Edealina

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar

Cquote1.svg Edealina crescerá quarenta ânus em quatro! Cquote2.svg
Ex-Prefeito querendo reeleição
Cquote1.svg Vocês querem municipalizar uma fazenda? Cquote2.svg
Dono do cartório quando Edealina virou município

Edealina é uma cidadezinha aleatória qualquer do interior goiano que até hoje ninguém sabe sua utilidade ao mundo, sendo apenas um mero ponto qualquer no mapa.

História[editar]

Cansados com o imperialismo ditatorial da cidade de Edéia - inclusive a insistência em manter acento agudo em ditongos abertos - um casal emo resolve então se livrar do império sanguinário Edeianal (apesar de gostarem do nome) e organizam a Revolução das Vacas, e após muitas mortes em meio as guerras por comidas, assumem uma oposição opositorial de extrema esquerda canhota totalmente contra o rei imperador ditador de Edéia, assassinado com um golpe na víscera com um canivete durante uma orgia grupal. E assim surge Edealina municipalizada emancipada. O nome similar, entretanto, foi mantido.

E para não haver maiores confusões, o IBGE em 2017 ainda definiu que Edéia ficaria como parte do reino de Palmeiras de Goiás enquanto Edealina ficaria como parte do Reino de Itumbiara.

Geografia[editar]

Edealina é uma fazenda localizada no centro da província de Butão, no estado do Acre, apesar do IBGE afirmar que localiza-se em Goiás. Também conhecida como interior do Texas brasileiro onde, se você encontra uma avenida de barro, é a estrada que liga Edealina à Pontalina e Edéia.

Edealina possui um relevo plano com apartamentos de um andar com vista da praia (cerca de 3.000 quilômetros de distância) apenas apontando seu mini-telescópio Hubble para o leste, mas se apontar para o oeste, você localizará uma mancha bem pequena azul, pode ter certeza que é um candango rebelde das Farc.

População[editar]

São pouco mais de 3.000 habitantes que compõem o município. Edealina é conhecida como uma cidade bastante hospitaleira, isso por causa de seu hospital, onde você tem que marcar consulta com 30 dias de antecedência, e durante esse tempo você volta no hospital cerca de 8 vezes e meia para pegar um remédio para infecção de garganta, quando a infecção já passou.

Os habitantes também são bem receptivos quanto ao estrangeirismo de pessoas vindo das províncias externas de fora do exterior dos domínios do município, exceto por 98% das pessoas que sofrem de xenofobia sem sentido, o resto recebe muito bem pessoas alheias ao nosso credo.

A cada mulher casada tem pelo menos um amante, porque um homem só não da conta de tanta promiscuidade da mulher edealinense.

Política[editar]

A Politica de Edealina é baseada na técnica milenar do "se o outro não fez, pode deixar que eu faço", conhecida como "cu doce". Na cidade há um constante e acirrado debate político sobre pegar sua mãe e outras baixaria, o que explica porque muitas pessoas votam em branco devido à falta de respeito dos candidatos para com a oposição opositora de esquerda canhota extremista, com um prefeito que mas parece o Pinóquio em busca do seu Geppetto.

Os prefeitos são eleitos pela maioria dos votos, sempre todos comprados. Nessa política não é o dinheiro que manda a compra de votos, 80% é por cheque, cartão de crédito e pneus para carro. Quem manda em Edealina é o candidato que faz o maior número de mentiras promessas durante 1 ano (o ano das eleições).

Economia[editar]

A Cerâmica Matutina é a empresa responsável por 47,8% da economia de Edealina. Essa cooperativa é atualmente quase que uma província separatista ainda não municipalizada que está escravizada pelo imperialismo ditatorial da cidade de Edealina, dizem que um dia ainda ocorrerá o mesmo que ocorreu com Edéia e Edealina.

A Cerâmica Matutina é um fábrica de preservativos, ela produz tijolos que quando atirados na cabeça de alguém preserva essa pessoa de ter um bebê durante algum tempo. Trabalham cerca de "todo mundo" na Cerâmica Matutina.

Quanto aos demais 52,8% da economia de Edealina, estes valores vem das fazendas (puxa vida, eu nem imaginava), cerca de 101,1% das pessoas da cidade não trabalham na cidade, são tiradores de leite, vaqueiros, fazendeiros, botequeiros e boqueteiros.

Turismo[editar]

Venha conhecer Edealina, localizada há apenas 3 mil e 800 quilômetros da capital goiana, apenas 4 dias de trem, 3 dias de carro numa estrada de terra com alguns pedaços porcamente asfaltados e dois dias de avião teco-teco. Com suas praias exóticas, tão exóticas que nem tem mar, nem rio, nem represa, nem lagoa, nem água! Um ótimo destino para quem está cansado da putaria sem limites de Caldas Novas ou as belezas inigualáveis de Alto Paraíso de Goiás.

Infraestrutura[editar]

Transportes[editar]

A rodovia Edealina-Pontalina recebe um destaque a parte da já maltratada malha viária do estado goiano por apresentar o maior número de buracos por metro quadrado do universo. Só na Avenida de Edealina há cinco buracos por habitante.

Cultura[editar]

Esportes[editar]

Cquote1.svg Incrível jogo entre Edealina x Cerâmica Matutina pela série Y do Campeonato Goiano Cquote2.svg
Narrador sobre Futebol SubDesenvolvido de Edealina

  • Futebol - Cidade representada pelo timaço conhecida como Tabajara Futebol Clube, essa Seleção de Edealina nunca perdeu a chance de perder uma partida. Com grandes goleiros, como o Anãozinho, que pega todas as bolas de gude vindas em sua direção, é conhecido por não tomar um gol sequer (geralmente ele entra junto com a bola, aí o juiz marca dois gols).
  • Vôlei - Edealina tem grandes craques no voleyball, com grandes batedores de carteira com grandes receptores de produto contrabandeado e grandes sacadores de dinheiro das contas alheias. Alguns batedores tem tamanha força na mão que ficam conhecido como petroleiros, por arrancarem petróleo dos quintais dos vizinhos. Um deles mata galinha, cachorro, onça, bezerro, vaca e até dinossauro com apenas um meteoro.
  • Atletismo - Na corrida há grandes esportistas devido ao hábito de correrem por causa de tudo na vida, da polícia, do vizinho, da mulher, do cobrador, do ônibus, do cobrador do ônibus, da professora, do diretor, dos pais, esse povo também correm para tudo na vida, para pegar uma vaga na fila do correio, no banheiro, no hospital, no ônibus, no colégio, no puteiro.