Desnotícias:Em jogo com zero chutes ao gol, titica-taca espanhol não supera a ruindade russa

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MOSCO, Terra da Vodka - Estádio Mijanimim

O asilo da Espanha enfrentou os donos da casa, entregando uma previsível partida sem graça, dada a pouca qualidade de ambas equipes, uma já idosa e outra ruim mesmo no auge de sua forma física. A Rússia manteve o mesmo estilo de jogo dos três primeiros jogos, baseado em "vamos jogando aí e ver no que dá"; afinal, após décadas de União Soviética e ausência de bolas, a escola russa de futebol sempre treinou chutando baldes, o que resulta na principal característica da seleção dona da casa, a bicuda forte e sem rumo longe do gol e ausência de capacidade de acertar passes em profundidade. Já a Espanha, com jogadores já de idade, apostou num futebol de pouca correria, com zagueiros tocando a bola um pro outro durante 80 minutos.

Primeiro tempo[editar]

Apesar do jogo ter sido parado por 90 minutos, não ficou num 0x0 graças à fraqueza russa. Aos 12 minutos, após falta cobrada na área russa, o zagueiro espanhol Sérgio Ramos efetuou sua jogada mais característica, que é agarrar o adversário num golpe de judô. O inocente zagueiro russo Ignashevich caiu nessa velha jogada, tomando um ippon que valeu como gol da Espanha.

A partir de então a Espanha passou a fazer o que sabe melhor: exibir um futebol mais feio que mães caquéticas brigando de foice, com aquele bando de toquinhos sem objetividade na defesa (o famoso "titica-taca"), ao passar 1 hora dando toquinhos de lado. Piqué estava com 45% da posse de bola, Busquets com 45% da passe de bola, 9% da posse da bola estava com os gandulas e 1% fica para o gol contra de Ignashevich.

A Rússia, percebendo sua falta de habilidade em fazer gols com bola rolando, já que não acertavam nem um passe de 2 metros, decidiram arriscar tudo em jogadas de bola parada, tentando faltas e escanteios. Até que tiveram a ideia genial de forçar o pênalti, que Dzyuba cobrou e converteu.

E assim terminou o primeiro tempo. Espanha 1 gol com 0 ataques, e Rússia 1 gol com 0 ataques. Resultado justíssimo.

Segundo tempo[editar]

Depois do primeiro tempo pareceu até que os times arriscariam mais; Alba até tentou fazer um gol de pirocada na bola, enquanto Mário Fernandes era o único jogador russo que tentava fazer algo que não fosse meter um chutão aleatório pra frente, investindo em dribles errados e facilmente desarmáveis.

A Espanha, mesmo com apenas um empate, continuou insistindo na porra do "titica-taca" por mais 45 minutos, sem sair do meio de campo. Os russos, que treinaram pênaltis, deixaram isso ocorrer, porque queriam o empate mesmo. Aos 15 minutos, o treinador russo cedeu aos pedidos de mudar as características russas de falta de habilidade e colocou em campo o habilidoso Cheryshev, embora tinha orientado a ele que jogasse sem habilidade (e ele aparentemente obedeceu rigidamente o seu treinador). A Espanha respondeu botando o idoso Iniesta, para ver se deixava a Espanha mais lenta ainda.

Todo esse jogo sem graça terminaria num empate mesmo. Mas ainda era preciso decidir um vencedor nessa budega.

Prorrogação[editar]

Instante em que o VAR foi acionado no último minuto da prorrogação. Claro que não houve pênalti marcado pra Espanha...

Se em 90 minutos ambos times nada fizeram, não seria agora nos 30 adicionais, já exaustos, que fariam algo de útil. Se algum time ou outro chegou perto de um gol, foi na base do cansaço do outro.

Ronaldinho Gaúcho desaprovou esse jogo, que teve 120 minutos sem nenhum dibre ou firula. Os espanhóis, que ficam treinando só passes de 2 metros, acabam se acostumando a só fazer isso, enquanto os russos (que nem treinar treinam, pelo visto) ficam só na base do chutão. A Espanha tentava forçar apenas novos gols contra, explorando a burrice dos zagueiros russos, mas estes continuavam atentos e evitavam fazer mais gols contra. Para os russos, ficou visível que seu clima polar não é ideal para o plantio da banana e seus jogadores sofreram com a ausência de potássio no organismo, sofrendo novas câimbras a cada minuto.

Pênaltis[editar]

De Gea fez a mesma escola do Muralha: pulou as quatro cobranças russas pra direita. Aí ficou fácil para a classificação russa. Eles são ruins, mas não são burros, e chutaram todas na esquerda.

Espanha 3 4 Rússia
Não foi melhor jogador do mundo Soccer ball.png Soccer ball.png Is My Love
Marido da Shakira Soccer ball.png Soccer ball.png Fez gol contra, mas tudo bem
Kokô X erro.png Soccer ball.png Godinez
Quebrador de canelas Soccer ball.png Soccer ball.png Gol de pênalti não vale na artilharia
" " X erro.png - -


Fontes[editar]