Echinodermata

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Equinodermes
Equinoderme raro e muito caçado
Equinoderme raro e muito caçado
Classificação científica
Domínio: Cara idiota
Reino: Animalia
Filo: Equinos da mata

Cquote1.png Experimente também: Patrick Estrela Cquote2.png
Sugestão do Google para Echinodermata
Cquote1.png Eu não entendi, Bob Esponja! Cquote2.png
Patrick Estrela sobre esse artigo
Cquote1.png O RLY? Cquote2.png
Qualquer um sobre a afirmação acima

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Equinodermata, ou equinodermos, são mais um dos oito mil filos presentes no Reino Animal, mesmo que eles aparentem mais serem plantas do que qualquer outra coisa no mundo das bichas dos bichos. Existentes desde que o mundo é mundo, muitas classes desse filo desapareceram como que por encanto da face da terra, acredita-se que isso ocorreu no tempo em que répteis inúteis, predadores e gigantescos viviam na Terra e todos morreram quando Dercy Gonçalves apareceu e os mandou para a puta que pariu (e assim eles a obedeceram, ficando lá até hoje).

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As espécies mais rebeldes, conseguiram ficar vivas na Terra e produziram descendentes férteis, sendo hoje as mais conhecidas e as únicas que possuem imagens no Google para exemplificar esse artigo. Apesar do nome estranbólico, os Equinodermos não tem nada haver com Equínos, se é que alguém conseguiu perceber esse óbvio, já que os equínos (que são os animais quadrúpedes e que carregam outros animais bípedes) estão presentes no filo dos cordados.

Brilha, brilha, estrelinha...[editar]

Os representantes do filo dos Equinodermos.

Podendo ser móveis ou tão paradas quanto a sua vida sexual, os Equinodermos são um filo pacato e tranquilo, que vivem exclusivamente no mar (em sua, água salgada) e, pelo menos a sua maioria, presos a um substrato. Tal substrato seria como um local adequado para viver e rangar a qualquer hora que se quisesse, sem nem precisar sair de casa, nem mesmo caçar a sua comida. Se comparado com os seres humanos, seria a mesma coisa que ficar na cama o dia inteiro e ter todos os alimentos que necessita bem próximos à boca, basta somente comer e engordar pra valer.

Apesar de serem tão inúteis quanto um Porífero, os Equinodermos são um filo superevoluído, causando inveja até mesmo nos humanos, por terem uma estrutura embrionário tão próxima quanto a deles. Mesmo assim, os humanos ainda se consolidam como os soberanos do mundo (MWAHAHAHAHAHA!), já que os Equinodermos não conseguem soberviver loge da água, pois senão viram nada mais do que um enfeite de parede da casa de algum membro da Zelite e que, bem provavelmente, possui uma casa de frente para o mar.

Um Pokémon Equinodermo sendo representado nos animes (apesar de ser secundário, mas tudo bem).

Em sua grande parte, os Equinodermos podem se mexer e vagar pelos sete mares quando quiserem, porém nem sempre isso ocorre, pois eles são animais tão preguiçosos quanto um baiano em feriado mundial, preferindo ficar enfiada no seu substrato sem nem olhar para quem quer que a veja. Só para se ter uma ideia da puta falta de sacanagem que é um Equinodermo, saiba que nunca ninguém viu a boca de um, já que a boca do mesmo fica sempre em contato com o seu substrato.

Ou seja, sempre que você passa a mão em uma Estrela-do-mar que está fixa em uma pedra, você não está fazendo nada mais do que pegando na bunda da estrelinha, que nesses horas gostaria de estar comendo a sua querida pedra sem ser incomodada. Pense comigo: Você acharia legal que alguém ficasse lhe dedando no momento em que você está afim de comer calmamente? Imagine o quanto isso deva ser chato. Para o azar das pobres estrelinhas-do-mar, ouriços-do-mar, pepinos-do-mar e a puta que pariu-do-mar, nenhuma delas tem a capacidade de falar e mandar o enxerido enfiar aquele dedo no cu olho.

Poríferos e Equinodermos convivem homossexualmente amigavelmente.

Possuindo várias tipos e formatos, membros, vidas e complementos, a estrutura celular dos Equinodermos estão entre as mais bem estruturadas entre os seres vivos (depois, claro, da dos Poríferos Cordados, onde o homem é o alge da desevolução), sendo que, até hoje, elas ainda são estudadas para conhecer como foi que o animal evoluiu até chegar aos cordados, não que isso seja importante, mas como todo cientista é meio doido curioso e podem gastar dinheiro a vontade com qualquer merda, então a coisa acaba rolando naturalmente.

Entre os grupos mais conhecidos de Equinodermos, todos geralmente possuem a terminação "do-mar" como sobrenome, para demonstrar que são do mar não ocorre nenhuma originalidade científica para a criação desses nomes de animais. Apesar deles terem todos os mesmos sobrenomes, todos eles são esquecidos e totalmente desconhecidos quando entra no meio deles a famigerada estrela-do-mar, que ainda é o único animal marinho (e equinodermo, ainda por cima) que não há ninguém que não conheça (sorte a dela).

Anatomia[editar]

A anatomia de um Equinodermo (nesse caso da Estrela-do-mar, por ser a mais famosa de todas).

Seguindo a anatogatomia dos Equinodermos, pode-se perceber (claro que isso você só percebe se dissecar um) que eles possuem simetria bilateral quando em sua forma larval e, quando eles crescem, ganham simetria radiada em sua forma adulta. Não entendeu porra nenhuma do que eu quis dizer? Foda-se, mais burro logo Quer dizer que, quando eles possuem Simetria bilateral, ele podem ser partidos ao meio que os seus dois lados serão iguais, tal qual um humano (corte um humano no sentido norte-sul que você perceberá isso).

Na Simetria radiada eles podem ser divididas em várias partes iguais quantas forem as suas estremidades, sempre possuindo partes iguais. Apesar disso parecer bastante sádico, nenhuma dessas coisas são recomendadas para fazer com os pobres bichinhos, que não fazem mal a uma mosca sequer (ainda mais pelo fato delas não habitarem a superfície da terra, por isso que ela nem sequer sabem o que é uma mosca ou com o que se come isso, bom, sorte delas pelo menos, ou não).

Alguém tomando cuidado com a mão para não pegar em partes importantes da Estrela-do-mar.

Além disso, os Equinodermos ainda possuem sistema nervoso radial, ou seja, espalhado por todo o corpo, diferentemente do ser humano que concentra a parte mais tosca na cabeça. Possuem esqueleto de placa calcária, recoberto por uma fina camada de pele, que lhe dá aquele aspecto mole, tal qual o de um simples Cnidário (ou Celenterado, para os menos cultos). Além disso eles ainda possuem ventosas, tal qual uma sanguessuga, apesar de não poderem chupar nada além do que contem em seu substrato.

Além disso, eles são simplesmente uma evolução marinha se comparado com os Poríferos e Celenterados, pelo fato de terem algo muito mais do que útil no mundo de hoje, um cu. Isso mesmo, por mais incrível que pareça Poríferos e Celenterados não tem cu, o que faz com que tais animais tenham que mastigar bastante o que comem, absorvam o máximo de nutrientes possíveis e defequem pelo próprio lugar por onde comeram, coisa que não acontece com as estrelinhas-do-mar e seus parentes próximos, que podem comer o quanto quiserem sem explodir no final.

Eles ainda possuem espinhos ao redor do seu corpo que podem lançar alguns venenos nos desavisados que ousarem enfiar o seu dedinho aonde não devem, tal qual uma água-viva faria em qualquer idiota que ousa tomar banho em suas águas. Outras porem, utilizam tais espinhos somente como uma pequena defesa aos peixes mais fracos e tontos, pois tais coisinhas pontiagudas fazem tanta cócegas quanto pinto de japonês em uma ninfomaníaca.

Representantes[editar]

Vejamos agora alguns presentantes dos "não-sei-o-quê-do-mar":

Fotinho
Nome
O que faz?
Starmiess.jpg Estrela-do-mar A mais conhecida de todas elas, a Estrela-do-mar é uma espécie de Equinodermo do tipo Asteroide, mesmo sendo uma estrela, sendo tais as mais famosas, bonitas e bizarras do mar.
EquinodermosPepino.jpg Pepino-do-mar O pepino-do-mar é o principal objeto fálico do oceano, depois da Esponja-do-mar. Mole e mais parecendo com uma lesma gigante, o Pepino-do-mar é tão inutil que muitos peixes moram dentro dele, pensando se tratar de uma pedra e não de um animal.
Estrelaespinho.jpg Ouriço-do-mar Talvez os mais perigosos de todos os Equinodermos, os ouriços são os mais ariscos, não permitindo que ninguém se aproxime deles. Só fica a curiosidade de como é que ocorre o acasalamento entre eles (acho que deve doer).
Bolacha-da-praia.jpg Bolacha-da-praia Se tem animal inútil nesse filo é a Bolacha-da-praia, que é o único animal que não termina com o "do-mar" no final do nome. Tal criatura é tão bizarra que ninguém acredita que seja um animal e a confudem com uma pedra desprezível.
Lirio-do-mar.jpg Lírio-do-mar É o Equinodermo mais velho que ainda vive por aqui, ainda possuindo o DNA de Derçy Gonçalves em seu corpo. Apesar de parecer mais um coral (ou Celenterado) do que uma Equinodermo, tem mais movimento do que este (ou não, dá tudo na mesma).

Sexo Reprodução e Regeneração[editar]

Um surubão cósmico de Estrelas-do-mar (imagino como seria com ouriços).

Assim como muitos animais evoluídos, os Equinodermos estão muito felizes e resolvidos com a sua sexualidade, seja ela qual for, haja visto que todos eles possuem sexos bem definidos e separados (ou seja, os meninos são meninos mesmos e as meninas idem, não há meio termo em seu grupinho). Por isso o sexo é bem mais seguro e, quando um deles está tentando procriar alguém, não corre o risco de acabar engravidando junto (ou se alto-engravidando), tal qual aconteceria a um Porífero, por exemplo. Assim sendo, eles não originam clones ou coisas do tipo, mas sim indivíduos férteis (ou não) e com variabilidade gênica.

Como se isso não fosse o bastante, os Equinodermos ainda dão (ui!) uma de multiplicadores de sí mesmos quando o assunto é suicídio. Por mais bizarro que possa parecer, por pouco os Equinodermos não são animais imorríveis, já que podem multiplicar o seu próprio DNA e formar um clone seu através do decepamento de um membro, o que geralmente ocorre em suicídios mal realizados. É simples (ou não) o que ocorre.

Um Equinodermo precisa somente perder um membro qualquer que esse membro consegue se regenerar rapidinho e a parte que ele perdeu, se colocada em ambiente que permita o seu desenvolvimento, irá criar toda uma estrutura do dono daquele pedaço perdido, ou seja, um clone. Já pensou se os humanos pudessem fazer isso?


Patrick Estrela ficou pasmo com esse artigo.

Classes[editar]