Desnotícias:Kabum faz a campanha mais vergonhosa de um time brasileiro no Mundial de League of Legends e é eliminado na primeira fase

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SEUL CUL, Coreia Capitalista


Kabum e Detonation, o clássico terrorista de League of Legends em um tiebraker como de costume dos nomes, fizeram um jogo bombástico e com muitos erros (e haja erros!) do time brasileiro no jogo decisivo, a Detonation detonou a bomba na Kabum, que acabou se explodindo toda antes de chegar a segunda fase do Mundial de League of Legends de 2018 e isso se resultou na pior campanha de um time brasileiro em mundiais, repetindo o ciclo dos times brasileiros de dizer que vai ganhar experiência para a próxima edição, exatamente como uma barra de XP quebrada que não consegue subir de nível.

Alguns especialistas dizem que essa eliminação foi ao mesmo nível da eliminação na fase de grupos da Copa America Centenário, sendo comparado a mesma derrota contra a Seleção Peruana, porém sem roubos. (já que não há roubos no LoL, ou sim)

Na temporada de 2019, os fãs brasileiros que ainda creem que a região pode parar com essa putaria de "experiência infinita" e que podem superar a campanha pseudo-broxante da PaiN Gaming em 2015 (quase impossível), além que também poderá surgir um "Tite" para botar ordem na região.

Antes da tragédia[editar]

Após uma vitória no segundo turno ou split do CBLOL, as pessoas brasileiras achariam que a Kabum iria se redimir do fracasso da Team One no mundial do ano passado, principalmente por ser um time inexperiente que veio da segundona que milagrosamente venceu a primeira divisão e não soube jogar o Mundial. Isso fez que muitos brasileiros iludidos como sempre botassem fé na Kabum por ser um time tradicional por ter ganho os dois splits e que poderia dar alegria ao povo brasileiro, isso sem lembrar do stomp tomado de 21 a 1 para a SuperMassive no MSI 2018.

Ao anunciar o sorteio dos grupos, cerca de 99,8% dos torcedores comemoraram ter um time da NA LCS, a região mais zuada pelos brasileiros, apesar da Cloud9 nunca ter perdido para wildcards e principalmente a DetonatioN Gaming, um time da LJL, uma região conhecida por ser vitórias grátis para times de outras regiões. No jogo de estreia contra a Cloud9, a Kabum tentou até zuar, porém era um time brasileiro e de costume, zuou tanto que perdeu algumas lutas, e posteriormente, o jogo.

No primeiro jogo contra a DetonatioN, em um jogo mais disputado que mulher em cursos de exatas, a Kabum, por não ter nada o que fazer no jogo e achar que a DNG era um time tão inútil internacionalmente quanto a PENTAGRAM, tentou fazer um barão cagando e andando para as consequências, esperou alguns jogadores da DetonatioN entrar no covil do Barão, com o plano de matar o jungler adversário, porém mostrou o porque da região brasileira ser chamada de "Bronzil" e os jogadores da equipe brasileira tentaram fazer um Allahu Akbar em um Kindred ultando, algo que só poderia dar em merda. O resultado foi exatamente o que aconteceu e em mais 2 minutos de enrolação, a DNG terminou o jogo, com vitória dos japoneses, mostrando que mesmo que a Kabum conseguisse passar dos mesmos, iria ser uma campanha mais vergonhosa que a anterior feita pela Team One. (ao menos que milagrosamente ganhasse o MD5 na segunda fase, algo quase impossível)

No segundo dia, e outro stomp jogo contra a Cloud9, o top laner da mesma escolheu um campeão não visto no CBLOL, Lissandra e por causa dos picks variados do CBLOL, a equipe da Kabum não soube o que fazer com esse campeão, e o resultado foi outra derrota para os americanos. A Kabum no próximo jogo conseguiu uma vitória suada contra o time japonês no segundo dia e isso levou a um tie-breaker para decidir essa porra toda.

Momentos da tragédia[editar]

Jogadores da Kabum se preparando para pegar o mesmo avião de volta com a KLG depois da eliminação vergonhosa e para as eleições de 2018.

O jogo de tiebreaker no clássico terrorista começou com a Kabum secando o time japonês de tudo que é jeito, esperando que a Cloud9 não entregasse, o que aconteceu e começou com a fase de picks e bans, com o time japonês gastando um ban no Pyke feedante de Riyev, mostrando que os japoneses são educados, porém o resto composto por campeões semi-quebrados ou importantes da meta. O primeiro pick do time japonês é do campeão Urgod, provavelmente para mostrar para os brasileiros como se usa esse campeão, enquanto a Kabum respondia com Alistar e Kai'Sa, uma dupla sertaneja da bot lane mais usada, porém inútil nesse jogo.

A DNG escolhe mais dois campeões, Braum e Ezreal, o que levou brasileiros a acharem que fossem os mesmos Ezreals vesgos da SoloQ brasileira que erram a ult, que não fazem nem cosquinha e que o jogo estava ganho. Para tentar dar algum tipo de dano, a Kabum tenta escolher Aatrox, achando que a Kabum poderia realizar o mesmo stomp que o top laner Licorice da C9 fez com Zantins da própria Kabum, e depois de mais uns bans de campeões de rotas úteis ou até quase quebrados, o time brasileiro escolhe Syndra pelo mid laner da Kabum achar que seria uma Zoe com menos dano, enquanto a DNG escolhe Karma e Kindred, uma dupla que deu dor de cabeça no primeiro jogo entre as duas equipes, e a Kabum, achando que estava jogando contra o Flamengo eSports, escolhe pegar um pick fora de meta para tentar tiltar os japorongas, Nidalee.

Nos primeiros nove minutos, se resumiu apenas em nada, com alguns jogadores saindo de rota e tentando fazer porra nenhuma, enquanto alguns apenas farmavam ou tentavam fazer um gank fracassado que levava a nada, até em uma luta pelo Dragão da Montanha, a equipe da Kabum, tentando realizar uma homenagem ao jogador Mica0, vários ficam fora de posição, porém apenas o Alistar de Riyev é morto na disputa, dando um dragão de graça para o time japonês. Depois, o jogo ainda ficou mais sonolento quanto um jogo da NA LCS ou da LCK, até a Kabum desistir dessa porra toda e começar a feedar um Urgot até que levasse cerca de 5 jogadores para matar essa desgraça e tentar dar Allahu Akbar em um Kindred ultando, assim como no primeiro jogo.

Mostrando também um ótimo posicionamento em wards e vendo tanto quanto o Lula, a equipe da DFM mostrou como se faz um barão secreto a prova de roubos e tentou atacar a base da Kabum, que mostrando um desespero em não fazer uma campanha vergonhosa e superar a Team One, novamente tenta dar um "all-win" em um Kindred ultando, o que dá em merda e mostrando que foi tão vergonhoso, onde no jogo já estava 7 a 0 para o time japonês, que estava com vontade de dar uma kill para o time brasileiro como se fosse o gol do Oscar, mas nem isso a Kabum conseguiu fazer e pela primeira vez, um time brasileiro fica entre os últimos, onde pode pegar o mesmo avião que o time da KLG para viajar de volta para a América do Sul.

O resultado disso tudo é que esse péssimo jogo irá explodir negativamente no cenário brasileiro no jogo, podendo até cair para um Tier 2 de Wildcard, porém pelas conquistas antigas de times brasileiros e por conseguir pagar a Rito Gomes com dinheiro de skins, dificilmente acontecerá, para sorte dos brasileiros. (ou não) Um depoimento de um dos especialistas sobre o jogo foi deixado no texto abaixo:

Cquote1.png É impressionante a capacidade que os times do CBLOL têm para ser humilhado. E dessa vez eu falo seguramente, deixei isso no comentário na League News, isso tá registrado nacionalmente na história do League of Legends. A KaBuM deu o maior vexame de sua história e não vai ter um vexame pior que esse. Ser rebaixado pra segunda divisão do CBLOL não vai ser pior do que ser humilhado, execrado, ser pisoteado, ter a história cuspida e escarrada por um time de várzea. O tal da DetonatioN FocusMe é um time de VÁRZEA! E, literalmente de várzea. A Detonation FocusMe não existia no cenário do League of Legends até 2013, era um time varzeano. Um time que disputava Amistosos irrelevantes, Copa J-Pop, Copa Otaku, Troféu do Bairro da Yakuza. A KaBuM perdeu para um time de várzea. Perdeu não, porque perder é uma atuação no mínimo mediana, a KaBuM foi humilhada. A KaBuM teve a instituição KaBuM! e-Sports denegrida, o estatuto da KaBuM, sei lá, qualquer coisa que a gente possa dizer assim, ãh... como é que é? aquelas leis internas lá, agora tou tão puto que eu esqueci o nome, a Constituição do Conselho Deliberativo da KaBuM foi rasgada, a KaBuM tem que nascer de novo com outro nome. Acabou. Acabou, aí vem o Hiro com a história dele com essa história de "Vou ganhar mais experiência para a próxima competição..." Experiência não ajuda se você não treina, se seu time é uma merda, nem Jesus dá jeito, Jesus tem que se preocupar com os problemas do mundo, Jesus tem que se preocupar com a paz mundial, não se preocupar com essa merda chamada KaBuM, isso não tem que ser preocupação de Nossa Senhora do Brasil, da qual o Hiro tava no peito, ele acha que Nossa Senhora dá jeito na KaBuM, esse cara tá de brincadeira, aí ele fez os jogadores da KaBuM gritar em cada eliminação...Se vocês gritarem em cada eliminação, a gente vai mostrar que pode intimidar os adversários, Ah vai pra puta que pariu! Vai te catar esse time horroroso, o Zantins, o Riyev, o TitaN, o Wos, um dos suportes da segundona, contrata um suporte do Circuitão, quer o que? Vai tomar no cu! o Dynquedo, aaaaah o Dynquedo é o menos culpado, é um coitado, ele é gente boa e não pode fazer 1v9 sem time, esse Ranger, o cara não sabe dar um smite em um Barão, compraram um jogador da ProGaming, um jogador da ProGaming! Nem a SK Telecom T1 compraria o Faker se ele tivesse na ProGaming, que que é isso? [...] A KaBuM acabou. A KaBuM tem que nascer de novo com outro nome, essa é a solução, obrigado a todos e é o último, vai tomar no cu KaBuM.
Felippe Facincani[1] sobre a eliminação da Kabum


Atualmente os brasileiros estão comemorando o fato da DetonatioN pegar um dos times mais fortes nas eliminatórias e posteriormente ser eliminada, além de fazer uma fila gigantesca na sede brasileira da Rito Gomes para pedir a devolução dos packs comprados de torcedor, além das skins comemorativas do Kha'Zix da KaBuM, voltar a torcer para equipes mais modinhas, tais como PaiN Gaming, INTZ e Flamengo eSports e se masturbar para atuações antigas de sucesso em competições internacionais.


Referências

Fontes[editar]