Dirigível

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Dirigível.
E depois avião que não é seguro.

Cquote1.png Já avisei que vai dar merdaaaaaaa isso Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre Dirigível Hindenburg
Cquote1.png Eu tenho medo Cquote2.png
Regina Duarte sobre voar num dirigível
Cquote1.png Se o pikachu usar o choque do trovão vamos todos pikabum! Cquote2.png
Meowth sobre dirigivel

O dirigível é uma espécie de balão, só que mais esquisito. Ele é formado por um negócio gigante cheio de gases explosivos, e em baixo tem uma cabine minúscula colada no resto do dirigível, onde as pessoas se espremem. Diferente do avião, do helicóptero e do que todo mundo diz, o dirigível não pode ser controlado, já que qualquer ventinho é capaz de desviá-lo, causar um acidente e te convencer que Congonhas é mais seguro.

Coisas desinteressantes[editar]

Atentado terrorista feito pela Al Qaeda para derrubar a Torre Eiffel. Só depois eles passaram a usar aviões contra os alvos.

O dirigível é considerado o primero meio de transporte aéreo capaz de carregar decentemente meia dúzia de passageiros, sendo utilizado nos primeiros aeroportos do mundo, e só não foi responsável pelos primeiros overbookings e transtornos na população porque antes dele existia os navios. Mas ele tem orgulho de ser considerado o mais inseguro meio de transporte, superando concorrentes de peso como carros, motos e aviões.

De tão inseguro, a Infraerro e outras agências desreguladoras do tráfego aéreo tiveram que substituir os dirigíveis por aviões de companhias como TAM e Gol (assim já dá para se ter uma ideia de como essas coisas são realmente perigosas). Hoje por causa de seu tamanho exagerado, ele é usado para fazer propagandas de empresas, como as que trabalham no ramo do tráfico de gatinhos.

História[editar]

Durante a Idade Média, o cientista e religioso nas horas vagas Adelir de Carli, durante suas experiências sobre aviação, obteve conhecimentos necessários para a invenção do primeiro transporte aéreo, os balões que você vê num aniversário de criança. O problema é que esse transporte era muito inseguro. E em um dia, quando o padre dava uma volta pela vizinhança com seus balões, teve uma turbulência muito forte, e o rapaz sofreu um acidente. Ele sobreviveu, e posteriormente ainda faria outras viagens com o aparelho, até sumir misteriosamente.

Um submarino, um dirigível e um charuto. Para evitar confusões.

Com esse desastre pequeno acidente, os balões de festa se revelaram um meio de transporte muito inseguro. Assim, outra coisa precisaria ser inventada para substituir os balões. Depois de abrirem um concurso para ver quem inventava o novo meio de transporte, alguém pegou um balão gigante, arramou uma cadeira usando uma corda, e assim criaram o primeiro dirigível da história. Ele era extremamente tosco e inseguro, mas por falta de algo melhor, esse foi o ganhador do concurso.

Desenvolvimento[editar]

Outro carinha teve uma ideia e adaptou um motor de Fiat 147 num dirigível, o fazendo voar por alguns quilômetros, até o motor pifar e o dirigível cair. Apesar disso, esse modelo era melhor do que uma cadeira amarrada num balão, e por isso é considerado uma evolução positiva [1] no desenvolvimento dos dirigíveis.

Os primeiros dirigíveis foram utilizados em guerras, dados de presente para o inimigo, que não desconfiava da insegurança desse tipo de meio de transporte. Nos anos seguintes, outros inventores faziam seus dirigíveis pessoais, e alguns alcançaram a incrível façanha de pousar no solo sem nenhum ferimento ou acidente. Nem por isso eles se tornaram seguros, já que 80% dos voos com dirigíveis fabricados artesanalmente acabavam no cemitério, isso quando o corpo não sumia.

Típico dirigível com mensagens subliminares.

Alberto Santos Dumont também construiu e voou com seu dirigível particular. Quando ele dava uma volta na Torre Eiffel em Paris para testar seu invento, a ponta da torre furou a aeronave, que caiu. Depois dessa experiência, Santos Dumont decidiu não usar mais dirigíveis, considerado por ele muito perigoso; um dos motivos para ele ter inventado o avião.

Auge[editar]

Um dirigível no momento em que alguém acende um cigarro.

Em alguma época que de tão antiga ninguém se lembra, os fabricantes de dirigíveis fizeram intensas propagandas de seus produtos, usando aquelas mulheres semi-nuas que você geralmente vê em qualquer propaganda[2]. Assim, todo mundo esqueceu os riscos arriscados dessa aeronave, que se tornou muito popular entre os aeroportos mundiais. Até que aconteceu um pequeno acidente.

Os dirigíveis da época eram movidos por gases inflamáveis, mais precisamente uma mistura de fluidos intestinais com outros materiais explosivos. Um dirigível chamado Hidenburg estava voando quando algum imbecil um passageiro menos esperto foi praticar a queima de peidos. Bem, já deu para entender. O negócio pegou fogo, pessoas morreram e gerou Apagão Aéreo, greve dos descontroladores de voo, entre outras coisas extremamente irritantes nos aereportos. Depois disso, os responsáveis pelo tráfego aéreo deixaram de ser trouxas e aposentaram os dirigíveis.

Hoje[editar]

Nos tempos atuais, o gás utilizado nos dirigíveis é misturado com um monte de compostos químicos complicados para tirar a propriedade explosiva do mesmo. Atualmente, ninguém é idiota a ponto de acreditar nisso, mas empresas normalmente usam dirigíveis para fazer propaganda. Eles desenham mensagens subliminares na aeronave, e quando algum desatento olha para o negócio, ele é hipnotizado e forçado a comprar o produto.

Notas[editar]

  1. Existe evolução negativa, mas eu nunca vi algum exemplo, muito menos Stevie Wonder
  2. Se você nunca viu, é porque sua mãe não deixa
v d e h
Grandes (ou pequenos) artigos fálicos da humanidade