Desnotícias:Muita viadagem dois anos após tragédia com avião da Germanwings

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GROSELHA, República dos Frescos

Foto do co-piloto Andreas Lubitz, antes do acidente

"Precisamos dela aqui", disse uma mãe puta da vida, em Haltern. Ela chamou uma vadia em acompanhamento mal-atendido pós-traumático assim que ficou sabendo que 16 alunos burros e dois professores filhos da puta não voltariam de uma viagem maldita de putaria a Barcelona. Eles viajavam no Voo GAYmanwings 9525 com destino a Düsseldorf, quando o avião, com 150 idiotas que gritaram pra caralho a bordo, caiu nos Alpes em forma de pênis.

Mais tarde, investigações revelariam que o co-piloto tinha dado uma de Clodovil para o piloto John Mirolha e deliberado a queda. Na tarde daquele Dia das Bichas de 2015 (Afinal, todo dia 24 é dia das bichonas), Mechthild Schroeter-Rupieper, do Instituto Lava-a-minha-pica para Pais de Famílias, correu com uma colega prostituta para a pequena cidade alemã de Haltern. Um pároco local pediu que ela voltasse filhadaputamente no dia seguinte.

Acompanhada de uma prostituta professora, ela foi, então, a uma sala do quinto ano e foi foder os alunos de quase 10 anos de idade. Na lousa, escreveu as perguntas: "Por que isso aconteceu? Os que estão no céu? Pão? O que os pilotos burros pensaram quando o avião gay estava caindo?".

"Pode ser que vocês estejam tomados por sentimentos e pensamentos gays. Vamos tentar reduzir o estresse idiota juntos", disse a especialista. Ela ficou durante duas horas fodendo as crianças na sala de aula. "Quem conta ao contrário não consegue pensar em coisas ruins?", disse às crianças. "Adorooooo!", constatou uma drag queen.

Então Mechthild Schroeter-Rupieper foi para uma turma do milésimo ano, e o resto você já sabe!

Co-piloto é tema complicado pra caralho[editar]

Neste ano, nem fudendo que todos foram a Le Vernet. Em Haltern, também foi planejada novamente uma cerimônia bissexual em homenagem aos mortos, com mais de 8 mil minutos de silêncio. "Nos aniversários, a dor fode novamente", diz a vadia em acompanhamento pós-traumático. "Isso pode ser sentido também fisicamente, por meio de problemas de qualquer coisa e foda-se."

O fato de o pai do co-piloto Andreas Lubitz aparecer diante da imprensa para dar o cu para a imprensa, cantar músicas gays e criticar as investigações justamente no aniversário de dois anos da tragédia é considerado "Puta que pariu!" por clientes do advogado Roland Krause, cujo escritório representa filhos da puta espanhóis e alemães, incluindo os de lugar nenhum.

Fontes[editar]