Desnotícias:Não há consenso no PT quanto a toque de recolher no STF, diz Fernando Haddad

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SPAM PÁ UOL, República dos Sacanas

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Malddad, hoje coordenador da roda do puxassaquismo lulista e potencial candidato a presidência caso Lula tenha sua eventual candidatura impugnada pela lei da Ficha Limpa, afirmou neste sábado que "não há consenso" no partido quanto ao ponto que prevê limitar a atuação do STF, coisa presente no anteprojeto do programa de governo da candidatura do partido.

"A maioria não sabe e quer tempo pra pensar", afirmou o ex-prefeito ao Desnotícias expondo a sua preocupação, dado que o partido teve grandes problemas graças a certo juíz federal de primeira instância na quarta região que a despeito de sua incompetência, estava abusando de sua autoridade para fazer justiçamentos políticos ao arrepio da lei.

Questionado, o preposto se limitou a dizer que a proposta seria de que o STF se limitasse aos parâmetros presentes na Constituição de 1988, como se alguém respeitasse aquele texto mais remendado que roupa de festa junina.

Além disso, foi aventada a ideia de que os mandatos dos juízes do alto escalão do STF tivessem seus mandatos limitados como ocorre no legislativo e no executivo, com a ideia de desentulhar e tirar o peso político do mesmo, mas que tal discussão não teria prosperado pelo fato de que os ex-juízes acabariam por se tornar um peso morto ao erário, o que na atual situação, seria extremamente temerário.

"Tem ministros que entendem que a corte deveria ser constitucional", disse Haddad em meio a pilheria de gargalhadas do evento promovido em um evento literário de gosto duvidoso voltado a pseudointelectuais no nível do Loser Manos.

Em conversa com Guilherme Boulos, conhecido playboy filhinho de papai que se paga de esquerdista em nome da moda do grupo Revolucionários de Boutique S/A, Haddad afirmou que os grandes grupos da mídia seriam contra a democracia, eufemismo comumente utilizado nas correntes lulistas para defender a todo custo a volta de Lula ao Planalto e a defesa das confortáveis posições dos grupos de interesse sectário que se aglutinam em favor de suas próprias políticas de fisiologismo a despeito do que a população pense ou deixe de pensar.

Na sua justificativa, o mesmo afirmou que o objetivo de tais grupos seria o de tirar concorrentes da disputa e que o debate sobre a regulação de mídia deveria ser retomado, com a finalidade de garantir que grupos de puxassacos lotados nas filiais brasileiras do El País, BBC, Le Monde e Intercept possam continuar seu típico trabalho de quinta coluna na imprensa brasileira.

Além disso, foi expressa extrema preocupação com a questão, dado o fato de que a imprensa brasileira é controlada por grupos políticos e oligárquicos que são extremamente refratários a boa nova do lulismo, sendo que o Boulos aproveitou para pressionar em favor de rádios comunitárias em favor de seus próprios comparsas, comumente acossadas pela Polícia Federal por transgredirem as normas legais pelas quais as mesmas não poderiam ter fins lucrativos, de aparelhamento político ou de proselitismo religioso, como aliás, ocorre muito quando ninguém está olhando.



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