Eduardo Guimarães

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Oscar Wilde na dele.jpg Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficou boa quando morreu de tuberculose.

Balada para ele(a) não é festa em boate! Clique aqui e vire a página.

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Se vandalizar, iremos escrever uma cantiga de escárnio a seu respeito.

O significado de todas as obras de Eduardo bem resumido

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você sobre Eduardo Guimarães
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Curioso sobre os três Guimarães

Introdução[editar]

Ovo de serpente foi um dos textos de Eduardo, mas ninguém sabe a quem ele estava criticando

Eduardo Gaspar da Costa Guimarães foi um escritor, apesar de ninguém nunca ter ouvido falar nele. Além de escritor ele também era tradutor e jornalista, já que escrever não dá dinheiro para ninguém. Também era considerado um dos maiores representantes da poesia simbolista no Brasil, mas como já se sabe, qualquer um que fazia versos decassílabos naquela época era considera um dos maiores poetas representantes já que ninguém queria representar. Ele assassinava suas obras como Eduardo Guimaraens, isso para imitar o Alphonsus Guimaraens

Pertencente ao Simbolismo, aquele movimento que produziu poetas que começaram a escrever tardiamente em comparação com os de outros movimentos e poetas que não sabiam o que queriam da vida. Não quis permanecer sozinho com a triste realidade e o fadado título de simbolista e formou, junto a Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens, a chamada "trindade simbolista" no Brasil; aqueles que, não bastando escrever obras separadamente, juntaram seu pensamento em uma só obra, que de tão sem noção que ficou nunca chegou a ser publicada! É patrono da cadeira 38 da Academia Rio-Grandense de Letras, não prestou nem para ter uma cadeira na ABL e para não ficar muito tristinho, seu nome também foi colocado em uma feira de livros infantis que fora frequentada por pirralhos que não sabiam nem o que era simbolismo.

Não se sabe se ele tinha algum parentesco com Alphonsus e Bernardo, mas pelo menos no nome eles se pareciam, tanto no verdadeiro quanto no pseudênimo, que nem era pseudônimo nada, já que todos sabiam que era ele tentando disfarçar e seguir a moda lançada pelo outro lá.

Vida[editar]

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Filho do português Gaspar Eduardo da Costa Guimarães e da brasileira Etelvina da Silveira, seu pai trabalhava na redação do jornal A Federação, um jornal que ninguém conhece e também participava da Sociedade Pártenon Literário, ou seja, para Eduardo seguir esse mesmo caminho foi um pulinho. Teve a infancia marcada pela vida mansa, não fazia nada, nem sequer escrevia, só se preocupava com sua escolinha. Estudou no Colégio Rio-Grandense e no Ginásio Júlio de Castilhos.

A partir de um certo tempo como criancinha atoa começou a fazer algo útil e resolveu colaborar com diversos jornais de Porto Alegre, já que quem trabalha em jornal ganha pouco e precisa de diversos empregos. Vendo que o seu triste fim seria escrevendo para sempre em jornais mesmo, resolveu mudar se para o Rio de Janeiro para ver se pelo menos arrumava um jornal decente para trabalhar. Mas não tinha jeito, jornal era jornal, então mesmo na capital voltou a ter vários empregos e chegou a colaborar até com revistas.

Cansado de ficar só nessa vida jornalística, resolveu aceitar um convite e ser o diretor da Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, onde havia começado como auxiliar técnico muitos aninhos depois. É óbvio que em uma biblioteca ele estaria mais perto do que nunca de livros e outras obras, então aí que passou a escrever coisas que dessem para ler.

Casou com Etelvina da Fontoura (não era sua mãe, era xará dela), transou muito com ela que teve um filho que seguiu o mesmo destino que o seu, Carlos Rafael Guimarães foi escritor e jornalista e o outro filho foi Gabriel, que não se faz idéia do que ele foi ou deixou de ser (mas esse artigo é do Eduardo, então pouco importa o que conteceu com os filhos dele). Mesmo casado,tendo sexo todos os dias e com uma vida social razoável, adoeceu gravemente, talvez pelo desgosto de seu filho ter seguido a mesma profissão. Dois anos depois viajou ao Rio Grande do Sul para se tratar, mas não du tempo e lá mesmo ele bateu as botas. Inicialmente foi sepultado no cemitério São João Batista, mas depois o pessoal não ficou muito satisfeito e resolveu mandar seus restos mortais para Porto Alegre.

Obra[editar]

Partido de Eduardo Guimarães

Ao tentar publicar seu primeiro poema, o soneto Aos Lustres, aos 16 anos, no Jornal da Manhã, de Porto Alegre, teve que convencer o editor daquele jornal, que tinha sido realmente o autor da peça, afinal de contas o negócio estava tão ruim e mal escrito que o editor pensara que aquilo fora feito por uma criança de 4 anos e que ainda não sabia escrever...Infelizmente, para os leitores, Eduardo convenceu o carinha do jornal e seu primeiro soneto fora então publicado!

Ele teve várias obras que ninguém conhece porque não é divulgado, até porque ninguém ia perder tempo nem dinheiro divulgando isso. De qualquer forma a maioria de suas obras se resumiram em sonetos que ele publicava no jornal onde trabalhava, como jornal pobre não tem notícias todos os dias as vezes é necessário inventar coisas para colocar, assim eram publicadas as obras de Eduardo. Suas principais obras (as que foram publicadas por mais vezes em um mesmo jornal) foram:

  • Caminho da Vida: Soneto feito ao longo de sua vida que contava como as coisas aconteciam de acordo com seus pensamentos, sem dúvida foi esse soneto a inspiração para todas as novelas da Rede Globo, vide o nome repetitivo das novelas.
  • Arabela e Atanael: Fala sonre um romance entre um carinha e uma moça, ambos com nomes esquisitos, não li para saber o que cada um fala exatamente para o outro, mas não deve ser algo diferente da proposta de uma troca de nomes.
  • A Divina Quimera: Obra mais famosa do autor e que ainda assim não teve fama alguma, prova disso é que nem o vestibular perde tempo em pensar em pedir isso nas provas. Enfim, a Divina Quimera provavelmente foi mais um plágio mitológico que imita provavelmente a Divina Comédia. Imagine agora que a Divina Comédia já é um lixo, pense em como deve ser o plágio.
  • As Mulheres de D. João: É uma das únicas comédias simbolistas existentes, já que o simbolismo por si só já é uma tragédia, o autor resolveu mudar um pouquinho e tentar fazer humor com a cara da família real portuguesa, é óbvio que não deu certo, ele estava achando que escrever um livro é o que? Escrever no www.humor.com.br?
  • Núpcias de Antígone: Vendo que escrever comédias não era com ele, resolveu fazer dessa obra uma tragédia, tudo é muito triste porque a história se trata da lua de mel de alguém (que acabou sendo um a tragédia)...Que cara sem coração, fazer isso na lua de mel dele também pra ele ver se é bom...