Dom Silvério

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Dom Silvério é uma cidade esquecida e sem importância de Minas Gerais, localizada em algum lugar entre Belzonti e Rio de Janeiro.

História[editar]

A famosa Ponte que Pariu, um patrimônio da cidade.

Tudo começou em 1755, quando o Padre Domingos, um pedófilo foragido da justiça, levou seus 400 escravos coroinhas menores de idade para o meio do mato num local inóspito e de difícil acesso (atual Dom Silvério) onde decidira fundar sua própria cidade com suas próprias leis. Também atirou e escravizou índios da região. Sentindo-se o dono do mundo, fundou a Fazenda Circuito, primeiro núcleo urbano da região. Óbvio que Deus não ficou nada satisfeito com um padre tão filha da puta assim, e assolou a cidade com uma forte epidemia de diarreia, obrigando o Padre Domingos visitar a cidade do Rio de Janeiro para comprar grandes quantidades de papel higiênico. Na volta, trazendo milhares e milhares de rolos nas costas de escravos para estocar e revender na região, Padre Domingos sentiu uma forte dor de barriga, não resistiu e morreu na viagem. Saiu da terra e foi direto para o Inferno. Suas últimas palavras foram: "Independência ou Morte!"

Em 1873 surgia o distrito de Saúde, que recebeu esse nome como ironia à morte de seu fundador e tirano. Alguns anos depois, percebendo que "saúde" era a última coisa que a população local usufruía, carente de hospitais ou qualquer estrutura de atendimento hospitalar, em 1938 o nome era modificado para Dom Silvério, em homenagem a alguém sem importância qualquer, também virando município.

Economia[editar]

Economia fraca e falida como de qualquer cidade sem importância. Já foi um pequeno polo exportador de laticínios, mas a Cooperativa da cidade faliu, assim como quase todas as empresas que lá tentaram crescer. Boa parte dos 5.000 habitantes plantam o que comem para sobrevier. Se não trabalha com leite ou na roça, todos que você conhece são ou vendedores de shampoos, ou contadores, ou já trabalharam na fábrica de forjados.

População[editar]

A População da cidade é dividida em Pobre e em Pobre que Pensa que é Rico. Para ser considerado pobre basta morar na cidade. Para fazer parte da classe nobre é necessário ter uma cota no Clube Campestre, sentar e pedir uma cerveja no Barrancho uma vez por semana e ter um veículo acima de 1980.

Saúde[editar]

Como no passado, já deixou de existir faz tempo no lugar, por isso a cidade até mudou de nome para Dom Silvério. Hoje na cidade existe uma lei onde a população é obrigada a não adoecer. De qualquer forma é de muito orgulho para cada morador o fato do prédio do falido hospital ser o primeiro refúgio para ataques Zumbis do Brasil.

Cultura[editar]

Imagine uma cidade com poucos habitantes onde todos vivem em busca do saber da vida do outro, esta é Dom Silvério e sua cultura, onde viver de um passado próspero distante que nunca mais vai voltar é a rotina local.

Lazer[editar]

A vida noturna é nula, serve para quem gosta de desfilar suas novas roupas dando voltas na praça da cidade, Dom Silvério é o lugar. Para os caras de fora a cidade é um prato cheio de oportunidades, já que as mulheres de Dom Silvério só ficam com forasteiros, deixando os locais com as bananeiras ou cabritas.

Turismo[editar]

Não há nada de útil para se fazer nessa cidade desimportante, sabe-se que em 15 de agosto ocorre a festinha de Nossa Senhora da Saúde, mas nem os habitantes da cidade vizinha visitam a roça de Dom Silvério nessa oportunidade.