Desnotícias:Croatas terminam de 4 para a França

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FIFA WORLD CUP 2018.png Esta desnotícia é parte do projeto DesCopa Russia. Na Rússia, a Copa se informa sobre VOCÊ!

MOSCOVO, União Soviética

Finalmente ocorreu a grande final da Eurocopa sem Brasil e Argentina de 2018 entre a França, até então a atual vice de uma Euro perdida para ninguém menos que Portugal (a seleção de um jogador só), e a Croácia, com um uniforme que mais se parece uma toalha de mesa ou um pano de piquenique.

Cerimônia de encerramento[editar]

Cerimônia de encerramento faz tocante homenagem ao Menino Neymar.

Antes do início da partida, aquela pequena dose de vergonha alheia com o show de encerramento da Copa do Mundo, com direito a música de filme de faroeste e detalhes da câmera em jogadores que nunca viram uma taça de ouro tão perto (e se viram, a última vez que piscaram parece ter sido há uns quatro anos atrás). Ao contrário do Carnaval e da abertura das Olimpíadas, que ganha quem fizer a melhor festa com mais beleza e glamour, parece que para as cerimônias da Copa do Mundo a lógica é de que quanto mais horroroso melhor. Se as aberturas e encerramento no Brasil em 2014 foram uma merda, os russos superaram o Brasil, criando uma festa pior que a apresentação do lanterna do Grupo de Acesso do Carnaval de Porto Velho-RO.

Como a FIFA, um dia antes, havia proibido que se filmasse mulheres bonitas na final da Copa, o show de encerramento teve que ficar cheio de gente feia. O show ficou por conta de Will Smith (exatamente), e não foi de stand-up comedy: ele realmente "cantou", enquanto o público composto por franceses, croatas e russos simplesmente não sabia como reagir, aplaudindo por educação mesmo.

E para encerrar, o Ronaldinho Gaúcho apareceu tocando tambor na beirada do campo (como ele foi parar lá ninguém sabe), rodeado de uma dúzia de russos perdidos. Ainda bem que aquela macumba estranha durou só uns 15 minutos.

Primeiro tempo[editar]

Griezmann comemorando o seu gol: até agora ninguém sabe se ele realmente queria fazer uma dança do Fortnite ou se estava querendo mostrar o saco para os franceses.

Os primeiros movimentos da final exibiram uma França que estava sentindo mais a pressão da final, ainda não habituada com a obrigação de vencer tipicamente só de times grandes, enquanto os croatas, cientes de que ninguém os julgariam caso perdessem, jogavam mais soltos (não quer dizer que jogavam com habilidade, já que quase não criavam boas jogadas e dependiam mais é dos tropeços dos defensores franceses).

O primeiro gol foi da França e aconteceu aos 18 minutos, após Griezmann "se jogar" para cavar uma falta igual àquele pênalti que Gabriel Jesus tentou cavar contra a Bélgica. O próprio Griezmann cobrou a falta, aproveitando-se que Mandžukić estava com tanta sede de gol a ponto de marcar um belo gol contra.

A seleção da França nas vitórias e da Liga Africana das Nações nas derrotas atuou fazendo o que sabia fazer de melhor: usar o árbitro como seu 12º jogador no decorrer da partida. Mas como diz Ronaldo, final de Copa do Mundo vale de tudo (até trapacear e fazer hospital). No lance seguinte, foi a vez da Croácia tentar imitar os franceses, com uma bola alçada; mas não havia nenhum francês para fazer gol contra e empatar a partida.

E não é que a Croácia empatou? Foi com uma jogada ensaiada sem imitar ninguém, criando um futevôlei na área francesa que terminou nos pés de Perisít, que acertou um raro chute dentre tantas bicudas pra fora que os croatas estavam dando.

Perisít nem pôde comemorar direito, porque logo no lance seguinte estava dando tapa na bola. O juizão aproveitou o Momento VISA(R) VAR da partida para alimentar o próprio ego e rever o jogo da perspectiva de quem assiste pela televisão, levando 50 minutos até que desse conta de que tinha ido lá para rever o lance, para em seguida marcar o pênalti. Griezmann foi lá e bateu muito mal esse pênalti, mas deu sorte que era Subasít quem tava no gol. Depois que os croatas aprenderam com os franceses como ganhar um penal de graça em cima de times ruins, eles tentaram fazer o mesmo, batendo escanteios mirando a mão dos zagueiros franceses. Matuidi inteligentemente simulou contusão e foi retirado de campo, assim não havia risco de meterem a bola em sua mão num destes cruzamentos.

Segundo tempo[editar]

Um dos melhores momentos da partida.

No começo do segundo tempo, destaque para a invasão de campo aos 7 minutos de jogo, quando 3 att whores invadiram o gramado. Infelizmente não deu para ver direito a cara dos cidadãos porque a FIFA ficou mostrando replays para que nenhuma câmera flagrasse o espancamento e posterior desaparecimento misterioso dos invasores (sabe como é a segurança russa).

Atrás no placar, a Croácia ia na base do desespero buscar o empate milagroso, mas como eram só a Croácia e nenhum time grande realmente bom, o máximo que eles faziam era proporcionar contra-ataques perigosos para a França de Mbappé. Tanto que, aos 13 minutos, foi num contra-ataque desses que Pogba teve 3 chances para acertar um mero chutinho e aumentar o placar.

Não demorou nada, e aos 19 minutos Mbappé estava fazendo o quarto gol, devido a mais um chute de fora da área com uma boa ajuda do Subasít e seus bracinhos de Tiranossauro Rex (que já haviam sidos providenciais no gol inglês nas semifinais).

Para não deixar o jogo tão excessivamente sem graça, os franceses, que vieram para essa Copa determinados a mudar, desejando ser mais gentis, decidiram fazer um bom fair play aos 23 minutos, quando o goleiro Lourrís entregou para Madzuquít fazer o segundo gol croata.

Cerimônia de entrega da taça[editar]

Assim que terminou o jogo, os jogadores da França começaram a comemorar aleatoriamente no campo, como qualquer campeão do mundo faz, com a diferença que nesta edição não faltaram autorretratos e iPhones dourados em campo. Já os jogadores croatas, mais que satisfeitos com o resultado conquistado pelo time em campo, pois eram mais uma seleção que esperava pegar o Brasil na copa e cair nas preliminares como sempre, se reuniram em campo para ouvir mais uma pregação do pastor e treinador da equipe, Zlatan da Lite.

Modric foi eleito como o melhor jogador da competição, tendo obtido como forma de reconhecimento uma das duas bolas do Infantino.

As primeiras tacinhas a serem entregues foram duas bolas, repartidas a dois jogadores e com diferentes significados. A maior, cor de prata, dada ao jogador jovem que tenha sido o menor e menos pior da copa e atribuída antes mesmo das quartas de final pela imprensa, torcedores de copa e telespectadores da Globo ao Menino Bapê (M-Bapê). E a outra, menor, suportada por um ferro fino e torto, dado ao Lucas Modrite, outro premiado antes da hora. Dessa vez, sem Messi, a FIFA não pôde premiar seu garoto propaganda, tendo que optar entre um refugiado da "guerra dos balcões" ou sei lá o que e outro filho de imigrantes que ganhou do Galvão Bueno o sufixo "Nova Ordem do Futebol".

O treinador da equipe certamente foi recompensado por seu belo trabalho diante daquela seleção.
Kolinda puxa Emmanuel pelo braço, deixando-o todo desconcertado. Neste momento, o presidente francês nem se lembrava de que ainda era casado com Trump.

Quando montado o palco da premiação, foi a vez dos chefes de estado brilharem, com Gianni Infantino como mandatário do Brasil e da FIFA, Vladimir Putinho como presidente da Rússia e de todo o leste Europeu, Emanuel Macri, ex-presidente do Boca e atual presidente do estado fantoche da França e ela, a estrela da Copa, a segunda melhor performista fora dos campos (depois do Maradona, claro): Ko linda de gabar que tá Rovic, presidente da Croácia e principal razão do fraco time da Croácia ter conseguido chegar tão longe.

Cada jogador que fosse passando pelo corredor polonês, ganhava um aperto de mão e um abraço de cada um dos mandatários que balbuciavam algum palavrão na língua deles, principalmente Putin, pistola com os croatas. Os presidentes respeitaram este protocolo para cada um dos jogadores que foram passando, exceto entre eles mesmos, quando a MILF croata tirava a atenção do presidente francês com uns puxõezinhos, cochichos, puxadinhas de mão e risadinhas capazes de provocar discussões mais sérias que os embates que ele tem no parlamento sobre imigração e saída da União Europeia... na casa do francês.


Maradona levantando o troféu da Copa do Mundo em 1986.jpeg
Carlos Alberto Torres, o Capita, levantando Jules Rimet em 1970.jpeg
Lloris levantando a taça pela França.png
Capitão francês repetindo aquele gesto feito por outros dois capitães acima.


Era chegada a hora mais esperada da cerimônia, quando o capitão da França, Lloris, repetiria aquele gesto eternizado pelo capiteco na copa de 1970 e por Maradona, em 1986. Finalmente, a seleção francesa chegaria ao seu momento de glória nesta copa do Mundo. Mais de 1 bilhão de pessoas acompanhavam pela Globo o momento em que Infantino entrega a taça ao capitão da seleção francesa para vê-lo levantar a bendita, quando três indivíduos decidem que é hora de aparecer mais que o próprio time francês, apresentando peitorais e sacos para que o mundo os contemple ao invés do selecionado francês. Quando eles dão licença, a gente não sabe mais quem levantou a taça: se foi o Lloris, se foram seus reservas, se foi o Mbappe, Griezmann ou o Macron. Depois que ergueram a taça, os jogadores voltaram à comemoração aleatória que faziam antes da entrega das medalhas, com cada um correndo para seu lado e comemorando como verdadeiros autistas brincando consigo mesmos.

Mascote da Copa triste por não ter conseguido ver um gol de jogada trabalhada nesta copa do mundo, e ao mesmo tempo feliz por terem parado de produzir pornografia com ele.

Pós-transmissão[editar]

No encerramento da copa, eis que surge uma figura tosca na tela do telespectador. Um lobo afeminado tenta, sem sucesso, igualar a emoção causada pelo choro do urso Misha no encerramento das Olimpíadas de 1980.

A parte mais emocionante da transmissão brasileira desta copa foi ouvir do Arnaldo que esta seria sua última transmissão televisiva, além da emoção causada pela confissão do Casa Grande que alega que não cheirou, bebeu ou fumou antes e durante a copa, um fato que causou emoção até no Galvão, que não chora nem em enterro do filho e também ameaça nos deixar em paz desde as copas passadas.


Fontes[editar]