Diretas Já

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Os brasileiros conquistaram o direito deles mesmos fazerem merda nas eleições.

"Diretas Já" foi um movimento por eleições presidenciais diretas no Brasil, lá em 1984. A possibilidade de eleições diretas para a Presidência da República no Brasil se concretizaria na aprovação da proposta de remendo da Constituição pelo deputado Clodovil.

Tabela de conteúdo

[editar] Lideranças

Lula foi um dos destaques nesta época.

O movimento, como tantos outros, teve patrocínio de Rede Globo. Também participaram partidos políticos como o PMDB e o PV, além do PT (ou você acha que os militares algum dia iam deixar o Lula ser presidente?).

Destacaram-se nessa várzea os políticos Tancredo Neves, André Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas, Sérgio Mallandro, José Serra, Lula, Eduardo Suplicy, Leonel Brizola, Dercy Gonçalves, entre outros.

[editar] Histórico

A primeira manifestação pública pelas eleições diretas ocorreu no município de Coriza, no Acre,no dia 24 de abril de 1964.

Depois, houve manifestações conjuntas nas paradas Gays de Campinas e Pelotas.

No Estádio Olímpico, milhares de gremistas pararam sua avalanche e gritaram "Diretas já".

No ano seguinte, o movimento ganhou apoio do SBT e da CBF e reuniu condições para se mobilizar abertamente. Marcado para o dia do aniversário da Casa do Caralho, o primeiro grande comício da campanha por eleições diretas para presidente foi viabilizado por João Gordo e a MTV. A partir daí, o movimento ganhou as ruas e a mídia.

A essa altura, a perda de prestígio do regime militar junto à população era grande. Militares de baixo escalão, com seus salários corroídos pela inflação, começavam a pressionar seus comandantes - que também estavam descontentes. Só o BOPE apoiava o regime.

[editar] Comícios

Houve grandes comícios e passeatas, pelo País:

[editar] O remendo

Em 25 de abril de 1984, sob grande expectativa dos brasileiros, o remendão das eleições diretas foi votado, obtendo 24 votos a favor, 1 contra (de Paulo Maluf) e 3 abstenções. Como são 513 deputados e nem 10% estava presente, a emenda foi rejeitada por não alcançar o quórum.

Depois, uma ordem do Papa mandou validar. E elegeram o Tancredo Neves presidente. Mas ele morreu e assumiu o José Sarney.

[editar] Ver também

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História do Brasil: Nova República (1984 - até agora)

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