Direito
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Seu professor, na aula de introdução ao Direito.
É do curso de direito que vem os adevogados. ![]()
Lula sobre Direito
Não posso fazer direito. Sou canhoto. ![]()
Você contando uma piada MEGA engraçada sobre Direito
Eu não vejo Direito ![]()
Steve Wonder sobre Direito
Ehhh... Direito é uma coisa da rurgs puon que espôe a rerks twuturais. ![]()
Mendigo do Direito sobre Direito
Como é que é? ![]()
Jornalista sobre Mendigo
É o Direito a régueque roisti a ongs troloris tworiqui coquais. ![]()
Mendigo do Direito sobre Direito
→ ![]()
Engraçadinho que aprendeu códigos ASCII sobre direito
Podemos dizer que Direito tem tudo a ver com advocacia! ![]()
Luis Boça sobre Direito
Quero ser Juiz Federal, no máximo até os 18 anos! ![]()
Moleque catarrento de 8 anos que "passou" no vestibular agendado da UNIP para o Curso de Direito em Goiânia
Eu tenho medo! ![]()
Regina Duarte sobre Direito
A consulta lhe custará R$ 200,00, fora os honorários a negociar. ![]()
Advogado sobre Direito
Você sabe com quem está falando? ![]()
Juiz sobre Direito
Você traiu o movimento jurídico, véio! ![]()
Dado Dolabella sobre Advogado
Eu sei fazer direito. ![]()
Bruna Surfistinha sobre direito
All your base are belong to us! ![]()
OAB sobre direito
O direito é legal. ![]()
Estudante mané maravilhado com a dedução do trocadilho sobre direito
Vamo dizer assim que a advocacia tem tudo a ver com o direito. O direito de atacar, e de ser atacado... também vamo dizer assim Propriamente dito ![]()
Boça sobre direito
Isso é Inconstitucional. ![]()
Estudante de Direito sobre qualquer assunto que você está discutindo com ele
O crime não retarda, véi! ![]()
Bêbado sobre a Lei Seca
Dois errados não fazem um direito! ![]()
Wanda sobre fazer coisas certas
E três direitas fazem uma esquerda! ![]()
Cosmo sobre idéias de Wanda
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[editar] Definição
De acordo com o Mendigo do Direito, maior expoente da doutrina do Direito Achado na Rua ou DAR, visto acima, Direito é "uma coisa da rurgs, puon que expõe a rerks twuturais". Ou seja, "urégueque roisti a ongs troloris tworiqui coquais". Em outras palavras, o contrário de esquerdo.
Há também um objeto da ciência social aplicada com esse nome, mas é muito difícil defini-la direito. De maneira geral, pode-se dizer que o Direito é uma ciência que tem como objeto de estudo o conjunto de todas as normas (regras e princípios) coercitivas que regem a sociedade e as relações sociais. Para entender essa definição deve-se introduzir (sem trocadilho) a noção de norma e coerção.
[editar] Norma
Dona Norma foi minha professora de Matemática na 3ª série, ela era chata e mandona e usava anáguas sob longos vestidos de chita verde. Além disso, ela sofria de mau hálito (e nós sofríamos com o mau hálito dela). Dona Norma tinha um conjunto de regras de conduta em classe de aula, que os alunos eram obrigados a cumprir, sob pena de receberem uma reguada na nuca. Pois o Direito é isso, teoricamente, quem desobedece a norma (sim, a professora), recebe um sansão (o cara forte dos cabelos grandes ou o coelhinho da Mônica), uma pena. Que pena.
[editar] Coerção
Metaforicamente pode-se dizer que a coerção é a capacidade que o Estado tem de "te dar reguadas na nuca". Em um sentido mais amplo, é a capacidade que o Estado tem de te foder pelo descumprimento de uma norma.
Não se confunde coerção com sansão, sansão é o coelhinho azul da Mônica, que ela usa para bater no Cebolinha e no Cascão. Para os católicos sanção é aquele cabeludo que foi confiar na Dalila e se fodeu. Coerção é o que difere Direito de Moral.
[editar] Divisões
Os doutrinadores de Direito são essencialmente nerds e desocupados, por isso tem, em geral, passatempos estranhos, como masturbação mental e executar divisões, subdivisões e sub-subdivisões inúteis. Eis as mais elementares:
[editar] Direito Público X Direito Privado
Precisa explicar? O Direito Público é público, ou seja, do povão. Quanto mais gente, maior o público. É muito igual ao circo, que espera encher para começar o espetáculo. Daí as filas e demoras nos processos.
Teoricamente regula as relações entre pessoas e o Estado. Não obstante, de seu material e fé serem públicos, você poderia dizer que é a parte do direito que não funciona direito. O Direito Privado (derivado de privada), tem a função de regular as "merdas" ocorridas entre particulares, e mesmo sendo privado também não funciona, a não ser que você seja um juiz ou outra figura de igual importância, ai pode ter certeza de que o Direito vai funcionar direitinho.
[editar] Direito Natural X Direito Artificial
O natural você encontra na natureza, nas árvores, animais e principalmente nas fontes cristalinas de Direito, encontradas em bosques bonitos e em Valfenda, terra dos Elfos. O artificial é fabricado pelo homem em indústrias de base chineses e outros imigrantes ilegais e vem enlatado e cheio de conservantes.
[editar] Direito Positivo X Direito Negativo
O direito é positivo quando é bom para o sujeito. Por exemplo, eu processo uma empresa e ganho uma ação indenizatória, esse Direito foi positivo para mim. Outro exemplo é a pensão, que é um direito positivo para a mulher.
Por outro lado, há o negativo. Retomando os exemplos acima, a empresa que teve que me indenizar teve um direito negativo, que foi ruim para ela. No caso da pensão, o direito foi negativo para o marido otário que tem que pagar o pensão. Vale ressaltar que o casamento e suas conseqüencias (filhos e divórcio) é a maior fonte geradora de direitos negativos e consequentemente positivos (principalmente para a vaca da sua mãe) existente.
[editar] Direito Objetivo X Direito Subjetivo
Mais uma viadagem "atitude de cunho conjectural afrescalhado e desprovido de postura objetiva" dos doutrinadores emos. De maneira simplificada Direito objetivo é o Direito em si, ou o debruçar interior meditatório no próprio umbigo interno, ou seja, a marca superior da ignomínia inominável, ou seja, o conjunto de regras que blá, blá, blá.
O Direito subjetivo é o "ter direito". Em outras palavras, quando falo que estudo Direito, eu estou me referindo ao Direito objetivo. Quando eu falo que eu tenho o direito de ficar nu, pelado, despido e sem roupas na minha própria casa eu estou me referindo ao Direito subjetivo em riste.
[editar] Diferença entre Direito e Moral
No Direito as normas são dotatas de coerção, isto é, se você descumprir um norma de Direito, a você será imposta pelo Estado uma sanção. Diferentemente da Moral, em que o não-cumprimento de uma norma não acarreta sanção por parte do Estado.
No Brasil essa diferenciação existe apenas para os pobres, pois é proibido por lei a punição de ricos e poderosos.
A Moral pode ser considerada o gênero, enquanto o Direito é a espécie. Quase toda regra de Direito é moral, mas a recíproca não é verdadeira. A Moral é o conjunto de valores que regem um sociedade e variam conforme o tempo e o espaço, o Direito é a tutela por parte do Estado dos valores e regras indispensáveis para o convívio harmônico.
Um exemplo esclarecedor: se eu mato alguém, o Estado irá me punir pelo crime que eu cometi (se eu for pobre, é claro), pois há uma lei (norma de Direito) que diz claramente "matar alguém: pena, reclusão de 6 a 20 anos, se você for pobre" (art. 121 do Código Penal para Pobres). Mas, por outro lado, se eu cometer adultério, eu vou estar descumprindo uma regra moral, que apesar de não estar escrito em lugar nenhum, é do entendimento de todos que eu fiz algo errado, imoral. Por não existir nenhuma lei que diga "cometer adultério: pena, reclusão, de X a Y anos" Essa norma não tem sanção, o máximo que vai acontecer comigo é eu tomar porrada se o traído descobrir, e perder a minha esposa caso ela descubra.
[editar] A Teoria do Mínimo Ético
Dessa diferenciação deriva a "Teoria do Mínimo Ético" ou "Teoria do Máximo Filho da Puta". Para essa teoria, o Direito regula apenas o indispensável para o convívio pacífico em sociedade, aplicando sanções a ofensas a bens jurídicos relevantes, como a vida, a propriedade, etc... Isso significa que você pode ser o quão sacana quiser, desde que não descumpra leis. É isso mesmo, se você é pobre se preocupe apenas apenas em não cometer os crimes descritos no CPP (Código Penal para Pobres), fora isso vale tudo! Quem liga se você é imoral? Se você é rico você pode cometer os crimes descritos no CPP, desde que que não seja contra alguém mais rico que você.
[editar] Direito e Estado
[editar] Origem
Desde que o homem é homem, desde que Caim matou Abel (ou foi o contrário?), desde o tempo em que nossa avós eram donzelas, desde... Enfim, desde os tempos mais primórdios, as pessoas tentam subir nas outras e levar uma vida mole às custas da dureza alheia. É deste sentimento nobre, inerente a natureza humana, que deriva primitivamente a idéia de Estado.
Vamos fazer um visita ao passado, e ver como a coisa toda se deu. Desligue a luz, ponha uma música calma, feche os olhos e imagine-se um homem das cavernas. Pois bem, você está andando por aí, há onças, tigres, leões, velociraptors, mafagafos, enfim, há toda sorte de animais comedores de gente espalhados onde você está. Então, você acha uma caverna, melhor ainda, uma caverna vazia. Sinta o cheiro de limo, ouça o bater de asas dos morcegos. É o lugar perfeito para morar.
Você coloca suas coisas na caverna, faz suas pinturas rupestres nela, varre, lustra, instala a TV a cabo, detetiza, para tirar os morcegos e, depois de toda essa trabalheira, resolve sair para tomar um ar. Mas quando você volta... Alguém tomou posse da sua caverna! E é alguém maior que você, mais forte que você e tem um porrete de madeira em mãos, e as mãos sujas de sangue e usa um colar cujo pingente muito parece uma rótula humana. O que você faz? "Tio, dá licença que eu cheguei aqui primeiro"? Pois não dá! Sua única opção é procurar outra caverna. Injusto não é? Aí entra o nosso amigo Estado.
Nesse tempo não havia Moral nem Direito. O camarada do porrete teve um comportamento natural, fazendo prevalecer uma lei da natureza chamada a "lei do mais forte", agiu conforme seus instintos e seu comportamento não teve implicações sociais: ele não foi nem imoral nem agiu ilicitamente.
A esse estado social o filósofo Hobbes deu o nome de "Estado de Natureza", pois os homens agem sem limite a sua liberdade, você faz o que quiser com os outros e tudo que existe e os outros idem. Hobbes identificou essa capacidade que o homem tem de usar de sua liberdade para ofender a liberdade alheia, ou seja, aquele sentimento nobre, citado lá em cima que faz o homem ter tesão em subir no outro (sem trocadilhos, o emosexualismo só viria a surgir milênios depois).
Progressivamente, surge a Moral e, aos poucos, nossos amigos homens das cavernas vão se dando conta de que ao ser sacana com os outros, os outros serão sacana com eles. Quem garante que o cara do porrete, mais cedo ou mais tarde não vai perder a caverna para um cara maior que ele, que nem você? E se você se emputecer e chamar mais cinco amigos fracotes pra dar no cara? Qual é a solução? Tchanam! O Estado. Veja o que nossos ancestrais, segundo Hobbes, criaram:
[editar] Contrato Social
Pois bem, se eu não quero que entrem na minha caverna que direito eu tenho de entrar na caverna dos outros? Porque ao invés de ficarmos nos sacaneando uns aos outros não abrimos mão de um pouco da nossa capacidade de sacanear, apenas o suficiente para vivermos pacificamente, e depositamos essa parcela de nossa liberdade em um coisa chamada Estado que vai sacanear com quem sacanear alguém?
É essa a proposta. E a isso se dá o nome de Contrato Social. Você abre mão de uma parte de sua liberdade e deposita ela no Leviatã(a porra do Estado!!). E é isso o Estado, a soma da parcela de liberdade de todas as pessoas que compõe a sociedade mais a parcela de coerção do estado. Vale lembrar que a idéia do contrato social foi escrita por Rousseau (do grego, "aquele que se tornou Russo")
Aqui surge o Direito, a coerção e todas aquelas coisas que estão descritas lá em cima. Agora aquele que não limitar sua liberdade de fazer o que quiser e causar prejuízo a alguém vai receber uma sanção imposta pelo Leviatã, se for pobre.
Mas deve-se alertar que tudo isso aqui é teoria. Na prática, a coisa é bem diferente, porque o Estado não existe sozinho, alguém tem que exercer essa capacidade de punir, em nome do resto das pessoas. Alguém tem que ter o poder do Leviatã, o experiente ser humano de 18 anos que irá comprar uma vaga passar em um concurso público.
E se eu perguntar se algum infeliz se voluntaria a essa dolorosa tarefa, todos levantarão a mão, pois o autruísmo fala mais alto.
[editar] Ramos do Direito
O Direito não é árvore, mas tem ramos. Assim como não é praça, mas tem fontes; não é galinha, mas tem penas; não é Gramática, mas tem sentenças; não é Orkut, mas tem depoimentos; etc...
[editar] Direito Constitucional
Esse ramo do Direito se ocupa com a constituição do mesmo, ou seja, do que é feito, de onde vem, se é de comer, se é doce ou se é salgado, etc...
As normas constitucionais, estão acima de todo o ordenamento jurídico, mas, de maneira geral, as pessoas desconhecem o poder das leis constitucionais.
Pode-se citar o clássico exemplo da placa "não pise na grama", que, quando desrespeitada, segundo previsto em nossa Constituição, é crime ambiental, seguido de desorientação moral qualificada pelo resultado, ou seja, você apodrecerá atrás das grades.
[editar] Direito Civil
Ramo do direito que cuida das pessoas que não são militares do resto: ou seja, se você num xerô, num tráficô, num fumô um tóxico, nem pagou impostos, esse é seu lugar. Tudo o que as outras leis não resolvem tentam achar solução no civil. É também uma expressão júridica que legitima a utilização de testemunhas em julgamentos: Se o cidadão possui idoneidade moral, é correto, direito, e civil o crime ser cometido, então a autoridade está autorizada a acatar sem qualquer nulidade, a aferição da comprobabilidade testemonial dos ... Sabemos tambem que o direito é civil quando, ao contar o fato para sociedade, ela responde da seguinte forma: "Mas onde é que já CIVIL uma coisa dessas?" Ai o direito é Civil.
[editar] Direito do Trabalho
Quem utiliza esse ramo do direito acaba nunca mais conseguindo um trabalho.Afinal de contas como disse um doutrinador respeitável, o direto do trabalho é o direito dos sem-trabalho. Conhecida pelos adEvogados mui elegantes com suas gravatas de crochê, camisa laranja, sapatos caramelo com cinto mais escuro e terno verde com caspas, são eles que podem fazer com que você recrame seus direitcho e pô no pau a disgramada que não te pagou seus serviço como diaristcha!
[editar] Direito Penal
É o direito que cuida das aves. Quando há crime, como por exemplo o crime de leite, a pena pode ser suspensa de dois a quatro anos, desde que a ave voe por este tempo. A subtração de penas, ovos, dentes, ou qualquer bem móvel de uma ave, para si ou para outrem, resultará no engaiolamento do réu.
É o ramo que regula a forma de se ingressar numa instituição onde você não trabalha, vive às custas do povo, tem ginásio poliespostivo, banho de sol, visita íntima, aprende todos os artigos do código penal e ainda consegue um boa rede de relacionamentos no seu ramo de negócio.
[editar] Direito Tributário
O Direito Tributário estuda principalmente os afluentes do lado direito de qualquer rio. Estuda também a captação governamental do dinheiro alheio sob a premissa de que vão utilizá-lo para o bem dos ludibriad...digo, do povo.
As maiores obras sobre este ramo são o Tributo a Freddie Mercury e o Curso de Direito Tributário de Paulo de Barros Carvalho. Não é recomendável utilizar a última obra, caso o Estudante não entenda que D {[F→sRs']v[(F→-p)→S]}.
[editar] Direito Anal
O Direito Anal é um dos diversos ramos da ciência jurídica. Trata-se de uma area do direito especificamente ligada ao estudo do ânus, e envolve, entre vários assuntos correlatos, o direito que cada ser vivo tem de usar seu cú da maneira como bem entender.
O Código Cuzal Brasileiro em seu art. 1º, diz que: "a todos é conveniente ter um briola, tendo a República Federativa do Brasil o dever de garantir o uso e o gozo do bem em questão" Da norma supra citada pode se extrair diversos direitos do fi-o-fó, como: I - Cagar livremente; II - Liberdade de expressão (peido); III - Ser região inviolável, salvo consentimento do dono ou mediante requerimento do juíz;
A liberdade de utilização do cú que se encontra na iminência de perder seu direito de liberdade ou já perdeu, pode ser suscitada mediante Habeas Cúrpos.
[editar] Brocardos Jurídicos e expressões em latim
tocum areiam num rabum
- Dami honorarium, dabo tibi consultum"
- Apelorum perderum
- Yus est esquerdum contrario
- Actio nata lactio vaca
- Et pluribus pum
- Libertas quae sera tamen
- Yus est erradum contrario
- Anus ebrius aleatorius est
- Pimenti anus outrem refrescorum eten
- Fumus entrandi sine cuspe
- Ed gripium? Benegripium!!
- Mamaafican aminiam maaemae solteirum
- Expeliarmus
- Habeas Corpus in Geladerum Criminosus
- Wingardium Leviosa
- Dura falo sed falo
- Agoriam cum equium
- In Claris, cessatio lanternum
- Drosophila melanogaster, banana cometorum
- Passarus petrus ingestans cognoces cuum tuus
- Esfincterium bebedorum proprietarius carescem
- O Fortuna, Velut Luna, Status Variabilis
- Professoris imbecilis
- Animus ferrandi
- Lumus
- Petrificus Totalis
- Dura lex tapaur er
- Dura Lex es Durex
- Dura Lex sed Lex, no Cabelo só Gumex
- Coitum cum su matter
- Coitum cum su fillia
- Coitum cum su ermana
- Coitum cum su esposa
- Roma locuta, causa infinita est
- O tempora, o modes
- Lato sensu
- Stricto sensu
- Nullis sensu
- Embromatio legis
- Pacta sunt cerveja
- In dubio pro bar
- Draco dormiens nunquam titilandus
- Carpe Diem
- Carpe Noctem
- Saccharomyces cerevisiae
- Tenia solium
- Tenia saginata
- Enrolationes curiae
- Linguiçatur enchibus
- Iesu Nazarenus Rex Iudeorum
- Pactio
- Las Tel Ma Scir Magister
- Sis mea pars per nonaginta secundam
- Sagitta Magica
- Flans Exarmatio
- Klaatu barada nikto
- Vade Mecum
- Copulatum et malum remuneratum
- data venia
- escreviveres et non lígeris o pau comíveris
- In dubio pau no reo
- Rerks turtwuais
- Fuderes putas
[editar] Veja também
- Estudante de Direito
- Mendigo do Direito
- Hans Kelsen
- Adevogado
- Esquerdo
- Destro
- Canhoto
- PSDB
- Sexo
- OAB
- O.B.
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