabendo que enfrentaria Dinamarca, que possui um time similar ao dos islandeses, tornando essa partida um jogo-treino ideal para os croatas. Já os islandeses, esses vieram para o jogo com umas chances matemáticas de classificação, mas jamais tentariam de fato classificar-se porque desejam apenas ser eliminados dignamente, ao invés de um certo Panamá...

Primeiro tempo[editar]

A Islândia cumpriu bem seu papel na Copa, exibindo um time muito ruim porém simpático. Nos 30 minutos iniciais sequer tocou na bola, já para deixar bem claro que eles são um time ruim e prevenir que ninguém deposite esperanças neles para eliminar argentinos, ou seja, insistindo que as pessoas deveriam torcer só pela Nigéria mesmo. A Croácia só não queria se contundir, então jogava sem tanta objetividade, evitando jogadas de contato.

Aos 40 minutos de jogo a Croácia estava com 95% da posse de bola e 0 ataques ao gol islandês, isso já resume bem a partida. Para ter posse de bola, a Islândia dava narigadas nos cotovelos dos adversários (forçando sangramentos), assim o time adversário era obrigado a executar o fair play e tinha que devolver a bola para algum defensor da Islândia. Então, nessas raras vezes que um islandês tocava na bola, mandava um balão pra área, e acabavam aí as melhores chances do jogo.

45 minutos do famoso "jogo de cumade"... O empate garantia a primeira colocação da Croácia e uma eliminação digna da Islândia. Foi com Finnbogason que a melhor chance do primeiro tempo apareceu: um chute nada preciso pra fora. A Islândia só tentou fazer gol nos acréscimos, porque não foi capaz de ser ofensiva por 45 minutos, aí o goleiro croata Kalinic deixou de relaxar e trabalhou um pouco.

Segundo tempo[editar]

Para o segundo tempo os islandeses faziam pelo menos o que a Argentina não fez, colocando dois marcadores em cima do Môdrit e anulando-o completamente. Mas a marcação dobrada sobre Môdrit e Covacít cobrou seu preço, e um croata qualquer, um tal de Badelj, ficou livre para chutar umas 5 vezes consecutivas após quatro rebotes, até acertar a quinta tentativa e abrir o placar para a equipe croata.

Os islandeses nem tiveram vontade de empatar, ainda mais depois que a Nigéria fez o gol de empate no outro jogo. Foi aí que a Islândia sentiu-se confortável em jogar como time pequeno sem grandes preocupações, apenas alçando bolas na área adversária e vendo no que dá.

Môdrit foi substituído por algum croata qualquer cujo nome termina em "ít" para ser poupado, e aí o jogo foi sepultado e condenado a ser uma porcaria quando o único jogador mais ou menos em campo saiu. Virou uma grande pelada, só que num gramado bom.

Como a Islândia parece que não sabe como marcar gols, um pênalti foi assinalado por dó, para que Sigurdsson pudesse fazer o dele, empatando o jogo e dando uma eliminação mais digna aos islandeses.

Tudo parecia já estar definido, mas com o surgimento do gol da vitória argentina acontecendo na outra partida, a Islândia se viu surpreendida com uma possibilidade real de classificação, algo absolutamente inadmissível para um time tão ruim. Para evitar um vexame nacional com uma humilhação nas oitavas (afinal o adversário era a França, e isso lembra os 5x2 da Euro), a Islãndia tratou logo de entregar um gol para Perisít fazer e garantir os 100% de aproveitamento da Croácia.


Fontes[editar]