Desnotícias:Senegaleses se recusam a fazer gol contra os colombianos e se despedem da Copa

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FIFA WORLD CUP 2018.png Esta desnotícia é parte do projeto DesCopa Russia. Na Rússia, a Copa se informa sobre VOCÊ!

SAnta MARtA, Colômbia - Estadio de la Samara

Jogadores senegaleses que entraram em campo na partida de hoje. A tinta branca faz parte das estratégias de camuflagem e desorientação.

O jogo foi transferido para a Santa Marta, na Colômbia, devido a uma ameaça de bomba na cidade russa onde seria disputada a partida. Com a torcida a favor, os colombianos repetiram o mesmo ambiente que os brasileiros tiveram em 2014 e conseguiram, mesmo sem jogar futebol, passar para a próxima fase como primeiros de seu grupo.

Senegal, que começou o jogo classificado, duelava com uma Colômbia que precisava ganhar o jogo para se classificar. Os africanos fizeram jus em sua tradição de peidar na hora H, assim como fez a Nigéria no jogo contra a Argentina. Por ter simplesmente se recusado a fazer um mísero gol, tomou outro, de ninguém menos que o(a) Mina do Palmeiras e acabou ficando de fora, deixando o continente africano com apenas dois representantes nas oitavas de final, a Bélgica e a França.

Primeiro tempo[editar]

Apesar do apoio da torcida, era apenas o time dos cafetões (como adora dizer o Villani) que via os senegaleses entrarem com suas bolas na área. Os africanos começaram o jogo com o objetivo de eliminar os colombianos por meio de cruzamentos.

Os colombianos só conseguiram uma trégua depois que os africanos resolveram espremer Falcão Garcia pra ver se saía dali um suco do jogador, oferecendo uma falta de presente aos cunhados de Piqué. A zaga colombiana, com muita vontade de fazer "cacá", começou a recuar bola pro goleiro dentro do próprio gol e a tabelar com os adversários na própria defesa após a cobrança da falta.

Mané, que não é Malandro, aparece aqui mostrando toda sua intimidade com a bola. Sem Salah e Firmino e jogando ao lado de esquenta baldes, fica difícil jogar um bom futebol...

Ao tentar tirar uma das bolas enfiadas nas costas dos zagueiros colombianos (é difícil falar dessas táticas sem voltar ao primário!), o zagueiro Sánchez I se enrosca com um negão e cai na área. O árbitro marca o pênalti com convicção, mas o melhor jogador do torneio até aqui, o VAR, resolve bater um papo com o árbitro e o convence a anular o pênalti.

Eis que o cartel resolve sair da sua área e testar a zaga dos ex-mineradores de diamantes pela segunda vez, quando é parada com falta (pela segunda vez também), resultando numa cobrança que não resulta em nada de novo, de novo.

Não satisfeito com o desempenho do time, Jose Loco Pekerman resolve tirar Rames Rodrigues aos 30 minutos do primeiro tempo por achar que o enganador estava enganando em campo. Em seu lugar, entra o craque Muriel, que deu 2 minutos de ânimo àquele time amarelão.

A partir daí, o restante do primeiro tempo se resumiu a um treino de ataque contra defesa, com um pequeno aquecimento para o goleiro Ospina. Os lances mais emocionantes desta etapa foram aqueles nos quais a bola chegava ao N'Diaye (que fazia sei-lá-o-que no gol do Senegal), que soltava a bola na cara do adversário todas as vezes, de forma a encorajá-los a chutarem mais para o gol. Sem sucesso.

Segundo tempo[editar]

O segundo tempo começa com outra enfiada dos senegaleses nas costas dos zagueiros colombianos, que não se conformaram em ter passado todo o primeiro tempo com mais de dois negões nas costas pelos lados.

Na arbitragem, a ordem que partira do Clan del Golfo era a que o árbitro deveria deixar de apitar faltas para os pobres de Senegal, que sem o dinheiro da Serra Leoa, não tinham como subornar a arbitragem como os colombianos fizeram com o dinheiro da cocaína. Como não se tratava do cartel de Medellín, então os jogadores não se sentiram pressionados para tentar a vitória.

Em algum momento do segundo tempo, Senegal parecia a Espanha parecia a Alemanha tabelava até chegar no gol colombiano, quando Sánchez II faz falta antes do território. Por não ter nenhum cobrador de falta, aquilo ali não deu em nada.

Coreógrafo Mina mostrando porque foi convocado para a presente Copa do Mundo.

Quando ninguém parecia dar importância ao jogo, eis que surge um escanteio para a Colômbia. Na cobrança, aparece o Mina que já foi do Palmeiras sozinho no alto para cabecear e pôr em prática aquele protocolo dos sábios de sião provérbio chinês que diz que "o pereba que não faz, não consegue fazer, não tem habilidade para fazer e não sabe jogar futebol, leva". Sem 0, Com 1.

Time que toma gol do Mina deveria ser eliminado automaticamente e voltar pra casa a pé, já que a moral da equipe que leva o gol cai em 100%, mas enquanto Infantino não oficializa esta regra, o que resta é dar seguimento a partida. A partir de então o jogo finalmente começa, com a correria dos quenianos senegaleses que voltaram a fazer aquilo que fizeram durante todo o primeiro tempo, tocando objetivamente até colocar algum jogador na cara do gol para jogar a bola lá no carrinho de pipocas da tia Ivanov, situado nos arredores do estádio.

El Loco Pekerman coloca outro jogador com sobrenome do Palmeiras, o Borja-calças, que não teve tempo de fazer nada no jogo. Fim de jogo e 1 a 0 pra Colômbia.


Fontes[editar]