Dores do Indaiá

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

O povoado de Dores do Indaiá, que originalmente possuía o nome de "Ânus de Micróbio" devido à sua enorme extensão territorial, fica localizado no centro-oeste de Minas Gerais, próximo de Bom Despacho. Esta grandiosa e industrializada [carece de fontes] cidade é um dos pontos turísticos brasileiros mais badalados do país, pois todos os anos, recepciona incríveis dois turistas gringos, dispostos à pagar uma fortuna (3 reais) apenas para experimentar os grandes e frondosos bifes de carne de urubu que são produzidos na cidade. O único pequeno grande problema de Dores do Indaiá é que não tem a economia baseada na venda de queijos. Bem, mas isso é compreensível, afinal, os mineiros simplesmente detestam queijos, e não os querem ver nem em pintura. Talvez porque eles sejam intolerantes à lactose, assim como os baianos são intolerantes aos ingredientes usados no acarajé, e os gaúchos são intolerantes à uma boa mulher picanha. A vila foi formada por quatro irmãos (Ama da de Costas Guimarães, José da de Costas Guimarães, João da de Costas Guimarães e Jô Aqui da de Costas Guimarães).

História[editar]

Habitantes de Dores do Indaiá reunidos para um famoso evento local, conhecido como Festa do Boiadeiro, que tem tanta repercursão midiástica quanto o Festival da Boa Vizinhança.

Erguer as primeiras edificações no local foi um grande desafio para os irmãos de Costas. O local, que originalmente era composto de brejos e pântanos dificultava a construção das estruturas, uma vez que as paredes de arrimo e palha não conseguiam se manter firmes, mas após perceberem o problema, os fundadores do vilarejo tiveram a ideia de estabelecer relações com os índios nativos da região. Como estavam de quatro, os irmãos de Costas logo conseguiram conquistar a amizade e simpatia dos Tapuias, sendo que a relação entre estes povos perdura até os dias de hoje. Os Tapuias em sua língua nativa chamavam os de Costas de Indaiá, que quer dizer Planta Palmácea Americana (Maximiliano Regia) ou simplesmente (dá em qualquer lugar, fácil de plantar no chão).

Os de Costas, embora de quatro, inicialmente enfrentaram dificuldades para promover o povoamento da região, isto porque não havia mulheres entre eles (como se isso mudasse alguma coisa), mas como queriam se estabelecer no local de maneira definitiva, os de Costas convidaram alguns casais Tapuias para habitar no local, assim, analisando a situação, podemos dizer que os Tapuias fincaram suas raízes em cima dos de Costas (que estavam de quatro), dando origem à hoje numerosa população de Dores do Indaiá (63 habitantes).

Não se sabe ao certo de quem foi a iniciativa, mas para comemorar o sucesso da relação entre os Tapuias e os de Costas (os dorenses da época), batizaram dois ribeirões da região com os nomes Ribeirão das Antas e Ribeirão dos Veados, em alusão à representação de cada povo nesta relação.

Após se estabelecerem, os de Costas mandaram vir seus parentes para que também tomassem posse das terras. Nesta ocasião aparecem os primeiros registros de mulheres da família de Costas na região, inclusive a matriarca Adora, nome completo Adora dar de Costas Guimarẽs.

Embora a relação entre os Tapuias e os de Costas seja mantida até os dias de hoje e nos mesmos moldes de outrora, logo após a chegada do restante da família ao local os dois grupos entraram em guerra. Este fato está registrado na história como a Guerra das Tapuias. Existem diferentes versões sobre os reais motivos que culminaram nesta guerra, mas historiadores indicam que com a chegada das mulheres no território, os Tapuias acabaram se afastando dos filhos de Adora dar de Costas. Com este afastamento, enfurecidos, de quatro os irmãos invadiram o território Tapuia e ameaçaram rodar a baiana e cuspir gilete. Na época o chefe dos Tapuia teria alegado que a relação entre eles não rendia frutos, mas os irmãos de Costas insistiram na retomada da relação e diziam que eram mulheres aprisionadas em corpos masculinos. Confusos os Tapuias ainda fizeram várias tentativas de satisfazer o desejo dos irmãos, mas como a relação continuava a não dar frutos e os irmãos àquela altura da guerra sentiam muitas dores, os de Costas se renderam e para marcar a paz em definitivo, batizaram a cidade de Dores do Indaiá.

Após o batismo da cidade, o povo dorense resolveu erguer uma capela na região "Capela Nossa Senhora das Dores", pois diziam que foi ela quem os livrou das dores causadas pelas diversas investidas dos Tapuia sobre eles.

Com o tempo, diversas pessoas foram chegando na cidade, e ajudaram no desenvolvimento de Dores do Indaiá. A ajuda foi tão grande que, nos dias de hoje, Dores do Indaiá já está quase tão desenvolvida quanto Santo Antônio do Cré-cré-cré do Xipsuí de Minas. A economia da cidade também é extremamente poderosa e consistente, e está quase alcançando o mesmo alto nível do Zimbábue. A educação também alcançou patamares inacreditáveis, e está tão avançada que todos os moradores já aprenderam até mesmo o incrível feito de escrever o próprio nome... Bem, tem vezes que alguns moradores se confundem, e trocam algumas letras, porém, isso não vem ao caso.

Localização[editar]

O município de Dores do Indaiá está localizado no centro-oeste de Minas Gerais, na latitude 19° 27' 46" S e longitude 45° 36' 07" O, fazendo parte da microrregião de Bom Despacho. O acesso a Dores do Indaiá pode ser feito basicamente por duas maneiras: Por trás, que é a principal via ou fugindo da polícia, uma vez que ninguém vai procurá-lo por lá (além do que, ir parar nesta cidade é um castigo pior do que cadeia).

Clima[editar]

O clima da cidade é bastante fresco e fica assim o ano inteiro, sendo que no Carnaval tende a ficar mais fresco ainda.

Vegetação[editar]

A vegetação predominante são os pântanos e brejos, embora exista também uma grande parte considerada deserto. Ainda assim a cidade é a maior produtora de frutinhas do Brasil, tendo exportado grande número delas para a capital Belo Horizonte.

Infra-estrutura[editar]

A cidade possui não possui hospitais, mas existe um xamã e um pai-de-santo que juram curar todos os males dos cidadãos dorenses.

As ruas não são asfaltadas, mas nem adiantaria pois para que asfalto se não se tem carro?

A cidade, acreditem, possui sinal de celular, mas quem vai a Dores normalmente não leva o aparelho (afinal, se você for parar nesta cidade, não quer ser encontrado por ninguém).

As escolas (centros de reabilitação) estão de acordo com o padrão do MEA (Ministério de Educação do Afeganistão), mas receberão uma notificação de que ficaram em último lugar, segundo avaliação.

O campo de futebol sim é um exemplo de boa gestão do dinheiro público (embora tenha havido denúncia de superfaturamento), tanto que Dores quis ser uma das sedes da Copa do Mundo no Brasil. Com apenas R$ 500,00 a prefeitura adquiriu 2 pares de chinelo do Paraguai e montou as traves, comprou os trapos para fazer a bola e de quebra, colocou bancos de madeira para a geral curtir os clássicos da cidade. Acredita-se que a candidatura da cidade não tenha sido aceita porque o governo brasileiro errou ao classificar a cidade como Argentina, além disso não havia como pousar aviões no curral do Sr. Zé Campos.

Curiosidades[editar]

  • Acreditem, não é mentira! Em Dores do Indaiá existe um castelo. Sim, um castelo de verdade! Provavelmente, o Edmar Moreira já passou por lá.
  • A moeda dorense não é o Real, mas sim o Burro. Atualmente a taxa de conversão do Real para o Burro é de 0,0000098478 burros para cada Real, lembrando que o Brasil está sofrendo os efeitos da crise.

Frota[editar]

1.000.000.000 de carroças (o que vocês queriam de uma cidade que se negocia em burros?), 3 motosserras e 1 jumento (que está lendo aqui agora).