Economia da Indonésia

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Economia da Indonésia é completamente fodida, louca e desorganizada, principalmente porque os políticos são estúpidos, preguiçosos ou corruptos (geralmente todos estas três coisas). Como resultado, os pobres indonésios são considerados ricos e os realmente pobres são considerados de classe média, conforme as estatísticas malucas do governo, de maneira que a Indonésia aboliu a pobreza do país.

A Indonésia, a partir de 1998, foi obrigada a seguir o fluxo do livre comércio, o que acreditava-se trazer ao país uma maior competitividade econômica, que por sua vez criou o bem-estar teórico das pessoas, mas, na prática, apenas instaura uma camada de pobres em uma pária Indonésia. As classes mais baixas não são capazes de acessar os serviços de saúde e educação, por isso uns dos principais ditados populares da Indonésia são "não seja tão pobre na Indonésia", ou "os pobres na Indonésia são proibidos de ficarem doentes", e assim por diante.

95% da população indonésia possui baixa escolaridade, mas todos sabem falar e escrever a palavra "cão" em suas vidas diárias, afinal é famoso por lá que seu custo de vida seja equivalente ao custo de vida de um cão de raça pet das poucas pessoas ricas que vivem nos subúrbios e da elite urbana nas grandes cidades como Jacarta, Surabaya e Medan. O custo de refeições e salão de beleza para cães de raça pet das pessoas ricas na Indonésia, ao longo de um mês, por exemplo, é maior do que o salário do chefe da família da maior parte das famílias da Indonésia.

Agricultura[editar]

Crianças indonésias felizes graças à economia próspera do país.

A maior atividade agrícola da Indonésia é a pesca, embora todos peixes tenham sido extintos depois que o oxigênio e a água dos rios indonésios acabaram, sobrando apenas uma pilha de lixo, é muito comum observar pescadores catando lixo procurando algo para se aproveitar nos ex-rios do país.

Indústria[editar]

Apesar da Indonésia ser o país proporcionalmente mais muçulmano do mundo, isso não evitou que a indústria de filmes pornográficos do país não se atualizasse frequentemente, tornando-se em 2011 a indústria mais forte do país.

Serviços[editar]

A Indonésia é conhecida como o maior drive-thru do mundo, basta um engarrafamento (que são muitos e a todo momento), para as ruas serem tomadas por vendedores ambulantes de comidas de procedência duvidosa, todavia que o organismo do indonésio médio já é adaptado a consumir (por isso, turistas, muito cuidado). Mas também há ambulantes de CDs piratas, DVDs, jogos de PS2, Xbox 360, e VCD. Você pode realmente vender o que quiser sem qualquer permissão.

A prostituição é na Indonésia mais do que uma mera profissão. É uma religião. Um modo de vida. Algumas profissões que não sejam prostituição que são populares na Indonésia incluem também o furto e mendicância. A maioria dos músicos de rua indonésias são mendigos, e vice-versa. Às vezes, esses músicos arranham carros com moedas por despeito. Profissões relacionadas incluem chantagistas de dinheiro sobre carros passando e vítima de acidente profissional.

Servidão doméstica é outra profissão comum na Indonésia. A maioria dos trabalhadores domésticos são mulheres que vivem em pequenos quartos na residência dos seus donos. Os papéis de empregadas domésticas incluem cozinhar, limpar, felação, coito anal, e contabilidade das empresas.

O roubo é também uma ocupação popular. No entanto, os indonésios desaprovam ser pego ao roubar, o que reflete uma grave falta de profissionalismo. A punição usual para um ladrão é a execução, embora muitos ladrões são perdoados se pagar uma multa, desde que o pagamento seja feito sob a forma de bens anteriormente roubados com sucesso.

Importações[editar]

As principais importações indonésias são: Hentai do Japão, vocaloid, expatriados, prostitutas ilegais da China, filmes da Sora Aoi e Hitomi Tanaka, estanho, esposas, leite Dancuk, Leite Cap Mistress, navios que quase naufragaram, terremotos, bandas coreanas, armas da Rússia, , água de Fiji, terroristas da Malásia e hentai.

Exportações[editar]

As exportações de produtos primários da Indonésia são a corrupção, trabalho escravo, e terrorismo. Outros produtos de exportação incluem: Partes do corpo humano, funcionários corruptos para a Suíça e Singapura, cadáveres de inocentes turistas australianos acusado de tráfico de drogas, implantes de silicone para seios, prostitutas para a Malásia, bebês para Israel, empregadas e escravas sexuais de classe baixa para Singapura e Hong Kong, feijão Borobudur, auto-estima, DVDs piratas aos montes, laptops e periféricos de computadores, lixo de Jacarta, destroços de Sumatra de terremotos, tsunamis ou erupções vulcânicas, treinamento de boxe ilegal para a Malásia e Arábia Saudita, produção pornô original no país, revista Bobokep, fumaça do incêndio florestal de Bornéu, ervas mbok-mbok, areia de Papua, madeira ilegal, criminosos em fuga e seu filho, sua esposa, e seu dinheiro também, pauzinhos de madeira, tofu, preservativos com sabor pimenta-malagueta.

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