Dimitri Pelov

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Estin artigovski é russki!

Ele não gosta muito de chechenos.

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Sobre[editar]

Dimitri Ustínovitch Pelov, em cirílico Дмитрий Усти́нович Pelov (Dudinka, 07 de março de 1926 – 13 de agosto de 1993) foi o primeiro homem a urinar em ambiente de microgravidade, em 15 de junho de 1971, a bordo da estação espacial MIR (em russo Мир, que se traduz simultaneamente em Paz e Universo).

Vida Pessoal[editar]

Nascido na cidade portuária de Dudinka, filho primogênito de um alto funcionário do serviço de administração de transportes e de uma professora primária. Sempre se mostrou extremante compelido ao sucesso acadêmico, formou-se nos estudos inicias com extremo louvor, ingressando assim na conceituada e concorrida Escola Politécnica de Moscou, onde obteve também com méritos o título de Engenheiro Eletrotécnico.

Foi convocado, em seguida (1962), pelo alto comissariado do partido comunista para trabalhar secretamente como engenheiro nos projetos do programa espacial russo. Mostrou-se extremante capaz e foi cotado para ser o primeiro cosmonauta a ir ao espaço em 1961, o que, todavia devido ao maior apelo social de Iuri Gagarin, que era filho de proletários, não se concretizou.

Dimitri dando uma relaxada na Lua

História[editar]

Este cosmonauta foi reconhecido mundialmente como o primeiro astronauta a urinar no espaço. No voo espacial em 15 de junho de 1971, conhecido como o dia internacional do mijo ou do "urinamento", após fazer uma inspeção de rotina nos equipamentos externos da estação espacial MIR, o astronauta Dimitri, após uma caminhada espacial que durou mais de 5 hora, decidiu fazer sua necessidades no vazio sideral, marcando a primeira urinada no espaço.

Tratou-se de uma missão secreta mantida em sigilo pelo Kremlin até 1993, com as medidas Glasnost e Perestroika, que objetivaram entre outros a abertura da então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas - URSS - e concomitante as calorosas especulações com a divulgação por arte da NASA das imagens obtidas pelo Hubble dos cristais. Deste modo veio a público tanto e execução desta missão quanto o paradeiro de Dimitri Pelov, empregado discretamente no serviço de despachos da ferrovia Trans-Siberiana.


Urina no Espaço[editar]

Nos arredores da MIR, Dimitri Pelov permaneceu por 5 horas, externo ao invólucro da estação, tempo suficiente para realizar o motivo primoridal da missão que era realizar “as mais corriqueiras atividades” dos seres vivos como defecar e urinar.

Fez-se necessária esta missão já que era objetivo então, da URSS a conquista do espaço, no sentido mais amplo, a colonização, deste modo ele cumpriu as ditas atividades. Desfazendo, portanto as duvidas a cerca do congelamento do “órgão” exposto ao zero absoluto, da letal cristalização da uréia no duto uretral, e também com o intuito de quantificar a extensão do dejeto perpetuamente imobilizado na órbita terrestre.


Como fora previsto, a urina congelou imediatamente em contato com o Universo, como previa a equipe científica a bordo da MIR, que fotografou todo evento através das Polaroides contrabandeadas e incidentalmente, em 25 de junho de 1993, pelo telescópio estadunidense HUBBLE, que traduziu-se a partir de então por uma deliciosa ironia dos saudosistas do soviético como "High Urine Biotic Binocular Looking Equipment".

Questão de Vestibular[editar]

Este momento histórico, apesar de parecer efêmero, reapereceu na História depois de cobrado no Vestibular da UFPR de 2004.


Dizia a assertativa: "Qual foi o primeiro astronauta a mijar no espaço?", tendo como respostas as assertativas:
a) Dimitri Biscoito
b) Dimitri Velop
c) Inmetro Veloz
d) Ideli Salvatti
e) Roberto Requião

Como se percebe, a questão era uma pegadinha, pois o Requião só urinou no espaço em 1991, e não em 1971, ainda mais que não foi o primeiro, mas o terceiro.


Apesar dos recursos dizerem que todas as questões tinham de ter uma assertativa correta, a comissão respondeu a todos os recursos sumariamente "Quem pode mais chora menos", e “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, extinguindo todos os processos, com formação de coisa julgada.


Ver também[editar]