Desnotícias:Sul-coreanos não abrem o olho e México garante a sua segunda vitória na Copa

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Jogo decisivo no Grupo F da Copa do Mundo, Coreia do Sul e México se enfrentaram para decidir quem se credenciaria a enfrentar o Brasil numa das oitavas-de-final, e o México se deu bem. A Coreia do Sul, tal qual seu primeiro jogo contra a Suécia, continuava achando que estava num campeonato de Taekwondo, quebrando os mexicanos com chutes e pontapés sempre que possível. Já o México, jogava bem como nunca! E esperando a eliminação de sempre, mas parece que dessa vez a derrota só virá nas oitavas-de-final mesmo, como de costume.

Primeiro tempo[editar]

Kim Lee (provavelmente esse é o nome dele), tentando abrir o olho pra ver se enxerga onde fica o gol do México.

O México esperava encontrar uma Coreia do Sul pior que a Alemanha, porque sempre diziam antes da Copa começar que Alemanha e Suécia se classificariam e a Correia era a pior de todas. Mas o México foi surpreendido em encontrar sul-coreanos que, embora fossem tão ruins quanto os alemães, pelo menos não demonstraram apatia e obrigaram o México a jogar bem.

Os sul-coreanos mantiveram a mesma tática que adotaram contra os suecos: quebrar o adversário e ver no que o jogo pode dar, porém dessa vez foram instruídos a não quebrar canelas dentro da área, para evitar sofrer pênaltis desnecessários.

Mas o pênalti veio mesmo assim, não por uma falta acintosa, mas sim porque o jogador Kim Lee (vamos aceitar que todos sul-coreanos se chamam assim - e na verdade se chamam assim mesmo) foi treinado por um boneco de posto e mandou um carrinho na área que tava mais pra aviãozinho, com os braços levantados, aí meteu a mão na bola. Carlos Vela bateu o pênalti bem na especialidade mexicana, que é bater pênaltis muito mal, com chutes fracos em meia-altura (aquelas batidas ideais pro goleiro defender), mas o goleiro sul-coreano não quis nem saber da facilidade e sofreu o gol com veemência, pulando para um lado aleatoriamente.

Segundo tempo[editar]

E chega o segundo tempo do jogo. Atrás no placar e com a eliminação batendo à porta, ficou nítida a desvantagem de se ter um time inteiramente formado por robôs idênticos todos chamados Kim, ou Lee, ou Kim Lee. A única coisa que a Coreia do Sul sabia fazer eram faltas, acertar passes para trás e exibir bastante ausência de muita criatividade. E é por faltar tanta criatividade que a única opção restante aos sul-coreanos foi copiar os mexicanos e o modo como fizeram o gol, então a Coreia do Sul decidiu forçar vários pênaltis. Foram 3 tentativas que consistiram em chutar bolasdeliberadamente nas mãos dos zagueiros mexicanos, e nenhuma delas deu certo.

Enquanto os coreanos tentavam acertar uma bola na mão de algum mexicano, acabaram se desconcentrando e sofrendo um contra-ataque letal, que deixou Chicharito livre para marcar o segundo do México. Ele beneficiou-se, é claro, do zagueiro coreano que deve estar deslizando no carrinho até agora, ao se jogar na área e tomar aquele drible (o mais previsível do futebol) que é cortar um zagueiro que vem deslizando feito louco. Daí foi só Chicharito bater e fazer o segundo gol.

Quase que o jogo termina num 2x0, mas após 45 minutos tentando chutar bolas nas mãos dos zagueiros mexicanos, o coreano Kim Lee errou esse arremate e acertou um belo chute no gol por acidente, fazendo assim o gol de honra coreano, provavelmente o único da seleção nessa copa.

Conclusão[editar]

Correria do Sul é um time inteiro inspirado no menino Ney, os caras jogam mais deitados do que em pé. Os jogadores da Worst Korea tão dando carrinho no vento até agora.

E o México já tem bem encaminhada a sua eliminação nas oitavas de final, dependendo apenas de si mesmo para perder do segundo colocado do grupo do Brasil.


Fontes[editar]