Desnotícias:Gol com ajuda de VAR salva Espanha de vergonha alheia

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CONISBERGA, Vodkaland -

Em um jogo de vizinhos, a Espanha jogou contra Marrocos precisando fazer gols na seleção marroquina, além de tentar secar a seleção portuguesa contra o Irã. O problema é que, de tão nervosa que estava para competir com Portugal em número de gols, a Espanha acabou ficando distraída de mais e começou se ferrando contra Marrocos, mas como a alegria marroquina de pobre durou pouco, a Espanha mostrou que não iria fazer cospobre de Argentina ou Alemanha para perder para um time médio/pequeno, e acabou empatando uma disputa em um jogo de futebol que depois disso acabou virando uma disputa digna de UFC por parte de Marrocos.

No segundo tempo, Espanha e Marrocos ficaram competindo em um jogo de cruzamentos e ataques sem sucesso; o Marrocos decidiu atacar de verdade a Espanha e fez um gol para colocar os marroquinos de volta na frente, mas em um lance muito duvidoso em um escanteio rápido, o gol espanhol de Aspas é anulado, porém é depois validado com a ajuda do VAR, o verdadeiro artilheiro dessa Copa. A alegria espanhola foi aumentando depois do gol duvidoso, já que conseguiu secar Portugal corretamente com um gol do Irã no final e ficar em primeiro do grupo por um fio de diferença.

Primeiro tempo[editar]

Um jogador marroquino descrevendo o tamanho da incompetência da equipe em segurar a vitória.

O jogo começou com Marrocos tentando fazer alguma coisa para impressionar a seleção espanhola, enquanto a Espanha também tentava atacar sem sucesso. Aos 6 minutos, os jogadores de Marrocos tentaram arrumar uma briga para irritar e depois forçar uma expulsão espanhola, mas foram parados pela turma do deixa disso e resultou em um jogo faltoso, até que a Espanha resumiu-se a atacar sem parar, enquanto Marrocos tentava alguns contra-ataques sem dar em nada.

Bola vai, bola vem, e sobra pro Sergio Ramos que, tentando tocar para alguém qualquer, perdeu a bola no meio de campo e não conseguiu quebrar um jogador marroquino como no Real Madrid. E ainda por cima deixou Boteco livre na cara do gol do de Gela, desimpedido para fazer o primeiro gol de Marrocos na Copa, já que não queria passar a vergonha que a Arábia Saudita não passou no jogo anterior. Depois desse gol a Espanha deixou Marrocos sonhar e abrir sua defesa para tentar o segundo gol, uma estratégia que fez a alegria de pobre marroquina realmente durar pouco. Foi numa jogada de tabela digna de Alemanha x Brasil que a bola chegou livre para Iscorrega, que não "iscorregou" e deu um chute forte para empatar o jogo.

Depois do empate, os marroquinos ficaram tão putassos com o gol espanhol que em poucos minutos confundiram o campo com um ringue de MMA e fizeram várias faltas nos jogadores espanhóis, enquanto as duas equipes mostravam péssimas zagas. O Marrocos, que focava muito em técnicas de futebol de rua e deixava no mínimo duas pessoas na banheira, conseguiu se aproveitar do erro de um lateral espanhol para deixar o atacante marroquino sozinho, mas como é típico de nível marroquino, apenas isolou a bola para fácil defesa de de Gela.

A Espanha tentava tabelar como no primeiro gol enquanto atacava na zona de ataque, achando que era a Alemanha de 2014, mas quase sempre errava o último passe ou então não conseguia chutar no rede de Punir. O time espanhol voltou a sofrer porrada do time marroquino de novo, em um jogo ainda faltoso com vários cartões, competindo até mesmo com Bélgica e Panamá. O jogo começou a esfriar com uma Espanha tentando atacar, perdendo a bola na zona de ataque ou dando excessos de cruzamentos para goleiro ou um zagueiro marroquino qualquer, e um Marrocos fazendo ainda mais faltas, enquanto o mesmo se livrava da bola para tentar fazer o tempo passar mais rápido e acabar logo o primeiro tempo. Tudo continuou nesse chove e não molha até acabar o primeiro tempo.

Segundo tempo[editar]

Sabendo da vitória de Portugal no primeiro tempo, a Espanha começou tentando atacar Marrocos sem sucesso nem precisão, já que o Marrocos estava focado em forçar os erros da pressa espanhola com vários toques errados e com a ineficiência de realizar mais um contra-ataque, além de montar um 7-2-1 para deixar que a Espanha fizesse nada no jogo.

O Marrocos tentou fazer contra-ataques e conseguiu acertar até uma bola na trave. Continuou numa retranca fodida apesar do cansaço de seus jogadores, esperando um contra-ataque milagroso, mas não teve jeito pois era só a Espanha quem conseguia atacar... salvo por um zagueiro qualquer marroquino, que tentou fazer um gol contra de cabeça como na partida contra o Irã, mas acabou tirando a bola (do jogo) para fora. Durante certo tempo o jogo ficou neste resumo:

  • Espanha tenta atacar Marrocos e fica sem saber o que fazer;
  • Espanha tenta fazer alguns toques na área de Marrocos;
  • Jogador espanhol perde a bola/faz um cruzamento errado/faz um chute sem perigo;
  • Marrocos recupera a bola em uma roubada ou tiro de meta;
  • Jogadores de Marrocos tentam dar algum passe no meio de campo;
  • Marrocos resolve se acovardar recuando a bola para os zagueiros para tentar garantir o empate;
  • Marrocos muda de ideia e ataca de novo a Espanha;
  • Marrocos se livra da bola ou a perde;
  • Retorne ao primeiro passo.

O jogo ainda continuou neste ritmo, com a Espanha fazendo uma pressão morna e sem qualquer tipo de preocupação para Marrocos, além deste último também não dar preocupação para a defesa espanhola. Até que, em um lance de Marrocos com um escanteio, e para incompetência da defesa espanhola, En-Éas consegue milagrosamente deixar Marrocos na frente de novo fazendo um gol de cabeça. E o jogo ficou nisso, até o momento em que um ataque rápido da Espanha em um escanteio (antes de ser autorizado pelo juiz), o atacante espanhol "" consegue fazer um gol de letra, mas é parado pelo bandeirinha, que levanta sua bandeira e dá impedimento, o que resulta em tamanho choro espanhol e gritos frenéticos da torcida espanhola no estádio. O juiz resolve olhar no VAR a posição do jogador, valida novamente no grito e dá o gol para a Espanha, empatando a partida e ficando por isso mesmo.


Fontes[editar]