Diabo-da-tasmânia

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Diabo-da-tasmânia
Desenho de um diabo-da-tasmânia feito por um artista a 630 metros de distância, usando uma teleobjetiva.
Desenho de um diabo-da-tasmânia feito por um artista a 630 metros de distância, usando uma teleobjetiva.
Classificação científica
Reino: Animal
Filo: Acordados
Superclasse: Quadrúpedes
Classe: Mamadores
Ordem: Marsupiais carnívoros
Família: Diabos
Gênero: Sarcófago
Espécie: Diabo-da-tasmânia
diabus tazmanias

Diabo-da-tasmânia é um animal originado do cruzamento de cachorro com o capeta, que é capaz de devorar 42 quilos de comida por dia -- quantidade bem superior ao seu próprio peso. Assim, os espécimes que não morrem por excesso de comida convivem pacificamente com outros bichos estranhos da Austrália, como o canguru, o ornitorrinco e a equidina équidna aquele outro bicho de nome esquisito.

Hábitos alimentares[editar]

O Diabo da Tasmânia, por ter parte com o demo, se alimenta principalmente de almas. No entanto, como os aborígenes australianos, a exemplo de vários outros povos primitivos como os índios e os argentinos, não possuem alma, os animas têm que se contentar com todo o resto que encontram pela frente. Todo o resto. De animais e vegetais, passando por minerais e o seu cu, o diabo da Tasmânia come tudo que estiver a seu alcance.

O diabo depois de uma mudança estética.

Sua voracidade é tão impressionante, que levaram um espécime à Hollywood, onde se tornou personagem do desenho animado da turma do Pernalonga. Por obrigações contratuais, o diabo não podia comer o personagem principal, tendo que se contentar com cenários de isopor e papelão. Esse foi, em parte, o motivo para deixar o show, indo se dedicar ao cultivo de mexilhões na Nova Zelândia. Desde então, jamais nenhum outro diabo da Tasmânia foi visto na televisão.

Habitat[editar]

O Diabo vive na Tasmânia, ilha ao sul da Austrália que, junto com o município fluminense de São Gonçalo, é considerado o Inferno sobre a Terra. Segundo relata o naturalista francês Jacques Tanocou, o diabo foi exilado para a ilha porque não sabe nadar, e seria um desastre ecológico se habitasse algum local povoado por outras espécies. A extinção do pássaro dodô, por exemplo, se deve a estas ferozes criaturas. De acordo com recentes fotos de satélite, os animais também foram responsáveis pela transformação da Tasmânia de uma ilha montanhosa coberta de florestas em um deserto plano. Com o esgotamento dos recursos alimentares disponíveis, a única coisa que restou para os diabos comerem é uns aos outros, o que se constitui num grande problema: eles não aceitam ser comidos se não forem antes a um restaurante, ao cinema e não receberem um buquê de flores com um cartão.

Cquote1.png Tanta frescura ainda vai acabar com esses bichos. Cquote2.png
Jacques Tanocou sobre a possível extinção dos diabos da Tasmânia

O futuro[editar]

O maravilhoso Dodô, que foi jogar futebol depois de ser extinto.

Como país nenhum no mundo é louco de querer hospedar um espécime num zoológico, provavelmente os diabos da Tasmânia estão fadados a ter o mesmo destino do Dodô (que não é o jogador do Botafogo; esse, infelizmente, continua por aí) e do Pogobol: a extinção ampla, geral e irrestrita. Porém, alguns céticos ainda acreditam que a natureza, o rumo evolutivo e a necessidade os fará exímios nadadores, iniciando-se assim um verdadeiro caos a nível global.

Assim, este artigo termina fazendo um minuto de silêncio. Por favor, não faça nada agora. Se o seu chefe perguntar o motivo de você estar aí parado e mudo olhando pra tela do computador, diga que é pela memória dos diabos da Tasmânia. Temos certeza de que ele vai entender.

Veja também[editar]