Ditadura gay

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Quevedo25on.gif Este artigo trata de coisas que nón eczisten!

Este artigo trata de algum mito, lenda, conto, história de pescador ou desculpa esfarrapada e provavelmente contém informações sobre animais grotescos que capturam sua alma.

Radicais gayzistas prontos para forçá-lo a dar o brioco.

Cquote1.png Você quis dizer: Pau duro gay? Cquote2.png
Google sobre Ditadura gay
Cquote1.png Experimente também: Parada Gay Cquote2.png
Sugestão do Google para Ditadura gay
Cquote1.png Tira essa roupa que é o uó! Cquote2.png
Ditador gay oprimindo Heterossexual.

A ditadura gay é uma situação teórica desenvolvida por Jair Bolsonaro que depois de muita pesquisa escreveu uma tese sobre a mesma explicando suas causas e consequências. Segundo essa tese, por meio da manipulação da mídia, os gays tomariam o Brasil obrigando a todos a usarem Plumas, Paetês e camisetas gola 'V'. Alguns métodos que seriam utilizados para a gayzificação do Brasil são: Distribuição gratuita de purpurina, maratonas de Glee, iluminar os monumentos nacionais com luzes cor-de-rosa (tendo como desculpa a prevenção do câncer de mama) e a distribuição do Kit Gay - não o usual distribuídos nas escolas - mas um composto de pirocas de borracha e utensílios para fazer xuca.

A tese também aponta métodos mais violentos para a sucessão da ditadura como canhões de arco-íris, polícia montada (em unicórnios), reprodução das músicas de Justin Bieber e Lady Gaga em praça pública e boicotes nas lojas de roupas.

Algumas teorias acerca da Ditadura Gay não apontam a conquista do Brasil como o objetivo principal dos gayzistas, mas sim a criação de uma nação onde seria introduzida (e introduzida de novo e de novo) a Ditadura Gay. Muitos especialistas apontam essa utopia boiola como sendo a Gaylândia.

Especialistas[editar]

Jair Bolxonado[editar]

Bolsonaro exemplificando uma posição gay conhecida como briga de galo.

Pioneiro nos estudos sobre a Ditadura Gay, Jair Bolsonaro defende a luta contra a viadagem e acredita que a forma mais eficaz é com porrada boa educação.

Bolsonaro também criou um grupo no ZapZap para os resistentes à ditadura. Sua principal motivação para a luta contra a Ditadura Gay, segundo ele mesmo, é que detesta quando seu bofe o obriga a usar salto alto e calcinha fio dental.

Dentre os métodos defendidos por Bolsomito para lutar contra a Ditadura Gay, se destacam: Persuasão, mimimi, porrada e distribuição da revista G Magazine do Roger. Além de legalização do casamento gay - um método controverso e cruel para desencorajar o relacionamento homossexual.

Marco Feliciânus[editar]

Um dos maiores defensores da guerra contra a Ditadura Gay - Marco Feliciano - defende a família tradicional formada, desde os primórdios, por um pai alcoólatra, uma mãe prostituta e um filho maconheiro. Entretanto, o deputado defende alguns direitos metrossexuais, como o de fazer chapinha, porque segundo ele, parecer que dá o brioco não importa, o importante é garantir a integridade anal.

Os métodos de Feliciano para garantir um estado sem Ditadura Boiola é: Ficar longe de homens musculosos; evitar as cores rosa e púrpura; e fazer chapinha apenas uma vez por dia (para não viciar). Além de, é claro, lacrar as inimigas no congresso.

Levy Bigodelix[editar]

A maior motivação de Fidelix para lutar contra a ditadura é cuidar do órgão excretor dos outros. Não foi revelado, entretanto, como ocorreu a concepção do deputado, já que segundo ele, órgão excretor não reproduz. Os métodos de Levy são: Não entrar em contato com nenhuma bicha (isso pode acarretar recaídas), carregar no rosto um bigode másculo? e é claro, vigiar o brioco dos outros vinte quatro horas por dia.

Ver também[editar]

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Ditadura gay no Mundo do Contra:

Espelhonomdc.jpg