Dire Straits

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Este artigo discute coisas intrínsecas aos Anos 80's!
Provavelmente ele se refere a coisas daquela época, tais como Atari 2600, Balão Mágico e Plano Cruzado.

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Dire Straits
Dire straits.jpg

O cara da banda
Informação Geral
Origem: Europa
País: Inglaterra
Gênero: Rock,Progressivo,Country,Folk
Período passivo Ativo: 1979 - 1993
Gravadora: FodaGram
Quilos de Maconha Cheirados: 6x10²³ gramas
Integrantes
Mark Knopfler
David Knopfler
Pick Whithers
John Illsley
E mais um monte de caras que nem os fãs sabem quem são
Álbuns
Dire Straits
Communiquè
Making Movies
Love Over Gold
ExtendeDancEPlay
Brothers in Arms
On Every Street

Cquote1.png We are the Sultans, We are the Sultans of Swing... Tanananaaaaa tana nana tanananana.... Cquote2.png
Você cantando o único sucesso da banda

O Dire Straits foi uma grande banda de sucesso, mais conhecida como Os 100-Dinheiro, que fez vários shows pelo mundo inteiro. Mundo inteiro não, só fez show em países de alto poder aquisitivo porque não vieram para a América do Sul nem na Central. Também é uma banda racista, já que não tiveram nenhum integrante negro afrodescentende dentre os integrantes. Muito menos fizeram um show lá na África, exceto quando foram obrigados a fazer um show em comemoração ao Nelson Rubens Mandela, pelos seus 70 aniversários. Comemorar o quê também né? Na época estava tendo lá uma segregação racial, conflitos... Mas enfim, a banda tocava Rock Clássico com requintes progressivos e pitadas pscicodélicas, ou seja, transformavam a música clássica de Beethoween, colocavam mais sons e de vez em quando viajavam.

No mais, era um som calmo, de rock clássico mesmo, mas achavam que era um Punk Rock com o Heavy Metal devido aos problemas auditivos de Mark Knopfler, que insistia em fazer movimentos com a cabeça mexendo o cabelo e colocar roupas de caveira e de couro, além de acenar para o público assim _\mm/. O mais interessante ainda da banda são os fãs (coisa que verá a seguir depois dos comerciais), que apesar de toda essa patifaria, ainda gostavam da banda. O Dire Straits ainda deu um grande exemplo ao Bill Gates, já que com as vendagens dos álbuns da banda puderam provar que qualquer um compra porcarias e ninguém nem sequer reclama, inspirando o Bill invetir todo o seu porquinho de economias no Windows.

O Dire Straits, fundado em 1977, foi acabar só alguns anos depois, lá por miados de 1995, quando o Mark Knopfler decide fazer carreira solo, alegando que cansou das longas turnês e o som "pesado" que fazia, preferindo depois tocar todos os estilos de músicas existentes na face da Terra.

Um fato interessante da banda são os chamados Bootlegs, ou seja, material não oficial que é vendido baixado de vários lugares. Por isso é comum ver várias versões de uma música ao vivo. Também, mais comum ainda, são os fãs que levam câmeras e gravadores durante shows para registrar algo.

Antes da junção até o primeiro álbum[editar]

Como foi dito, a banda foi fundada em 1977 pelo Mark Knopfler e o baixista, muito conhecido internacionalmente e renomado, o... o... é... como é mesmo o nome dele?? Deu branco...Hã? Ah sim, o John Illsley. Então, os dois, juntamente com o irmão mais novo do Mark, o David, fundaram a banda. A ideia de se juntarem surgiu daquele sonho que todo adolescente cursando alguma coisa em alguma faculdade de UniEsquina tem: Formar uma banda de metal, sair engravidando as menininhas por aí e ganhar rios de dinheiro.

Mark Knopfler era um cara pobre, sem dinheiro sequer para comprar uma palheta, muito menos uma guitarra — está aí o motivo de ser considerado o cara que toca sem palhetas, sem amplificador e sem a guitarra propriamente dita. A única guitarra que teve foi uma vermelhinha, dada pelo seu pai, um marceneiro. Ah sim, a guitarra foi feita pelo próprio pai com sobras de madeira avermelhada, pintadas de vermelho posteriormente. Também, a guitarra não tinha cordas, cabendo ao Mark arrumá-las por si só. E foi o que fez, tirando todos os elásticos das calcinhas das parentes próximas, amarrando-os no pedaço de pau. Um fato curioso de Mark, também, é que sempre tentava imitar os sons que mal escutava na guitarra. De começo, morava perto de um cais, um porto que chegavam vários navios contrabandistas, futuros "copiadores" de seus CD's. Como havia muito barulho de navio, buzina e outras coisas como empilhadeiras (motivo de ter problemas auditivos), ele os ouvia e tentava reproduzir. Com os barulhos de navio, reproduzia perfeitamente o som de um trem. Depois que mudou, para perto de uma estação de trem, reproduziu o som de um navio... Vai entender... Mas você verá mais sobre as inspirações depois.

Cquote1.png Não estou ouvindo nota nenhuma... Cquote2.png
Mark Knopfler

Ele fazia jornalismo, aprendendo a fazer notícias. O jeito que mais aprender a desenvolver uma boa desnotícia foi "ouvindo" elas, os boatos acerca e escrever sobre o mesmo. Tá certo, continha alguns erros de nomes, confusões, mas nada grave...

John Will; Shirley; Illsslsajiey, Ah, o carinha que tocava baixo na banda, estudava na universidade perto do Mark, fazendo... O que ele fazia mesmo?? Ah, não importa. John desde pequeno tocava baixo, sendo um dos baixistas mais conhecidos por lá. Na adolescência continuou tocando baixo, assim como o fez até o Dire Straits. Inclusive tocou baixo nos seus posteriores discos, quando saiu do Dire. Continuava tocando baixo, fato que obrigava a todos que compravam o CD do John ou do Dire Straits a aumentarem e muito o volume de seus aparelhos de som, se quisessem ouvir alguma coisa. O único que não reclamava disso era o Mark... não sei te explicar o porquê.

O irmão de Mark, David Knopfler, também fez parte da banda. Este pelo menos tentava fazer alguma coisa, ou seja, mostrar serviço para ter algum destaque. Como era o "raspa-de-tacho", o "caçulinha", seu irmão mais velho nem dava muita bola para ele. Nem os fãs e nem os integrantes também ligavam. O quarto e último integrante a dar origem à banda foi o Pick Whiters. Não se sabe muito a respeito dele, só a partir de quando fez parte do Dire. Apesar de que mesmo durante o sucesso, continuavam sem saber nada a respeito.

Mark Knopfler, antes de ganhar dinheiro para arrumar o cabelo

O destino desses quatro se juntou durante uma festa de universidade (exceto com o Mark e seu irmão, que já se conheciam). E a festa estava boa até, sem nada de mais acontecendo, fora uns punks que queriam arrebentar a todos. Nada de anormal. Nessa festa teve inclusive uma competição de bandas, para ver quem tocava melhor. Mark estava doido para mostrar o que sabia fazer e os outros também, mas não tinham banda. Do nada, ambos os quatro se entreolham e percebem a fome do outro de tocar. Não deu outra: Decidiram os quatro se juntarem ali mesmo e botar aquela porra pra funcionar direito. Só ficou faltando o nome da banda.

Enquanto decidiam qual seria o nome, estava tocando lá na festa os Sex Pistols, com uma música dedicada à rainha da Inglaterra. O então quarteto decidou o nome: The Café Racers, já que não tinham almoçado nem comido o café da tarde (ou o café das 5) e queriam correr logo para o palco. Esse nome não colou, ficando Dire Straits mesmo. Saberá a respeito disso mais lá embaixo nesse mesmo artigo ou no google.

A banda momentos antes de fazer o primeiro show

Chegara, então, a hora de subir ao palco. Todos ansiosos. Foi o último conjunto a se apresentar naquela festa. Uma que os que almejavam tocar ou estavam esfarrapados no chão de overdose ou estavam como gatos: Miando de bêbado. As bandas anteriores só tocavam o punk rock ou o metal, portanto, um som assim mais pesado. Esse som pesado era moda na época. O Mark não pensou duas vezes, dizendo logo aos agora integrantes da banda: Cquote1.png Vamos tocar algo bem pesado! Só me seguir. Cquote2.png Subindo ao palco, já foram colocando os respectivos instrumentos. Ainda estava uma pancadaria geral. Mark, como não ouvia nada, nem ligou, dizendo algo como "preparem-se para um som pesado". Começou tocando então. Era a música que acabara de compor: Sultans of Swing. Tocava de tal forma, as notas saíam limpinhas e ainda fazia cara de pastel tocando. As notas saíam limpinhas porque os elásticos da calcinha das primas eram lavados sempre, produzindo notas limpinhas e branquinhas, com cheirinho de lavanda.

Todos pararam para ouvir e prestar atenção naquele quarteto: Acharam ousado os quatro: Em tempo e punk, som pesado, só eles tocando coisa leve, um som mais calmo. Mark pensa ainda hoje que arrebentaram nesse dia por ter feito um som muito pesado. E o mais incrível foi que todos comeram a gostar do som. A banda fez certo sucesso, lançando seu primeiro álbum com o mesmo título: Dire Straits: Heavy Heavy

O Sucesso[editar]

Ânus Dourados: O começo[editar]

Ânus Dourados: A época de ouro da banda

Aqui, em 1977, a banda era formada pelo Mark, seu irmão, John e o Pick Withers.

O nome de Dire Straits, que você saberá o significado mais adiante, foi dado pelo cara responsável pelo batuque. Este sabendo que bateristas não tem um futuro brilhante e mesmo que faça muito barulho, ninguém conhece nem o nome deles, resolve ficar pensando num nome de efeito. Apelidou a banda de Dire Straits. A banda fez sucesso (pelo menos é isso o que os fãs acham) e mesmo assim não sabem quem apelidou. Alías, baterista é uma profissão ingrata, já que eles se matam lá atrás do palco, se desgastam até não querer mais, dão ritmo à música deixando-a mais rápida ou mais lenta e ainda sim quem come mais e tem mais sucesso na banda ou é o guitarrista ou o vocalista, isso se o vocalista não for guitarrista também, aí não tem para ninguém. Até o tecladista ou baixista tem mais sucesso que um baterista. Até o cara responsável pela iluminação, o técnico ou apenas o servente de esquenta marmita do assistente de palco tem mais créditos que o baterista.

Então, depois da "batização" da banda, ela lançou o seu primeiro álbum: Dire Straits. Meio sem graça né? A banda na época estava sem muita inspiração para fazer grandes coisas e sem dinheiro também, economizando na capa, no dinheiro para as letrinhas no nome do disco e até para a gravação de mais faixas nesse álbum, já que foram apenas 9 faixas, todas com mais ou menos 4 minutos cada uma. Mais análises abaixo. E a banda inovou também já nesse primeiro álbum, já que na parte 1 do disco eles cantam e na parte 2 eles pedem desculpa.

A formação original da banda, antes de começar a fazer os showzinhos

Assinam um contrato com uma produtora, a PhonoGram ou FodaGram, sendo esta apelidada desse jeito pelo fato de "ferrar" com todas bandas. Com isso, puderam ir no canal de TV BBC e fazer sua primeira apresentação ao vivo, tocando em rede nacional para mais de oito mil pessoas.

Após um ano, lança o segundo álbum, Communiquè. Sabemos que o Mark era um jornalista e que para ajudar a pagar suas despesas era professor também. E como ele gostava de fazer música com tudo o que experimentava, colocou então nesse segundo disco que produziram, os erros de comunicação encontradas em tudo: Na escola, com os alunos, na imprensa. A única coisa que o Mark não sabia era sobre sua surdez, que dificultava um pouco a comunicação...

Antes de lançar esses álbuns, a banda fazia bicos, "abrindo" o show para os Talking Heads. Impressionantemente isso inverteu, sendo o Dire Straits ativo e o Talking Heads passivo. Também tocavam em pizzarias, bares como música ambiente. Com esses dois álbuns, conseguiram ainda fazer uma turnê, mas não sabiam se era para o primeiro ou para o segundo álbum, já que além de misturar as músicas dos mesmos, um CD é praticamente o lado C do outro (O lado B ainda era usado para pedir desculpas).

Aumentando a complexidade das músicas[editar]

Cquote1.png Caramba...não estou entendendo porra nenhuma... Cquote2.png
Mark Knopfler sobre ter aumentado a complexidade das músicas

Essa nova era, compreendida entre 1980 e 1984, a banda trabalhava nas gravações de um novo álbum, o Making Movies. Essa era da banda, estavam com outra roupagem e estilo, ou seja, desistiram daquele rock caipira de antes e estavam agora sendo patrocinados pela Adidas. Tal feito fez com que o Dire Straits aumentasse sua complexidade em relação às músicas. Agora as músicas que estavam sendo produzidas estavam de cara nova, mais difícil e mais complexas. Estavam tão complexas que nem mesmo a produtora e gravadora, os diretores estavam entendendo elas. Nem sequer a banda propriamente dita estavam entendendo o que faziam e foi aí, nesse "desentendimento", que o irmão de Mark, o David, resolve sair da banda durante as gravações do álbum. Ele alegou que queria sair por um tempo a fim de estudar e compreender melhor essa complexidade, coisa que não conseguiu e optou seguir em carreira solo mesmo.

Com o time desfalcado em 25% do total, eles convocam para um amistoso um californiano que iria entrar na zaga para a guitarra base e mais um, parente próximo do Clark Kent, o tecladista Allan Clark. Esse tecladista foi realmente a maior supresa para os fãs e inclusive para a banda, já que ele fazia de tudo lá: Os sons e efeitos especiais nas músicas eram por sua conta. Isso servia de apoio para os membros, já que qualquer erro na execução de um solo ou riff era logo corrigido por ele. Fora isso, o Allan também ficava encarregado de afinar todos os intrumentos, arrumá-los e limpá-los, além de consertá-los e ainda por cima servir cafézinho aos demais. Graças ao som do teclado, também, incrementaram ainda mais o álbum Making Movies, explicando sobre como executar os sons de fundo e colocar os efeitos especiais. Com isso, fizeram a música Romeo and JulietRomeu e Juliana e a Tunnel of LoveTúnel Amoroso sendo este último aproveitado pela produtora Brasileirinhas.

A formação da banda nessa época tão complexa

Depois de um curto período, outro álbum já estava nas lojas, o Love Over Gold e a música de mesmo nome do álbum dando ideia para o Senor Abravanel para lucrar ainda mais com um programa, o Tudo por Amor, substituído posteriormente por "Topa Tudo Por Dinheiro". Esse álbum consegiu atingir ao êxtase na Europa, ficando em primeiro lugar em todas as listas inventadas possíveis. Foi nesse álbum também que começaram a deixar as músicas com mais ou menos uns 20 minutos cada uma com exceção da faixa 5, a Private Investigations Investigações nas Privadas, não passando dos 7 minutos de investigação. Isso pode ser explicado pelo fato da Scotchland Yard ter invetigado muito bem. Ou pelo fato, também, de que ninguém conseguiu suportar o cheiro da privada.

Aliás, o cheiro da privada foi tão intenso que o baterista Pick Withers não aguentou, deixando a banda. Com a entrada do Terry Williams, ex-piloto de fórmula 1, a banda ficou mais animada. Ficou tão animada que lançou outro disco, o ExtendeDancEPlay. A animação talvez tenha durado pouco, já que esse aí continha apenas 3 faixas, mas muito dançantes. Aguns fãs notaram uma certa mensagem subliminar no álbum, fato ainda precisando ser confirmado e estudado.

Nessa era, o Mark estava aidna trabalhando num outro álbum, mas agora um só de música instrumental para um filme, talvez a outra parte do Making Movies.

A era "dos Irmão"[editar]

Jack Sonny Ericsson faz parte da banda nessa época, tocando tudo!

Nem mesmo acabou a era anterior, esta era aqui (1985 a 1986) já se inicia com a gravação de um outro álbum: Brothers in Arms. Aqui, entra mais alguns integrantes, o saxofonista Chris White (este na verdade fazia uns bicos para a banda, mas foi oficializado) e o novo tecladista, o Guy Fletcher. Este aqui era como um padawan do Allan, recebendo altos treinamentos. Só que esse treinamento era com más intenções, já que o Guy era tal qual um aprendiz, ou seja, o Guy fazia de tudo, alegado que era para a aprendizagem, fora que depois iria trabalhar mais que o Allan.

O então guitarrista Hal Lindes saiu da banda porque ninguém mais gostava dele. Ele era ainda pior que seu tio engraçadão: Sempre fazia piadinhas sem graça durante os ensaios, ficava querendo se aparecer nos shows e sempre puxava conversa com os outros assim: Cquote1.png Tem um artigo lá na Wikipédia que é.... Cquote2.png Fora que ele sempre cantava as groupies, usando clichês que nem mesmo um robô programado com tais cantadas decoradas faria pior.

A formação de 85 e 86, na era dos Irmão. Notem como estão felizes os integrantes, já que faturariam nessa turnê o que não conseguiriam faturar nem em 10 anos sozinhos

Deu lugar ao guitarrista Jack Sonny Ericsson, que além de tocar músicas, toques e campainhas, acordava a todos com seu despertador, marcava os shows em sua agenda, alguns contatos na lista telefênica e ainda tirava fotos com sua câmera de 3.1, sem falar nos joguinhos que trouxe para outros integrantes, deixando estes entretidos quando o mesmo estava carregando.

Este aí teve uma história interessante. Jack Chan tinha uma loja de instrumentos musicais e foi aí que conheceu o Mark. Estranho como um dono de loja de intrumentos musicais é convidado para fazer parte de uma banda...Isso explica o porquê da banda tocar com um instrumento diferente a cada música. Mas com isso, pelo menos a banda até que vendeu bem o álbum, ultrapassando inclusive o Thriller do então falecido Michael.

A turnê desse show foi a maior que a banda já teve na vida. Tiveram uma semana, sem parar de tocar: Começaram dia 15 de março às 20:30 da noite, acabaram às 22:30, foram para a cidade vizinha, chegando Às 23 horas, indo ao palco às 23:20 e assim por diante.

O último show dessa turnê foi em Sidney, na Austrália. Lançaram um DVD (em Bootleg) duplo desse show, que foi o mais extenso de toda a carreira. O público foi enorme, contando com mais ou menos 8 mil aborígenes locais, dois mil turistas, 800 coalas (estavam em extinção) e mais uns 50 mil cangurus, lotando completamente o deserto lá.

Após um tempo, cansaram e só depois de quase 5 anos lançaram outro álbum. Jack Sonni deixou a banda porque sua mulher tinha engravidado. Mais estranho ainda foi sua resposta, dizendo que não era para cuidar do bebê, e sim de sua esposa, já que tinha misteriosamente engravidado enquanto ele estava nos palcos ao redor do mundo.

Período de descanso[editar]

Nelson Mandela contente em ter a banda tocando em sua festinha de aniversário
O presidente inclusive premiou a banda por ter tocado em seu aniversário

A banda descançou desde o último show em 1986 até praticamente 1990. Nem sequer pegar nos instrumentos pegaram. Nem nas groupies estavam pegando. Nem nas esposas. Não, pegaram sim — nos instrumentos. Isso foi lá em 1988, quando foram convidados a tocar na festinha de aniversário do Nelson Mandela. Com a última turnê, conseguiram faturar quase bilhões. Pensaram em até mudar o nome da banda e foi o que fizeram. De Dire Straits passou para The Notting HillbilliesOs cafetões, Os Magnatas. Lançaram um álbum e mudaram de estilo, deixando um country muito sertanejo, daqueles que é tema de fundo de uma reportagem de um cavalo pelo Globo Rural. Como foi um fiasco, voltaram para Dire Straits e pensaram em lançar outro álbum.

Reunião final e o fim[editar]

Imagem do Dire Straits na OES Tour de 1992, com metade da formação original da época

Sim, essa foi a reunião final dos Straits. Talvez foi pelo fato de estarem muito cansados ou até mesmo sem inspiração para mais uma nova turnê. Outros Joselitos-sem-noção já dizem que este álbum aqui foi um fiasco e não tiveram dinheiro para continuarem na mídia.

Com a nova turnê, a banda resolve fazer um reality show, contratando o Roberto Justus para liderar e promover as etapas. Com isso, contraram mais uns estagiários e vários músicos, resultando em outro álbum ao vivo da banda, A Noitada. A cada semana, um ia embora da banda, mas mesmo assim podia-se ver várias pessoas no palco, todas tocando um instrumento diferente. Ficou alguns finalistas, como o Chris Whitten (não confundir com o saxofonista) e o então novo guitarrista-base, o Phil Palmer.

Depois de acabados os músicos, produtores e o dinheiro, o Roberto Justus resolve fazer uma reunião com todos, a fim de discutir a repeito de tudo. Chegou, disse oi! e proferiu as seguintes palavras: Cquote1.png Vocês todos estão DEMITIDOS!!! Cquote2.png

A banda, então, encerra em 1996 com todos os membros na rua. Lançaram alguns CD's posteriormente, porém esses eram apenas a remasterização dos já lançados e alguns ao vivo. Alguns dos músicos cometeram o suicídio por não ter a capacidade de procurar uma outra banda, outros estão mendigando e alguns conseguiram seguir por carreira solo, como o Mark e o John. Guy, como puxa-saco, foi com o Mark, desempenhando papel de quebra-galho, já que além dos teclados, ficava no violão, flauta, segurança e office-boy.

Discografia[editar]

1978 Dire Straits (álbum) Títulos são Superficiais
Ds-dire straits.jpg
Gravado em:Basing Street Studios, Londres
Tempo Total:42 Min.
Gênero:Rock meio Country
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Dire Straits (álbum)

Lançado em fevereiro de 1978 pela FodaGram, este álbum contou com incríveis 5 milhões de cópias vendidas. O fato mais interessante é que quase ninguém tem esse álbum, sendo uma raridade. Muitos suspeitam de que essas 5 milhões de cópias foram compradas por integrantes da banda e familiares. Conta com 9 faixas. Se eles não quisessem economizar, teria mais ou menos umas 15 faixas, sendo as outras apenas tocadas ao vivo. Dentre essas tocadas apenas ao vivo, estão Real GirlGarota Surreal, Gravy TrainTrem em Greve, Sacred LovingRicardão Secreto, ImeldaIh, merda! e outras por aí.
Também, se não economizassem, teriam uma capa bem mais bonita que essa, que não passa de algo doado por um Van Gogh da vida, com a diferença que esse artista, o qual doou o quadro para a capa, ainda não fez sucesso nem perdendo a orelha, nem perdendo a perna e nem depois de morto. Foi nesse aí que colocaram a única música que realmente fez sucesso: Sultans of Swing. Sorte foi do irmão do Mark, que escolheu essa para ficar ao invés de outra...
Communiqué O Francês 1979
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Communiqué

Esse aqui foi lançado quase juntamente com o primeiro álbum, só que em junho de 1979, causando a maior confunsão entre os fãs: Estes não sabiam se a turnê era do primeiro ou do segundo álbum. O álbum ainda conta com 9 faixas, comprovando ainda mais a falta de dinheiro ou a mão de vaca dos mesmos. Como pode notar, a "arte" do álbum continua quase a mesma, mudando apenas a cor. E também o Mark preferiu por não adicionar as músicas restantes que eram para estar no primeiro álbum e mais uma que compuseram, exemplo da What's the Matter Baby?Qualé o Pobrema, Mano?. Vendeu um pouco menos que o primeiro, uns 7 milhões... Talvez explicado pelo fato que uns fãs apesar da capa diferente, pensaram ser o mesmo álbum. Este aqui conta com músicas "choradas" e que lembram o velho oeste, filmes de bang bang.
Vemos Ouvimos também músicas que ao vivo são adaptáveis, como as do Pink Floyd, que pode chegar a mais de 10 minutos, sem contar com o solo final: Once Upon A Time in the WestEra uma vez..., música que eles na época amavam tocar por primeiro, passando dos 13 minutos de duração. Talvez seja pelo fato de ser uma música de aquecimento.
DS - communique.jpg
Gravado em:Compass Point Studios, Bahamas
Tempo Total:42 Min
Gênero:Mais country que Rock
1980 Making Movies Fazendo Filmes
DS-Making movies.jpg
Gravado em:Casa do Mark
Tempo Total:38 Min
Gênero:Rock meio psicodélico
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Making Movies

O terceiro álbum, lançado em outubro de 1980, fez a banda ficar conhecida com o Rock Progressivo meio alternativo com a chegada de um novo integrante. A única coisa que todos gostariam de saber é o porquê do Mark insistir que estavam tocando ainda o punk. Esse álbum também fez consolidar a carreira de um dos diretores mais conhecidos de Holywood: Steven Spielberg. Este álbum não passa de um tutorial, sobre como produzir um filme. Pelo menos o Steven aprendeu algo...
Este aqui foram mais ou menos 4,8 milhões em barras de ouro de cópias vendidas, foras algumas pirateadas por aí. Para economizar ainda mais, os miseráves colocaram apenas 7 faixas e deixaram duas de fora ainda por cima, a Making MoviesFazendo filmes e Suicide TowersTorres Suicidas. Esta última só foi gravada mais para frente, com a autoria do Osama Bin Laden, que escutava tal música enquanto dirigia um avião lá em Nova Iorque. Outros dizem que ouviam a música em dois prédios gêmios, faltando comprovar tal tese ainda, já que não sobrou um rádio e nem pessoa viva de lá para contar história, a não se de terror quando estas vinham puxar o pé de alguém.
E foi durante a gravação desse que o o irmão do Mark pediu para sair.
Love Over Gold Tudo Por Amor 1982
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Love Over Gold

O quarto álbum da banda, de março de 1982, alcançou quase 5 milhões de cópias vendidas mais uns 7 milhões de cópias copiadas (a.k.a. pirataria) e outras bilhões de cópias baixadas de algum blog. Se no anterior parecia com o rock progressivo, esse aqui é o mais progressivo da banda. Aqui, como de costume, economizaram na produção do disco, deixando uma música de fora, a Private DancerDança na Privada. E foram tão mão-de-vaca aqui que venderam os direitos autorais, a música, a letra, a melodia e até os 10% do garçom para a Tina Turner. A Tina estava tão no vermelho e sem sucesso nenhum que queria a música de qualquer jeito. Ela sabia que com essa música ela ficaria famosa e foi o que aconteceu quando comprou. Como estava pobre também, parcelou em umas 81 vezes com juros de 1% ao mês fora os royalties e impostos sobre o euro.
Nesse álbum eles quiseram copiar o Pink Floyd, deixando as músicas muito longas com pouco conteúdo e muita parte solo, enchendo linguiça. Exemplo disso é a Telegraph RoadRua Telegráfica, música mais longa da banda, da terra e quem sabe do planeta com 21 minutos na versão de estúdio e mais de 50 minutos na versão ao vivo. A outras também são enormes, mas não tanto assim.
DS - Love Over Gold.jpg
Gravado em:Palco do Silvio Santos
Tempo Total:198 Min.
Gênero: Rock meio progressivo
1983 Extendedanceplay Sacanagens na Danceteria
DS - ExtendeDancEPlay.jpg Este álbum, de outubro de 1983, foi uma mudança repentina no estilo de tocar da banda. De rock progressivo pularam ao psy dance, estilo ABBA, talvez pela crise auditiva que o Mark estava tendo. Esse pulo repentino foi a mesma coisa que você estar conversando sobre algo interessante com seus amigos e do nada alguém deseja conversar sobre a crise do petróleo ou o ECO 92. Aqui além de mão-de-vaca foram pouco inteligentes, já que na economia maior de colocar mais músicas, colocaram apenas 3 músicas, ficando mais caro a capinha de papel sulfite das cópias do que as músicas propriamente ditas. Só depois colocaram a quarta faixa, mas era meio tarde e não gostaram nada nada do prejuízo.
Alchemy Mágicas 1984
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Alchemy

Este foi o primeiro álbum ao vivo lançado pela banda oficial, já que desde o primeiro show havia um fãzinho que sempre levava a câmera ou gravador e vendia isso aos outros fãs. Como de costume, deixaram de colocar na álbum três músicas. A capa parece uma viagem lisérgica, mas na verdade é mais uma obra de arte doado por um artista pouco conhecido. Esse show foi gravado em 1983 e como todos - da banda somente - gostaram do resultado, resolveram vender. As músicas são misturas de todos os álbuns, contendo umas três ou quatro de cada.
Tem uma versão de vídeo também, com os integrantes da banda jogando jogos de azar como truco, sinuca e uns de tabuleiro. Falha: Na verdade não era truco, e sim mágicas que estavam fazendo com o baralho. A música que tocava ao fundo é a Saturday Night at the MoviesSábado de Sol, Aluguei um Caminhão.
Dire-Straits-Alchemy-Live-40134.jpg
1985 Brothers in Arms Irmãos, vamos para a Guerra!
DS Brothers in Arms.jpg
Gravado em:Montserrat, Londres
Tempo Total:55 Min.
Gênero:Rock
Lançado no final de 1984, mas contabilizado como sendo de 1985, este álbum foi talvez o mais famoso ou o mais conhecido da banda. A quantidade vendida, baixada e pirateada desse foi quase a soma dos anteriores. Este aqui chamam de "o mais Rock da banda", já que os fãs acham que qualquer solo ou riff seja um rock. Das 9 músicas, apenas duas não tornou-se um Hit, ou seja, não ficou repetindo nas rádios.
A famosidade desse álbum deve-se à Guerra das Malvinas, uma diputa de território entre britânicos e argentinos por um pequeno pedaço de terra, as Malvinas. Logicamente o final foi o de se esperar: Derrota dos argentinos. Mark, então, para zoar los queridos hermanos, compôs esse álbum. Todos na Inglaterra compraram para comemorar a vitória. O único lugar em que o álbum não foi vendido foi justamente na Argentina. Vai saber o porquê...
Nesse álbum podemos ver ouvir a música Money for NothingDinheiro e Putaria ou Tornando-se Rico, ajudando a MTV a ter alguma audiência, já que ficavam repetindo várias vezes "I Want My MTV", certamente de modo subliminar para ajudar o canal. Nesse álbum também ocorreu um troca-troca de guitarristas: Sai o Hal Lindes e entra o Jack Sonny.
Money for Nohing Dinheiro e Putaria ou Tornando-se Rico 1988
Este álbum foi talvez o mais lucrativo da banda, já que não compuseram nada: Apenas pegaram as músicas já gravadas e colocaram nele. O mais interessante é que o álbum ficou conhecido também e teve gente que comprou as músicas repetidas. No encarte vinha dicas e simpatias de como ganhar dinheiro ou ficar milionário. Esse álbum foi o exemplo vivo disso.
Tinha dicas também sobre como lograr os outros a fim de conseguir dinheiro, método até hoje aplicado por plíticos. As simpatias ainda são plagiadas por revistas adolescentes, publicando uma simpatia "diferente" por semana, juntamente com outras dicas de dietas, dentre elas a Dieta da Lua, Dieta Light e a mais consumida pelos americanos: Dieta do McDonalds.
DStraitsálbum.jpg
1991 On Every Street Na Calçada
DS - on every street.jpg O último álbum de estúdio da banda, lançado em maio de 1991. Este aqui não obetve um sucesso tão grande quanto foi o Brothers in Arms, mas mesmo assim conseguiu vender uns milhões de cópias. Aqui conta com 12 músicas e umas 2 que mais uma vez não foram colocadas no álbum(Millionaire BluesBlues Milionário e Kingdom ComeO Rei Comilão. A coisa mais interessante aqui foi a capa do álbum (esta ao lado), que ninguém sabe o que é, não sabe com o quê se parece, sendo estudado por antropólogos e especialistas em decifragem de códigos.
A única coisa que conseguiram decifrar doi o porquê do nome de On Every StreetNa Rua/Calçada: Como foi o último álbum e Mark despediu a todos, estes ficaram na rua. Depois desse, Mark resolve seguir por carreira solo, mas logicamente lançou outras coletâneas de modo a faturar mais.
On the Night A Noitada 1993
Este álbum é o segundo álbum ao vivo, lançado oficialmente. Aqui, eles gravaram durante a turnê do último álbum. Chama-se "A Noitada" pois nada mais é que realmente a "noitada" que tiveram, a festa de despedida antes de serem demitidos da banda. Lançaram junto o álbum com um DVD (mas se você for comprar, não vai encontrar os dois juntos para vender, gastando ainda mais seu rico dinheirinho).
Outra coisa aí no CD foi a capa (imagem ao lado), que todos adorariam saber o porquê de colocar antenas parabólicas. Que estava ali noite, tudo bem, mas antenas laranjas? Fora aí das capas, o disco vendeu bem até, passando dos milhões vendidos.
DS - onthenight.jpg

Músicas famosas[editar]

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Inspirações para as músicas[editar]

O Mark era um cara que sempre compunha toda vez que ficava inspirado ou tinha uma inspiração repentina. É a mesma coisa que adolescente sozinho em casa: Não pode ver uma bunda na TV ou no computador que já corre para o banheiro. Então, aí vai as inspirações de algumas músicas dele, em ordem alfabética e mais os significados (ou pelo menos o que ele tantava dizer com elas).
Talvez seja essa a inspiração para algumas partes da música
  • Angel of Mercy Anjo de Março

Esta música, presente no segundo álbum (Communiquè), é sobre um anjo ou alguém que se pareça um anjo. Há muitas referências pornográficas na música, como no trecho And if I give up my sword, won't you give me the rightSe eu levantar minha espada, você me dá direito?. Outras que podem ser identificadas aí nas músicas são que estão na cama, de noite e ele quer um prêmio ou recompensa de alguém. Provavelmente ele se inspirou de alguma noitada por aí ou simpleste gostaria de ter essa noitada com alguma pessoa.

  • Badges, Posters, Stickers and T-ShirtsBandas, Posters, Couro e Camisetas

Essa música era para ter sido lançada em 1983, mas só depois de perceberem a cagada que fizeram em deixá-la de fora do álbum, colocaram de volta, mas mais para frente em versões remasterizadas de álbuns. Esta música aqui é sobre as bandas de Heavy Metal que o Mark escutava. A inspiração veio junto com as vestimentas Couro, camisetas pretas, acessórios cheio de espinhos e outras coisas adotadas mais para frente, no movimento do Hair Metal.

  • Brothers In ArmsIrmãos, Vamos Para o Exército!

Não confundindo o álbum de mesmo nome que era para satirizar os argentinos na Guerra das Malvinas, esta música não passa de uma aliança entre a banda e o governo britânico. Essa música contém altas doses de mensagens subliminares, chamando para o alistamento homens, jovens e inclusive crianças para fazer parte do exército.

  • Calling Elvis Chamando Elvis
Só pelo nome já matamos a xarada de qual foi a inspiração para a música: Elvis Presley. Certamente o Mark queria uma dica do Elvis para fazer mais sucesso, já que essa música foi uma das últimas que compôs com o Dire Straits, ficando sem idéias e levando a banda ao Aperto Terrível.
Talvez um dos motivos para a ou a falta de comunicação.
  • Communiquè Comunicação

Lançada no álbum de mesmo título, esta aqui veio a partir do emprego de professor e jornalista do Mark. Não sabe se era ele ou os outros, mas sempre havia ali erros de comunicação ou compreensão. Um exemplo disso foi o que aconteceu em 1929, com a Quinta Feira Negra, com a queda da bolsa de valores, quando estavam conversando dois limpadores em um prédio financeiro. Um dizia que sua mulher estava grávida e que estava prestes a estourar a bolsa. Só não contavam com um terceiro ouvinte, que já saiu espalhando essa notícia aos desinformados de plantão, causando uma terrível depressão e vários suicídios coletivos em Nova Iorque.

O medo que tiveram de estourar a bolsa, fizeram a todos tirar dinheiro do banco, ao mesmo tempo e ferrando todo mundo.

  • Down to the Waterline Dão ao Wagner!

Aqui, Mark tinha um amigo que era um verdadeiro Don Juan. Esse cara, o Wagner, era inclusive melhor que o Ricardão. Traçava tudo quanto era mulher, sendo essa feia, baranga, gostosa, anoréxica ou hermafrodita. Então, certo dia, ouviu um certo sussurro abandonado no caisNa música: Sweet surrender on the Qwayside. Curioso do jeito que era, viu o Wagner traçando uma mocinha. E o mais interessante ainda é que o casal estava abaixo da linha da água. Vendo a cena, o líder dos Straits não pensou duas vezes: Pegou um papel e já compôs a música.

  • Eastbound Train Bonde ou Trem?

Esta é a prova viva de que o Mark morava perto mesmo de algum lugar de cargas cheio de meios de transporte barulhentos e ele tentava imitar o som. Aqui ele imita o som de um trem com a guitarra, fazendo referências a um navio (?) e uma mulher, que o deixa na mão, esperando-a desesperadamente.

  • Expresso Love Expresso amoroso

Mais uma daquelas músicas melosas que toda banda de rock ama fazer, essa aqui é igual. A inspiraçãom porém, não é de uma mullher, e sim da única guitarra do Mark. O interessante é que tem uma parte na música em que diz que iria fazer com a guitarra o mesmo que se faz com o saxofone... Talvez tocar com a língua?? Não sabemos o que se passa entre as quatro paredes da banda.

Foi depois de uma ressaca dessas que veio a isnpiração para compor a música
  • Heavy FuelCombustível Pesado

Esse aqui foi após uma grande ressaca que teve. Encheram tanto a cara que estavam pior que o Jeremias. Então, depois de tanta bebeção, chegaram à seguinte conclusão: É melhor ficar bêbado do que ficar com ressaca, portanto, se você quer se sentir melhor, é melhor beber muito. Esta filosofia de vida é comprovada e aceita por muitos, que a seguem à risca.

  • If I Had You Se eu tivesse...

Aqui parece ser uma mulher mesmo a inspiração. A letra não passa de um muro de lamentações. Fica toda hora se queixando: Se eu tivesse você... Se eu tivesse você... Praticamente um plágio daquele poema épico:

Quando você me tinha
Eu não queria te ter
Agora quando eu quero
Você não quer me ter

  • Industrial Disease Indisgestão Industrial

Essa letra foi inspirada pelos acontecimentos do mundo, relacionados com os problemas sociais, éticos, moralísticos e o caralho a 4. A letra ainda por cima diz no final que Jesus morreu dessa Indisgestão Industrial...

A inspiração para essa música foi antes de lançarem o álbum Brothers in Arms. Estavam numa situação financeira mas tão terrível, mas tão terrível que não tinham dinheiro para nada, sem contar na maré de azar que estavam, sendo que nem as groupies eles estavam pegando de graça. A maioria dos integrantes não tinha nem cozinha, nem sala e nem uma casa, sendo um sonho deles ter os móveis (você acha essa passagem na música)

Prontos para cavalgarmos no rio
  • Ride Across The RiverCavalgar no Rio

Mais uma música do álbum Brother in Arms, este aqui foi de quando os integrantes tiveram que aposentar por um pequeno período seus instrumentos e pegar em um fuzil bem grosso e selvagem para participar da Guerra. As experiências estão aqui, nessa música.

  • Romeo And JulietRomeu e Julieta

Essa música aqui nada mais é que a peça de teatro do Shakespeare em música. O Mark fez isso com o intúito de ensinar a uns diretores de cinema como fazer filmes. Logo após uns anos, saiu "Romeu e Julieta" no cinema. Não sabem se foi a música que estava incompreensível, se por causa dos problemas auditivos "Romeu e Julieta" ficou parecido com a peça "Alice no País das Maravilhas" ou os diretores não entenderam, mas o filme não agradou muito não.

  • So Far Away Sofá Uei!

Essa, quase a parte 2 de Money for Nothing, não passa de um desejo que tinham, o de ter um sofá. Esse sonho de consumo estava tão longe, mas tão longe dele que já estavam quase desistindo, mas pelo que parece, o álbum vendeu bem e puderam comprar um sofá para a banda.

  • Sultans Of Swing Swinguera dos Sultão

A primeira música de sucesso da banda, foi inspirada quando estavam lá no bar, prontos para cantar. Como a plateia não queria cover e sim coisa nova, tiveram que compor essa aí na raça mesmo. A inspiração lá não vinha. Ele tentou ir lá no banheiro, ver a Playboy, assistir à TV, fazer força, mas nada... Quase desistindo então, viu uma banda tocando lá no bar e impressionado com o swing dessa banda, teve a ideia para a música.

A estrada longa pra caralho, sem fim...
  • Telegraph Road Estrada Longa pra Caralho

Não se sabe como tiveram uma ideia para essa música. Nem o Mark sabe ao certo como compôs isso, mas explica mais ou menos que surgiu das viagens de 30 minutos a duas horas que a banda fazia. Então, como forma de passar o tempo, tocavam apenas essa música.

  • Why WorryUai, Sô!

Mistura de dialetos mineiros com a palavra mais dita no filme "O Exterminador do Futuro", esta música é a mais calma, tirando as músicas que dão sono da banda. Mais parece um conjunto de baianos. Só de ouvir a melodia e o Mark cantando já te dá um sono desgramado, aquele Why worry??... com o tananannatanananan.. Você enxerga tudo preto e ZZZZZzzzzzzzZZZZZZzzzzZZZZzzzzz.....

Fãs do Dire Straits[editar]

Um fã da banda posando para a foto

Cquote1.png Dire Straits: Ou você é fã, ou você não é... Cquote2.png
Fã filosofando

Os fãs de Dire Straits são uma raça meio diferente das que se ouvem falar por aí. Logicamente há aspectos presentes neles que estão também em outros posers fãs, mas estes aqui conseguem ser ainda mais estranhos e até mesmo mais peculiares. A principal característica de um fã do Dire Straits é pagar-lanche pau para o então vocalista, o Mark Knopfler.

Os fãs veem nele como um certo deus, diferente de todos os demais. Dizem que suas composições são diferentes, são de certa melodia, composta por vários aspectos que nenhum outro artista é capaz de fazer. Só pelo fato do Mark tocar sem palhetas já dão um certo delírio aos fãs que eles são capazes de ter um orgasmo só de ver um bootleg de algum show gravado por aí. Se ele, o Mark, acena, todos deliram. Se ele anda, todos deliram.

Um fato intrigante é que os fãs, pelo menos a maioria deles, sabem de tudo da banda, desde a primeira formação, desde às últimas, de quando é o show, de quanto que é a duração de determinado show, da cor da cueca dos integrantes, qual nota errou e até mesmo quem estava assistindo o show. Inclusive, sabem até quem compôs todas as músicas. Peraí... Essa até a sua avó responde, já que somente o Mark que compunha. Além disso, os fãs já ouviram todas as músicas. Eu disse TODAS porque é todas mesmo, desde as nunca tocadas em rádio até as somente em demo. Vai gostar de m.... assim lá longe.

Outro fã, tentando imitar o Mark na técnica do NoGuitar

Falando nisso, 50% gostam somente do Dire Straits. Para eles só existem o Dire Straits. Pode ser uma doença, já que os sintomas consistem em desligar o rádio quando este toca outra coisa. Do restante, 80% gostam da carreira solo do Mark Knopfler. Podem até reclamar que este não toca rock como antigamente, mas escutam. Agora, o resto, gostam ou de música de velho ou o chamado rock meio country. Também alguns podem gostar do Eric Clapton, já que é um dos únicos que tocou junto com a banda.

É fácil reconhecer um de Dire Straits. Para isso, basta fazer algumas perguntas, como Quem melhor toca guitarra, Qual seu ídolo ou até mesmo qual sua fonte de inspiração. Se responderem Mark Knopfler, você já sabe.

Possível significado de Dire Straits[editar]

Aperto terrível, um dos possíveis significados...

Dire Straits é uma palavra de origem lá daqueles lados da terra da Rainha Elizabeth II. Essa palavra aí não é qualquer uma, que é só jogar no google que se obtém o resultado. Não... É uma expressão, podendo significar várias coisas. Para saber o significado, é só procurar na wikipédia ter uma boa fluência no inglês, além de ser muito inteligente e é por isso que estou aqui para te explicar XD.png. Nem os britânicos e nem os americanos sabem o significado de tal.

Continuando, um dos mais aceitos significados da banda é Sem Dinheiro, apelido recebido. O cara que apelidou de sem dinheiro viu na banda os "problemas" financeiros que enfrentavam logo de início na carreira, fazendo de tudo para pelo menos ter dinheiro para a alimentação.

Outro possível significado é Aperto Terrível, este sendo o apelido que persistiu na banda até o final da carreira. São tão mão-de-vaca que suas mãos são apertadas aperto terrível.

Mais um significado, este usado por atores pornôs, dizem que Dire Straits significa Garganta Profunda. Pouco provável.

Fatos sobre o Dire Straits[editar]

Jesus morre de doença industrial, mas ressuscita após um tempinho...
  • Triste notícias para os Cristãos: Jesus realmente morreu de uma Doença Industrial.
  • Mark Knopfler é um dos poucos guitarristas que consegue tocar sem palhetas, mãos ou guitarra.
  • Se você sair por aí dizendo que é fã de Dire Straits, ninguém irá insultar seu gosto musical.
  • Graças ao álbum Making Movies, Steven Spielberg ficou consagrado no mundo cinematográfico.
  • A música Telegraph Road foi a maior e mais longa música gravada em um estúdio, tendo duração de 42 minutos e 17 segundos.

Ouça também[editar]


GuardasInglaterra.jpg GOD SAVE THE DESCIC£OPEDIA!!

The Merlim's Order First Class garante que este artigo é 100% inglês. Ele é industrializado, casto, vitoriano e tem a aprovação de Rainha Elizabeth II.

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