Desnotícias:Em jogo "histérico", franceses dão "Au Revoir" pros hermanos

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

FIFA WORLD CUP 2018.png Esta desnotícia é parte do projeto DesCopa Russia. Na Rússia, a Copa se informa sobre VOCÊ!

SHAZAM, Mother Russia -

Resultado da partida...

Finalmente começou a fase de mata-mata. Após semanas ligando a TV e tendo que aturar timecos como Panamá e Tunísia gastando seus 90 minutos de fama, agora sim jão, só jogo bão que dá gosto de ver na televisão (rimou, óia)! E pra começar com o pé direito, um clássico entre duas velhas superpotências do futebol que estão na fila do título há mais tempo que a minha tia solteira: França e Argentina. Os franceses tem um elenco cheio de bons jogadores como Griezmann, Pogba, Kanté e alguns moleques que apesar da pouca idade já têm sangue frio nas veias, como Mbappé e Pavard, nenhum deles um chantageador ou um cara com fotos dele pelado por aí.

Já a Argentina tem aquele time de sempre, os mesmos jogadores desde 2010, teoricamente liderados pelo apático e depressivo Messi, cujo cabeleireiro parece não entender de proporções pra saber que quando se tem uma lapa de nariz no meio do rosto, um topete avantajado só realça aquela bicanca no meio da cara. Aliás, a seleção hermana é toda cheia de narigudos e ladrões de oxigênio: Messi, Di María, Higuaín... Na falta de Israel e Turquia, os tucanos foram muito bem representados nessa copa, antes de receber um belo "baguete no merci bocu".

Primeiro tempo[editar]

O jogo começou estilo rachão de domingo: com muita porrada. Aliás, parece que virou padrão em todos os jogos os times começarem estudando bem o físico dos adversários aplicando caneladas logo no início. A Argaytina vinha num bom ritmo, querendo tomar conta da porra toda logo, mas aí Griezmann meteu uma bola do pau de cima pra sossegar os brios e ficou tudo morno em ambos os lados. Foi aí que chegou a vez do menino Mbappé brilhar. Depois de receber uma bola na ponta, ele ativou o Nitrox e deu uma arrancada passando por cima de todo mundo... só parou porque lhe meteram a mão na área. Pênalti. Griezmann vs Armani. Apesar do que o nome sugeria, o goleiro argentino não era de grife, mas sim uma versão gringa e piorada do nosso querido Alex Muralha que nem soube ao menos acertar o canto na cobrança. 1x0.

Daí em diante os franceses mandaram no jogo. Os boludos não conseguiram fazer mais nada sem saída às laterais e se limitavam a tentar fazer de tudo pra parar o guri Mbappé que, cheio de gás (do jeito que Hitler gostava), quase conseguiu outro pênalti. A Argentina definhava cada vez mais, enquanto seu grande craque tinha mais uma de suas crises de autismo. Parecia que o jogo já estava decidido.

Só que aí quando ninguém esperava, Di María, o ET de Varginha, o Nissim Ourfali de Rosário, aquele que não tinha conseguido acertar sequer um passe no jogo todo até então, meteu uma porrada de fora da área para, como diria Pitty, "equalizar" o jogo e trazer os hermanos de volta ao páreo. O gol foi tão chocante que ninguém teve coragem de fazer mais nada pelo resto do primeiro tempo. 1x1.

Segundo tempo[editar]

Vendo que a catimba ainda tava pouca, a Argentina marca um segundo gol. Messi, que estava apagado no jogo, como de costume, deprimido e arrependido por nunca ter se naturalizado espanhol e agora ter que amargar nunca ter sido campeão mundial (ao contrário do Iniesta e Xavi), meteu um daqueles seus chutinhos despretensiosos que resultaria em nada, mas acabou surpreendido quando um tal de Mercado desviou a bola e marcou o improvável gol da virada argentina. A ideia pelo visto era repetir a cagada contra a Nigéria, e classificar-se na base da sorte, da raça e da pouca qualidade tática.

Mas a França não deixaria isso por menos, porque apesar de ter muitos nigerianos no time, tem os melhores nigerianos, a França é o time da Nigéria A, e assim eles empatam, com um chutão improvável de Pavão, aqueles chutes de primeira que 99% dos jogadores isolam para a arquibancada.

A França percebeu que aquele time adversário só mais batia cabeça um no outro do que jogou futebol, foi aí que brilhou a estrela de Mbappé, aproveitando-se que não existe no time nenhuma cacatua pra prender a bola e retardar o time, como acontece no PSG, ele resolve dar uma de Usain Bolt, ligando o modo arrastão e fazendo mais dois gols em cima da Argentina baseado apenas em correria, humilhando uma Argentina que a essa altura já estava com menos moral que rapariga velha na zona.

O jogo desvira, o segundo tempo vai acabando e começa aquela confusão: cartão pra lá, cartão pra cá, um monte de substituições, daí a França deixa o outro time marcar mais um, uma tentativa da Argentina de diminuir o estrago e dar um cala-boca, isso nos acréscimos.

Você está nos acréscimos perdendo por 4x3. Buscar o gol? Não de acordo com Otamendi, que muito esperto e visionário, desejando evitar um 7x1 numa eventual semifinal, causou uma confusão no meio de campo e fez sua seleção perder preciosos 3 minutos finais só com bate-boca. Assim a Argentina não correria o risco de empatar e classificar-se, evitando humilhação maior num futuro que Otamendi evitou, o oposto do que Brasil fez em 2014, quando teve a chance de ser eliminado nas oitavas-de-final para o Chile, sem humilhação, mas insistiu em avançar de fase mesmo exibindo um futebol completamente incapacitado.

A partida se encerra com sete gols: 4 para os croissant e 3 para a seleção que diziam ser uma das favoritas só porque tinha o Messi.


Fontes[editar]