Ego

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Ego.
Pessoas com o Ego muito desenvolvido costumam fechar-se em si mesma esquecendo dos outros
Pessoas com o Ego muito desenvolvido costumam fechar-se em si mesma esquecendo dos outros

Eu não sou egocêntrico, eu apenas estou preocupado com meu próprio senso de estética, minha vontades, afinal minha opinião é que conta
Oscar Wilde sobre Ego
Ego é o planeta vivo!!!
Nerd sobre Ego
O meu ego é enorme!
Kid Bengala sobre Ego

O Ego sou eu, isso mesmo eu e não você, porque você é você e ego seu eu, se ego fosse você ele não seria ego, seria você.

Tabela de conteúdo

[editar] Definição parapsicológica

Segundo a definição de Freud, Ego é a parte da mente, mais ou menos conciente, que lida com a realidade. Algumas pessoas entendem que está definição não tem base científica, mas os brasileiros reconhecem sua existencia. Aliás, qualquer um que já lidou com um Argentino é obrigado a reconhecer a existência do ego.

Por algum motivo obscuro (tradição cultural, genes italianos e indios misturados, orgulho nacional ou por pura teimosia) os Argentinos consideram a arte de cultivar o próprio Ego (no caso deles, o "E" tem que ser maiúsculo) como um esporte nacional, seguido logo em seguida do futebol. Egos monumentais são uma questão de identidade nacional. E um grande número de psicologos, psiquiatras e psicoterapeuta disponivel na cidade nação Buenos Aires para ajudar na tarefa.

Neste contexto, podemos dizer que o ego é pequeno argentino que levamos dentro de nós.

Mesmos os que duvidam desta teoria, permita-lhes recordar os outros dois elementos propostos por Freud. O id, todo impulso, só quer saber de se divertir e ter coisas prazerosas, sem se preocupar com as consequencias. Mais ou menos com um carioca no carnaval. O superego é todo negação, todo cheio de regras. É hora para comer, é hora para dormir, não pode mexer em certas coisas, e por aí vai. É com se fosse uma babá alemã, contratada para ensinar bons modos ao fedelho.

Até aí, nada de mais. Um animal é quase puro id, faz tudo por impulso, seguindo seus instintos. Um bom treinador, com um sistema de recompensas e castigos pode criar um quase superego de comportamentos desejáveis e proibidos em varios animais, os mais espertos. Segundo relatos funciona bem com ratos, polvos, cachorros e golfinhos, muito pouco com gatos (muito teimosos e independentes) e nem um pouco com políticos (só tem ego e id, perderam o superego no inicio da carreira e não fazem questão de recupera-lo, atrapalhava demais).

Mas o ego é aquela parte que permite a pessoa (e alguns animais superiores como macacos, baleias e golfinhos) se reconheça no espelho. É literalmente, a imagem que a pessoa faz de si mesmo que permite que o indivíduo se reconheça em uma carictura, em uma piada ou gravação de voz. Auto-imagem.

[editar] De onde vem esta imagem?

No caso dos seres humanos, apenas os com sério retardo mental são incapazes de se reconhecer no espelho. Uma auto-imagem de reconhecimento não depende de palavras ou muita elaboração lógica, mas tem que ser construida pelo sujeito. Esta imagem é reflexiva, do sujeito com ele mesmo. "Mim, Tarzan" é uma definição de auto-imagem.

Quando começa uma convivência social, a auto-imagem começa também ser o "cartão de visita" da pessoa. "Mim Tarzan, você Jane" já é uma interação social. Na interação, além das habilidades inatas e adquiridas do sujeito, a conceito que a pessoa faz de si é apresentado, em geral de maneira implícita. "Cuidadoso", "Educado", "Hesitante" ou "Confiante" são adjetivos usados descrever um indivíduo.

Esta auto-imagem "social", como a "pessoal" é uma construção. O indivíduo tenta apresentar a melhor "face" possível ao seu ambiente[1]. Uma voz suave, uma argumentação racional funcionam bem em uma discussão com um arquiteto, mas uma postura agressiva, brusca e impositiva é mais respeitada no canteiro de obras.

A questão é o material disponível para a construção desta "face". O primeiro, é naturalmente, a própria face. A aparencia física é a escolha mais óbvia [2] e as vezes a única usada. Quando não é suficiente, alguma evolução é possível[3], mas o material base, a genética portanto, é o determinante.

[editar] Controvérsias

Segundo os filosofos mais modernos, a divisão ego/supereg/id é arbritrária e não comprovável. As teorias mas recentes relacionam as formas de pensamentos com as "camadas" evolutivas do cérebro. Resumidamente, o ser humano tem 3 cérebros:

  • Cérebro Réptil: lida com coisas como fome, impulso de fuga ou luta e impulso para reprodução.
  • Cérebro Mamifero: Relações sociais basicas (subordinação e dominância) e cuidados com as crias. Nivel máximo de pensamento dos Bad-boys e praticantes de Jui-jitsu.
  • Cérebro Lógico: Capacidade de abstração e pensamento lógico. Raramente encontrado em loiras.

Teoricamente, apenas o cérebro lógico é capaz de pensamento consciente, mas na verdade todo o aspecto de emoções depende dos "cérebros" inferiores, e influencia estes. É perfeitamento possível se "apaixonar" por uma idéia ou sobrepor-se ao impulso de fuga enquanto esta tentando impressionar uma pessoa do sexo oposto. E estes cérebros inferiores não são puramente "id", exercem funções normalmente esperadas do ego e superego. O impulso de não tentar roubar um beijo (satisfação imediata) da namorada do Bad Boy não é exatamente uma decisão consciente, mas um instinto de sobrevivência bem básico, a nível do cérebro réptil.

Estas teorias tentam separar o pensamento consciente do comportamento emocional, mesmo que as ações emocionais poderiam no modelo clássico serem consideradas ego. O ego, como definido por Freud, e como auto-imagem não é uma estrutura plenamente consciente.


[editar] Referências

(sim eu copiei algumas coisas. Mas foi de bastante gente. Aí não é plágio, é Pesquisa.)

  1. Não é incomum chamar de "camaleão" a pessoa capaz de trocar a sua "face" social com facilidade adaptando-se a um ambiente
  2. Já virou música: "Eu sei eu sou, bonita e gostosa..."
  3. Carla Perez e Adriane Galisteu que o digam
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