Dudão

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Dudão
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Nome no Brasil '
Nome em Portugal '
Formato de publicação Revista de publicação mensal
Editora Editora Louvor (números 1-5)
Editora Vida (1-18)
Total de edições 18
Números 19 a 22 não lançados oficialmente
Uma edição em um reboot de 2006
Editora no Brasil
Editora em Portugal
Primeira publicação 1992
Primeira publicação no Brasil
Primeira publicação em Portugal
Autor(es) Eduardo Samuel
Roteiristas Eduardo Samuel
Desenhistas
Personagens Dudão
Paçoca
Desportal Quadrinhos
No Wikipedia.png QUEBRARAM A CARA!

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Cquote1.svg Você quis dizer: Turma da Mônica de Chernobyl Cquote2.svg
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Cquote1.svg Você quis dizer: Mistura de Turma da Mônica com Smilinguido Cquote2.svg
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Cquote1.svg Você quis dizer: Clarêncio religioso Cquote2.svg
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Cquote1.svg Você quis dizer: Turma da Mônica da deep web Cquote2.svg
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Uma das capas do gibi do Dudão. Aqui vemos o Dudão carregando o Paçoca ao hospital por tentar imitar o Super-Homem.

Dudão, também conhecido como Turma do Dudão é uma série de gibis dos anos 90 criada por um pastor genérico qualquer que gastou todo o dinheiro para aprender a desenhar comprando os cursos do Instituto Universal Brasileiro e não tinha dinheiro para vender água do Rio Jordão na TV. Sua fabulosa ideia era a de pentelhar as crianças com versões pioradas das lições de moral de desenhos dos anos 80. Dudão é uma versão obesa e com mais aventura do Smilinguido, mas como não tinha tanto crente na época, ficou alguns anos no obscurantismo. Outro motivo para isso ter acontecido, além das historinhas bizarras e mal-escritas, é o design dos olhos dos personagens, que são escrotos (literalmente escrotos). O público que adquiria esses quadrinhos era a vovó cristã que tinha medo de ver o neto jogando Mega Drive (ou mini-game, se fosse pobre). A velha maldita, quando ia jogar no bicho na banca de jornal, se empolgava ao ver uma revista do bem e adquiria os exemplares para ensinar bons valores para a molecada perdida em Mortal Kombat, TV e masturbação. A ideia do pastor criador da revista era fornecer um material básico para as crianças conseguirem abrir sua própria igreja e sair metendo uns "Aleluia senhor", "Deus é mais" e "Abençoado" por aí.

Mais ou menos em junho de 2020, em um grupo de MonicaPostagem daqueles que cai todo mês de tanto repost e criança denunciando, os gibis do Dudão foram resgatados do submundo dos quadrinhos infantis e intrigaram os jovens nascidos depois dos anos 2000, que por tomarem muita soja e que só podem ver coisas bizarras escondidas nos chans da vida (sem falar pra ninguém), ainda estão surpresos com as delícias apresentadas pelas aventuras insólitas de Dudão e seus amigos. Assim, Dudão começou a ganhar a popularidade a qual estava destinado e até ganhou uma versão em áudio-HQ e um jogo de computador.

Personagens[editar]

Dudão: É um gordo crente mala, que tem problema na tireoide, oxiúros e fígado por beber água estragada. Em qualquer hora do dia (ou da noite) ele irá falar alguma frase que tenha os nomes Jesus, Deus ou Senhor, até quando esta falando que pisou na bosta do cachorro (Graças a Deus!). E como um fanático religioso cristão de bem, Dudão sempre acaba salvando ou ajudando algum personagem que gostaríamos de ver morto no final da história. Por Dudão ser escolhido por Nosso Senhor Jesus Cristo, os personagens que zoam o Dudão quase morrem em algumas histórias. Mesmo sempre sendo alvo de bullying pelo outros personagens, o gordinho comilão ainda está no caminho da santidade e tem seu lado humano em A mentira.

É AGORA, MANÉ! Rebeca bocuda pronta para entrar em ação.

Binho (ou Diabinho Biribinho): É o melhor amigo do Dudão, um menino sardento, com cara de que chupou limão, amigo de Dudão nas suas escapadas e cultos. A única importância dele é acompanhar o Dudão nas histórias, fora isso, ele não tem uma grande relevância. Ele é apenas o típico personagem secundário com personalidade esquisita que sempre está junto com o protagonista. Em Somos todos iguais, ele aprendeu que racismo não é bom, pois ofender as pessoas pela cor da pele não é algo cristão (e a única cor que um cristão de bem deve se importar é o verde. Pois o verde significa natureza.).

Rebeca: É aquela menina evangélica e chata que a gente conhece, que sempre reclama de tudo por menor que seja o motivo. Se não fosse cristã fanática, iria estar limpando carpete com a língua por aí. Sua sexualidade reprimida pelos cultos, se manifesta na forma de grosserias com que trata as pessoas aleatórias que cruzam seu caminho. Ela adora subir no muro da casa dela e gritar a frase: É agora, mané!

Paçoca: Um menino loiro que adora dar risada de pobres, negros, deficientes e mágicos cegos, ou seja, um exemplo de criança que ainda não foi apresentada para o senhor Jesus no culto e que parece ter o espírito do próprio Satanás no corpo. Ele sempre faz coisas erradas, algumas vezes prejudicando os seus amigos juntos com ele por ser uma má influência (e um idiota). Por não ser um cristão, ele ignora as coisas que o Dudão fala sobre Jesus. Seu nome é uma alegoria do que deveria ser feito se ele não acabasse se tornando crente e seguisse sua tendência natural de ser uma bicha. No final de O fedegoso, um suposto plot twist inacreditável aconteceu, com Dudão conseguindo converter o Paçoca ao cristianismo, mas sabemos que isso só aconteceu para o final da historinha ter novamente uma moral vazia apenas colocando uma frase com o nome de Deus no meio. Pelas confusões que o Paçoca causa na maioria da vezes, muitos fãs consideram ele como O AGENTE DO CAOS.

Zuca: É o único menino negro da turma, e por isso é sempre vítima de racismo do seus amigos. Que belos amigos, né? É um preguiçoso e representa o espírito da malemolência e malandragem brasileira, não tão séria quando a malandragem do ariano querido Paçoca. E assim como o Dudão por ser acima do peso, ele recebe uns apelidos meio preconceituoso que que fazem referência a cor de sua pele, mas sempre leva na sacanagem. Em Pipas no campo, ele quase morreu eletrocutado empinando pipa, mas o Dudão salvou ele correndo mais rápido que o The Flash.

Não se enganem, seus pais cresceram com uma educação desse naipe!

Pita: Um menino amigo do Paçoca e Zuca que usa boné pra trás e óculos, na moda de 1994. Ele é um rockeiro retardado genérico, que por gostar de Glam Rock acaba se metendo em confusões com os crentes. Nas primeiras edições da revistinha, ele era um babaca quase no mesmo nível de babaquice do Paçoca, mas nas outras edições ele se mostrou um personagem mais maduro e menos preconceituoso. Em Homem é homem!, ele apenas queria estar bonito para ir á um festa, mas ele foi motivo de piada por isso. Isso mostra que para todos os personagens no universo do Dudão, metrossexual é sinônimo de homossexual. Em Cuidado com os vídeo games!, ele entrou em um estado de insanidade mental só por jogar um jogo violento de luta por 3 horas. Como assim???! Qual é a lógica disso acontecer, caraio??!

Tato: É uma versão mais alta e sem sardas do Binho. Ele é tipo um daqueles personagens secundários de gibi que ninguém lembra que existe. Ele é um atleta de Cristo e é muito competitivo, sempre querendo ser melhor que todo mundo em qualquer tipo de esporte. O histórico de atleta dele é tão elevado que ele sobreviveria em todas as pandemias que aconteceram e que vão acontecer na humanidade, caso Tato fosse um highlander. De acordo com a conclusão feita pelo Presidente Biroliro.

Seu Jesão: É o pai do Dudão, um crente super conservador e apresentador de auditório. Ele é mais conhecido pelo seu nome artístico Ratinho no SBT.

Baldinho: Um crente mirim que apareceu pela primeira vez em Boba à beça. Em O cospe-cospe, ele ficou cuspindo sem parar só por beber um chá sem açúcar. Talvez por ter sido abusado por alguém da igreja, não consegue falar palavras inteiras que tenham mais de duas ou três sílabas.

Seu Gomes: É o pai da Rebeca, é o típico pai abusivo e covarde que adora beber e bater nos filhos, na esposa e no animal de estimação. Mas o importante (segundo o Dudão) é que ele vai na igreja, afinal é só rezar depois e continuar servindo a Jesus Cristo que tá tudo certo.

As hipocrisias do Dudão[editar]

Sim, Dudão é um baita personagem hipócrita. Aqui abaixo está uma lista da suas hipocrisias:

ENFIM, A HIPOCRISIA...

Animais presos: No final da edição 11, Dudão fica irritado com o Paçoca por ele manter um passarinho preso em uma gaiola. Mas em Passeio ao Zoo, Dudão vai apreciar os animais enjaulados e não está nem ai pra eles.

Racismo: Em Somos todos iguais, Dudão diz pra Binho que não devemos ser preconceituosos com os outros só por causa da cor da pele. Mas em Eu não queria ser assim!, ele chama o Zuca de Carvãozão. No final de Querendo patinar, Pita faz uma piadinha racista com o Zuca e única coisa que o Dudão fala depois disto: É assim que Jesus gosta!

Mentiras: Em A mentira, Dudão diz que nunca devemos mentir pois a mentira é uma coisa ruim e não agrada o SENHOR. Mas no final da edição 14, Dudão mente falando que não comeu o bolo da Rebeca e ainda por cima comete gula.

Amizade com o Binho: Em Rindo à toa, Paçoca fica rindo de todos que passam na rua e Dudão se afasta dele. Mas nas historias Somos todos iguais e O atleta de Cristo, Binho é visto praticando racismo com o Zuca, e agredindo e xingando a Rebeca, e Dudão continua perto dele fingindo que nada está acontecendo.

Igualdade de gênero: No final de Ioiozando, Dudão diz que não existe diferença entre meninos e meninas e que isso não importa. Mas em Homem é homem!, Dudão diz que nunca devemos ser diferentes pois DEUS fez o homem e a mulher.

Medos: Em Com medo não dá, Dudão diz que só tem medo quem não é de JESUS. Mas em A mentira e Rindo à toa, Dudão se assusta com seu gato (chamado Peludo), com um cachorro e depois com um passarinho. Em Bancando o protetor, Dudão foge de medo do Seu Gomes.

Videogames: Em Cuidado com os videogames, Dudão fica enchendo o saco do Pita enquanto ele joga no fliperama, falando que videogames são do mal ou algo do tipo. Mas em Natal de verdade, Pita empresta o minigame dele pro Dudão, e Dudão joga melhor que o próprio Pita e ainda por cima bate o recorde dele.

Alimentação com plantas: Em O comedor de plantas?, Paçoca está se alimentando com plantas não comestíveis e Dudão diz que ele não pode fazer isso, pois isso pode até causar a morte. Mas em O lanche!, Dudão engole a flor da Rebeca inteira num piscar de olhos e ainda faz um "joinha".

Dudão vs. Turma da Mônica Vômica[editar]

Essa HQ abençoada logo passou a se tornar um rival de peso para a Turma da Vômica, principalmente porque nem tentava ser um tipo de plágio crente mala da Turma da Vômica no bairro do Limoeiro, com aventuras se passado na Baixada Fluminense, com suas favelas, esquadrões da morte, escolas com traficantes na porta, transporte público precário, CV... Infelizmente, o lobby das professoras de creche e escolinha nunca adotaram o nosso herói bonachão como material para as aulas, continuando a fazer as crianças a pintarem a Vômica, Cerolinha, Cuscão, Magrali, etc. Assim, ainda alguns anos a mais serão necessários até as crianças de todas as escolas públicas do Brasil procurarem 8 erros nos jogos de 7 erros do Dudão, pintarem sua turma em ambientes sobrenaturais e ligarem os pontos para descobrir quem comeu o cu do curioso.

Dudão the videogame[editar]

É um fangame para computador, criado e produzido pela José Seboso Creations Studios® em 2020. O jogo é dividido em 5 fases, com uma trilha sonora das músicas originais da Turma do Dudão.

Enredo: Era um dia normal no bairro onde Dudão e os seus amigos e conhecidos vivem, mas vários diabinhos apareceram para levá-los para um lugar que não seja o Céu. Agora Dudão precisa salvar a turminha com o poder de Cristo e fugir com eles para um local distante e seguro.

Link de download do jooj jogo: https://gamejolt.com/games/dudao/510586

Dublagem[editar]

Lista dos dubladores oficiais do áudio-HQ da Turma do Dudão, estão até hoje planejando fazer uma versão animada das revistinhas para ser exibida em breve na TV Cultura.

Personagem Voz
Dudão Lula
Binho Ash Ketchum
Rebeca Peppa "Pingas" Pig
Paçoca Matheus Canella
Pita Wendell Bezerra
Tato Frango de Dentadura (1ª voz)

Nhonho (2ª voz em diante)

Zuca

Baldinho

Sylvester Stallone
Seu Jesão Ratinho
Mãe do Dudão Norville "Salsicha" Rogers
Zé Rapadura Chico Bento
Favelado/Pintor

Seu Gomes

Guilherme Briggs
Porteiro do festival de sorvete Jair Bolsonaro
Popoca Mônica
Lipão Barney (1ª voz)

Caco o Sapo (2ª voz em diante)

Diabinhos Lula Molusco
Doutora Vovó Juju

Galeria[editar]

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