Desnotícias:Islândia perde fácil pra Nigéria e busca reassumir posição de "seleção queridinha" da Copa

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Após ver o Panamá apanhar solenemente sem demonstrar qualquer chance de superar a Bélgica na primeira rodada da Copa, a seleção da Islândia viu o seu posto de "queridinha da Copa" ser ameaçado pela seleção centro-americana, afinal as pessoas elegem como "time queridinho" aquele que é humilhado, toma goleadas e demonstra não ter a menor chance de vencer uma partida. Coisa que a Islândia não fez quando endureceu contra a Argentina.

Torcedores islandeses, devidamente identificados, observando alguns negões penetrarem a defesa da Islândia.

Para recuperar o prestígio do carisma da seleção da Islândia, o técnico islandês Heimir Hallgrímsson decidiu adotar uma tática que garantiria, sem dúvidas, a derrota de sua equipe e manteria assim o posto de "time legal e carismático" para a Islândia. O maior problema era que o jogo era contra a Nigéria, sendo um trabalho nada fácil perder de lavada para uma seleção africana tão ruim. Mas a tática islandesa foi surpreendente: eles decidiram jogar de igual para igual contra os nigerianos, adotando inclusive a formação 4-4-2 e saindo totalmente do clássico 10-0-0 que a Islândia sempre jogou. Assim, sobrou espaços para a Nigéria construir sua vitória, já que haviam pelo menos 6 zagueiros a menos na formação islandesa.

Primeiro tempo[editar]

Os primeiros 45 minutos de jogo foram mornos, embora a Islândia desde o começo do jogo estivesse determinada em perdê-lo. A Nigéria foi surpreendida com um adversário não retrancado, dessa forma os africanos não puderam retrancar também. Por isso o primeiro tempo terminou no 0x0, já que por 45 minutos nenhuma seleção se decidiu a respeito de quem ficaria na retranca e quem efetivamente atacaria.

Segundo tempo[editar]

Uma das sensações da seleção islandesa é o cruzamento com as mãos de lateral direto para marca de pênalti da área adversária. Mas como esse tipo de jogada já estava ficando manjada e ninguém estava mais dando muita atenção para esse lance (normalmente insólito), o lateral islandês decidiu inovar ainda mais e executou um cruzamento com as mãos de lateral direto para marca de pênalti da área adversária, com o adicional de proporcionar um contra-ataque letal a favor da Nigéria. Foi assim que os nigerianos cortaram um desses lateral-cruzamentos e engataram o contra-ataque letal que resultou no primeiro gol de Musa.

Musa percebeu que jogava sozinho nesse time ruim da Nigéria, sendo praticamente tratado como a musa da equipe (sim, essa foi péssima), então coube a ele(a) "pegar na bola" e disparar sozinho ao melhor estilo Anderson na Batalha dos Aflitos, que consiste em driblar até o goleiro e a torcida antes de marcar o gol. Nessa jogada, ficou bem evidente que o novo esquema tático da Islândia visava mesmo a derrota carismática, visto que dois zagueiros islandeses tentaram atuar como goleiros, fechando a entrada no momento do arremate do segundo gol.

Para que a humilhação não fosse assim tão grande, o VAR (maior artilheiro da Copa até o momento, com 6 gols marcados) decidiu dar um pênalti para a Islândia. Mas Gylfi Sigurðsson, inspirado pelo Messi, famosinho que conheceu no primeiro jogo e que dizem ser o melhor jogador do mundo, não teve dúvidas e desperdiçou o pênalti com bastante competência.

Ao apagar das luzes o catadão afro-nigeriano ainda teve a chance de fazer mais um enquanto tava de 1x0, quando o atacante da Nigéria recebeu a bola do zagueiro islandês num rápido amigo-oculto realizado na defesa dos vikings. Em razão da baixíssima técnica do time africano, o jogador não sabia o que fazer com a bola na grande área do adversário, cabendo a ele esperar que seus companheiros de equipe aparecessem para apoiar e seus adversários tivessem o trabalho de recompor o campo de defesa, o que acabou não acontecendo. Fim de jogo e 2 a 0 pros niggas.


Fontes[editar]